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Por que o mundo precisa de Donna Troy?

DONNANão é novidade que de tempos em tempos uma onda da antimatéria ou os socos de um supermenino mimado alteram a realidade dos quadrinhos da DC Comics. Crise nas Infinitas Terras, Crise Infinita, Zero Hora e o escambau.  Quando um universo fica muito complicado, os fãs perdem o interesse, as vendas caem, e então é preciso fazer algo. Simplificar. (Ou “Ultimizar” no caso da Marvel, embora eles separem os brinquedos em caixas diferentes). Com as mudanças, alguns elementos amados pelos fãs acabam sendo deixados de lado. Donna Troy é um dos melhores exemplos disso.
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As grandes mudanças da DC COMICS através dos tempos…

dc comicsA cada ano novo, renovamos as promessas de estar em constante mudança, buscando sempre alterar as coisas para melhor. Para o bem ou para o mal, é inevitável… a mudança sempre vem… em um eterno ciclo, mantendo o mundo à nossa volta funcionando. Vamos celebrar as mudanças… e mudar aquilo que acreditamos que precisa ser mudado…

CASAMENTO NOS QUADRINHOS: até que a morte ou o reboot nos separem?

Arquivos do Cadmus

por Venerável Victor “tratador de macaco divorciado” Vaughan

Img-de-CapacasamentoPorque o importante é casar e casar e casar, nem que depois venha um reboot, uma incompatibilidade de gênios ou um demônio interdimencional muito do safado.Aí a gente separa e separa e separa.

“O casamento faz de duas pessoas uma só, difícil é determinar qual será.”

William Shakespeare

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Liga da Justiça # 9 – É hora de falar abertamente sobre esse reboot!

Resenha de Liga da Justiça 9, de Geoff Johns,  Jim Lee e Scott Williams (roteiro, desenhos e arte final de Liga da Justiça) Geoff Johns e Gary Frank (roteiro e desenhos de Shazam).

Contém spoilers revelações sobre a história. Leia o resto deste post

NOVA LIGA DA JUSTIÇA + JACK KIRBY + DC RELAUNCH = BOA E VELHA DIVERSÃO!!!

Ou: “Não é assassinato quando você está salvando o mundo”. Leia o resto deste post

Homem Animal # 1 – Evolua ou Morra.

Por Rodrigo  Garrit

Este artigo contém spoilers

Destrinchando a primeira edição de Homem Animal no novo Universo DC pós reboot, escrito por Jeff Lemire e desenhado por Travel Foreman. Leia o resto deste post

Resenhado: Stormwatch #1

Por Rodrigo “One” Broilo

Começou!

Hoje foi lançado o primeiro numero de um dos novos 52 títulos do Novo Universo DC: o prometido Stormwatch!

E a edição começa no… ops, peraí… esqueci de ligar o alerta de fofoca…

ESTE ARTIGO CONTEM SPOILERS. OU SEJA, TEM UM NERD BABACA QUERENDO ESTRAGAR SUA SURPRESA!

Ok… Tudo certo… Prossigamos…

A edição começa nos mostrando o QG do Stormwatch, The Eye of The Storm, ou em bom Paninês “Olho do Furacão”, localizado no hiperespaço, e lá encontram-se os vigilantes a Engenheira, a pequena Jenny Quantum e Adam One (O Adão Um). Os três estão acompanhando as duas missões de Stormwatch em andamento: a missão na lua de Harry Tunner, o Eminência das Espadas, e a missão em Moscou do Caçador de Marte, a Projecionista e Jack Hawksmoor, que tentam encontrar convencer Apolo a se juntar a eles, mas encontram a resistência do mesmo; ao mesmo tempo que monitoram um estranho objeto no Himalaia. Até esse ponto os diálogos são muito “apresentativos” como é de se esperar em uma edição inicial onde novos leitores podem não conhecer todos os personagens.

Durante o encontro com Apolo ficamos sabendo um pouco dos poderes de cada um dos heróis: Jack consegue se comunicar com as cidades e manipular seus objetos, inclusive alterando sua direção, colocando-a “deitada”; Caçador de Marte continua com seus poderes telepáticos e sua habilidade de assumir diferentes formas; a Projecionista é a que parece ter, a principio, os poderes mais irrisórios, já que ela consegue acessar mídias e alterá-las com sua mente, poderes esses que ela revela não serem muito apreciados pela Engenheira, cujos poderes não foram muito revelados sobre sua pele metálica, mas aparenta ter uma espécie de contato com a estação espacial e assim consegue se comunicar com os membros da equipe.

Enquanto o trio perde Apolo, vemos Harry enfrentando… er… a Lua. Aparentemente, a lua está ganhando vida e atacando Harry, até que ele cai em uma caverna e perde seu contato com a nave. Dentro da caverna uma entidade em forma de um gigantesco olho revela ser uma força capaz de dar vida a matéria e acessa, através de um de seus tentáculos, a mente de Harry. Então descobrimos que o Stormwatch existe desde os início dos tempos, ao vermos diferentes equipes que já utilizaram esse nome. E vemos também uma sala com pessoas cujos rostos não aparecem que provavelmente são quem está por trás dessa equipe. A entidade então decide usar Harry como hospedeiro…

Enquanto isso, Adam e Jenny vão até o Himalaia localizar o objeto, um gigante chifre cheio de espinhos. Adam revela que está no mundo a séculos, e Jenny Quantum mostra um pouco dos seus poderes ao teleportar o enorme chifre.

De volta a Moscou, o trio volta a encontrar Apolo, e dessa vez Jonn tenta convencê-lo. Apolo então revela que o Caçador de Marte, fez ou faz, parte da Liga da Justiça. Jonn tenta convence-lo de como o trabalho dele pode ser maior se juntar-se a eles, quando os três são atacados… por Meia Noite, que convida Apolo a se juntar ele. E assim termina a parte um do arco The Dark Side, que nos apresentou a esse novo Stormwatch.

A edição tem um ritmo lento, até por que ela tem muito dessa intenção de nos apresentar os personagens. Porém o andamento das ações de Harry na Lua, de Jack, Jonn e a Projecionista  tentando convencer Apolo, com a interferência de Meia Noite, e a missão de Adam e Jenny com o misterioso chifre prometem render mais nos próximos meses.

NOTA: 8.

OS.: A misteriosa Observadora  da saga Flashpoint também apareceu nessa edição. Quer saber mais sobre ela?

“Stormwatch” e “Green Lantern: New Guardians”: nós prevemos…

 

Por Rodrigo “Lanterna da Tempestade” Broilo

Até poucos dias atrás o Novo Universo DC batia a nossa porta. Agora não! Ele já entrou, se jogou