Resenha de Jack Kirby´s Fourth World # 05 de John Byrne (roteiro e arte) e Noelle Giddings (cores).
Por Rodrigo Garrit
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Resenha de Jack Kirby´s Fourth World # 05 de John Byrne (roteiro e arte) e Noelle Giddings (cores).
Por Rodrigo Garrit
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Resenha de Jack Kirby´s Fourth World # 04 de John Byrne (roteiro e arte) e Lee Loughridge (cores).
Por Rodrigo Garrit
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Resenha de Jack Kirby´s Fourth World # 01 de John Byrne (roteiro e arte) e Lee Loughridge (cores).
Por Rodrigo Garrit
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Quando os pilares do universo tremem em agonia não mais suportando o peso da insensatez dos deuses, é chegada a hora de Shiva repetir sua dança astral e novamente encantar a existência com sua paixão.
Bem vindos a mais uma expedição ao universo dos “Novos Deuses”, que John Byrne escreveu e desenhou, Bob Wiacek arte-finalizou, Rick Taylor coloriu, Rodrigo Garrit resenhou e Jack Kirby imortalizou.
Esse quarto volume do título foi publicado em 1996 nos EUA, e em 2002 no Brasil dentro da revista “DC Millenium” da Brainstore Editora.
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Como lutar quando o inimigo é invisível, composto apenas de névoa e loucura? Como enfrentar o que não tem substância, uma fera sem rosto… o caos puro e definitivo? A própria Fonte foi envenenada. Como combater o inimigo se ele for meu reflexo no espelho…?
Resenha de “Novos Deuses” #14 de John Byrne (texto e desenhos), Bob Wiacek (arte-final) e Lee Loughridge (cores).
Esse quarto volume do título foi publicado em 1996 nos EUA, e em 2002 no Brasil dentro da revista “DC Millenium” da Brainstore Editora.
Por Rodrigo Garrit
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Nada poderá se interpor entre o meu destino e eu. Nem mesmo o infinito vazio da inexistência ou as lacunas do esquecimento…
Resenha de “Novos Deuses” #13 de John Byrne (texto e desenhos), Bob Wiacek (arte-final) e Rick Taylor (cores).
Esse quarto volume do título foi publicado em 1996 nos EUA, e em 2002 no Brasil dentro da revista “DC Millenium” da Brain Store Editora.
Por Rodrigo Garrit
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Fogo.
Carne carbonizada no calor da batalha. Dor e glória. Destino. Morte.
E Ressurreição.
Ressurreição no fogo.
A profecia estava certa. Esse é o fim da guerra. O fim da dor. O fim de tudo.
Continuando a análise da saga dos “Novos Deuses”, criados por Jack Kirby. Continuar lendo
Uma análise da última edição dos “Novos Deuses”, de 1984, escrita e desenhada por Jack Kirby, com arte-final de D. Bruce Berry. Continuar lendo
Continuando a análise dos “Novos Deuses”, de 1971, escrita, desenhada e editada por Jack Kirby, com arte-final de Mike Royer.
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Continuando a análise dos “Novos Deuses”, de 1971, escrita, desenhada e editada por Jack Kirby, com arte-final de Mike Royer.
Por Rodrigo Garrit
Contém spoilers revelações sobre a história.
“No princípio os novos deuses não tinham uma imagem bem definida nem objetivos muito claros! Em ambos os novos mundos, suas raças se originaram a partir de um sobrevivente da antiga! Os átomos vivos de Balduur deram nobreza e força a uma, enquanto o planeta sombrio foi preenchido com a astúcia maligna que outrora pertencera a uma feiticeira. Por toda uma era esses novos deuses perseguiram seus próprios destinos… até o momento do grande confronto que iria ter início em Nova Gênesis com dois deles: Izaya, o herdeiro, e sua mulher Avia… além da felicidade, o primeiro sinal da tragédia se aproximava…” Continuar lendo
Uma análise dos quatro primeiros números de “Novos Deuses”, de 1971, escrita, desenhada e editada por Jack Kirby, com arte-final de Vince Colletta.
Por Rodrigo Garrit
Contém spoilers revelações sobre a história.
“Chegou o tempo em que os velhos deuses morreram! O corajoso pereceu com o ardiloso! O nobre definhou, aprisionado na batalha devido ao mal desencadeado! Foi o último dia para eles! Uma Era antiga terminara em holocausto”! Continuar lendo
Por Rodrigo Garrit
Bem vindos caros amigos e devotos desse modesto santuário quadrinhístico para uma nova rodada de “Autores e Personagens: Parcerias inesquecíveis e histórias sensacionais que vão ficar para sempre em nossas mentes”! O primeiro artigo onde o tema foi abordado foi um grande sucesso, mas ficou devendo muitos grandes autores e suas histórias maravilhosas, assim como esse aqui também certamente vai deixar… pelo mesmo motivo de antes, a falta de espaço. Por isso vamos regularmente voltar a relembrar essas velhas e inesquecíveis histórias… queria agradecer a todos que comentaram no último artigo e deram sugestões… infelizmente não foi possível colocar tudo, mas tentei atender aos pedidos mais recorrentes e acrescentar algumas surpresas também… espero que gostem… e não deixem de opinar sobre seus autores e personagens preferidos… na próxima eles podem aparecer por aqui! DIVIRTAM-SE!
Ele havia abandonado a Marvel onde ajudou a erigir as lendas que mantém até hoje a editora como uma das mais queridas para os fãs, foi trabalhar para concorrência… e não satisfeito com novos heróis, ele criou Novos Deuses! E claro, muitos outros personagens, mas certamente a mitologia do Quarto Mundo de Jack Kirby continua sendo um de seus maiores legados para a história das histórias em quadrinhos. Se os habitantes de Nova Gênese não são tão populares quanto os grandes medalhões da DC, é impossível não reconhecer em Darkseid, o senhor absoluto de Apokolips, como um dos maiores, ou quem sabe o maior e mais tenebroso vilão da editora, o deus do mal encarnado, obcecado pelos segredos da equação anti-vida e da dominação completa e definitiva de todos os mistérios do universo… quando então ele poderá reinar absoluto sobre tudo e todos, por toda a eternidade. Em seu extremo oposto, temos o irascível Órion, seu filho, criado por seus inimigos e destinado segundo antigas lendas da infalível “Fonte” a um dia ser o causador da derrocada definitiva de Darkseid. Além dele, podemos destacar, o Senhor Milagre, filho do Pai Celestial e mestre de fugas, e sua esposa, a Grande Barda, a dona do bar que que dá nome a essa sessão do Santuário e é junto com grande parte da mitologia Kirbyana (não apenas na DC como também na Marvel e outras mídias) a grande inspiração desse humilde Santuário eletrônico de quadrinhos e entretenimento, criado para ser um ponto de encontro de deuses caídos e heróis em todas as suas formas, tamanhos e cores. O obra de Kirby é complexa, mas a proposta dessa matéria é destacar autor e escolher apenas um de seus trabalhos em que houve casamento perfeito entre roteiro, arte e afinidade impecável entre eles. E nada casa melhor do que criador e criatura. Esses são os Novos Deuses de Jack Kirby.
Então, você atento e crítico devoto, devorador das matérias de nosso “recatado” Santuário poderá ler essas singelas frases e dizer: “Ora! Jack Kirby CRIOU os Novos Deuses! E Mike Mignola CRIOU o Hellboy. Como diabos eles não estariam em sintonia como autor e personagens”?
E eu responderia…
Você está coberto de razão. Mas vamos por outro caminho. Imagine outra pessoa desenhando o Hellboy. É óbvio que poderíamos encontrar novas e maravilhosas formas de retratar o personagem. Tão boas ou quem sabe melhores. Mas o vermelhão do Mignola é único. Assim como os Novos Deuses de Kirby. A questão aqui não é competir para ver quem faz melhor. É simplesmente respirar fundo com uma edição de seu personagem favorito nas mãos e ter o prazer de ler algo capaz de conceder um sentimento único de satisfação, algo que só poderia ser feito daquele jeito… por aquele autor, para aquele personagem. Hellboy é de longe o mais refinado quadrinho de terror desde “Monstro do Pântano” de Alan Moore (que apareceu na matéria anterior). Publicado pela Editora Dark Horse, o filho do demônio foi criado na Terra e luta em favor do bem. E durante toda a sua trágica estrada, podemos vê-lo caminhando sem medo em direção ao abismo. Nós vamos junto com ele, e o apocalipse será apenas o começo.
O jovem e promissor roteirista Neil Gaiman sonhou em talvez escrever um título não muito popular – porém muito interessante – dentro da DC Comics, mas o mesmo já estava prestes a ser usado por outra equipe. Assim ele perdeu o Vingador Fantasma. Mas havia outro personagem obscuro à disposição… e Gaiman decidiu aceitar trabalhar nele.
Assim nós ganhamos Sandman.
Numa completa reinvenção da personagem, abandonando totalmente suas versões anteriores (Uma delas feita por Jack Kirby e a outra, Wesley Doods, o Sandman da Sociedade da Justiça), Gaiman simplesmente destruiu tudo que se sabia e reconstruiu uma mitologia própria, em uma imensa e onírica colcha de retalhos de várias outras mitologias, desde a judaico-cristã, até a nórdica, passando pela japonesa, grega e antigas histórias pagãs. Sandman agora era Morfeu, um dos sete Perpétuos, que sempre existiram e sempre existirão. Morte (Death), Destino, Delírio (antes “Deleite”), Desejo, Desespero, Destruição e Dream (Sonho). Quem já se aventurou pelos caminhos adormecidos conhece muito bem a história, mas para os não iniciados, basta saber que os Perpétuos não são deuses. Afinal, reza a lenda que os deuses deixam de existir quando ninguém acredita mais neles. Por que os Perpétuos existem…? Ora, porque não? Mas de onde eles vieram? Bem, talvez eles simplesmente sejam um reflexo consciente do universo… e tenham o propósito de nos servir… nos torturar… ou apenas brincar conosco. Ou a resposta quem sabe seja ainda mais simples: quando o primeiro ser consciente do universo sonhou pela primeira vez, ficou estabelecido que deveria haver um senhor dos sonhos. Quando o primeiro ser deixou de viver, ficou estabelecido que deveria existir uma persona para a Desencarnação. E assim sucessivamente… até onde nada mais possa ou precise ser explicado, nem tenha que fazer sentido… para fazer todo o sentido do mundo. Como num sonho.
Seria muito fácil escolher como personagem que melhor combina com Todd McFarlane sua própria criação, o famigerado Spawn da Image Comics. E a exemplo dos Novos Deuses de Kirby e do Hellboy de Mignola, criador e criatura se completam não? Claro que sim… Mas a verdade é que o próprio Spawn tem traços de coisas que Todd fez quando desenhava o Homem Aranha. Porque foi ali que a magia aconteceu. McFarlane e Peter Parker se afinaram de forma tão contundente que até hoje, anos depois dele ter abandonado a Marvel para ajudar a fundar a Image, é difícil não encontrar nenhum vestígio de McFarlane no Aranha… ou do Aranha em McFarlane, através do Spawn. A minissérie “Tormento”, continua sendo uma das mais vendidas da indústria e apresentou aos leitores do Homem Aranha uma estética completamente diferente de tudo que já tinha sido feito anteriormente. Criticado ou idolatrado, o fato é que ele inovou. Se um dia veremos essa parceria acontecer novamente, sinceramente acho que não, mas quem sabe? Nos quadrinhos atuais, a última moda é reviver o passado…
É preciso entender que existe a Mulher Maravilha antes e depois de George Pérez. Sobre poucos autores podemos dizer isso… por mais que tenham inovado, revolucionado e reinventado… ainda assim, geralmente deixam brechas no passado dos personagens, prosseguem dignamente sua trajetória… até passar a tocha a diante. Não é o caso de Pérez e a princesa Diana. Existe a Mulher Maravilha antes e depois de George Pérez. Ele remoldou o barro do qual ela foi feita. Imprimiu um novo brilho em seus olhos, e os tornou repletos de fúria e indignação, mas ao mesmo tempo não tirou dela a leveza e a candura da mulher maravilhosa que encanta a todos com seu jeito cativante e suas formas perfeitas, literalmente esculpidas pelas mãos de um mestre. Mas não se engane, a Diana de Pérez é a mais doce das damas mas também a mais feroz das guerreiras… e pobre de quem atravesse o seu caminho. Se existisse um panteão de quadrinhistas, Pérez seria o equivalente a Hefesto, mas além fabricar a mais forte das armas na mais bela forma feminina, sopraria nela também uma divina formosura inebriante, combinada com a inabalável austeridade da maior das amazonas.
Sim, eu poderia ter falado do Lanterna Verde. Sim, eu poderia ter falado do Flash. Diacho, eu poderia ter falado do Shazam… mas em vez de chover no molhado, (ou correr o risco de ser atingido por um raio) preferi falar sobre um dos primeiros grandes sucessos de Johns na DC, e que traduz perfeitamente o espírito da matéria… afinal… eles estavam todos mortos… ou aposentados, esquecidos, relegados à infinitas Terras Paralelas, perdidos no limbo, amarrotados em páginas amareladas pelo tempo e existindo como uma vaga lembrança na mente dos fãs veteranos ou os mais atentos ao passado. Mas Geoff Johns não só os trouxe de volta, como os rejuvenesceu e transformou-os novamente numa equipe de heróis capaz de fazer frente aos seus sucessores da Liga da Justiça. Verdade seja dita, James Robinson já havia provado que era capaz de fazer grandes histórias com esses heróis do passado com sua série “A Era de Ouro”, e também com a revitalização do título “Starman”, mas foi Johns quem lhes deu novo fôlego e uma revista mensal de sucesso que ficou anos em circulação. Alan Scott, Jay Garrick, Kent Nelson, Carter Hall, Ted Grant, Al Pratt,Wesley Doods, Ted Knight e tantos outros… Eles foram os primeiros… foram os que iniciaram o legado heroico da DC e não foram e nunca serão esquecidos. Seja em qual Terra eles estejam, sempre serão os pioneiros e continuarão inspirando as novas gerações.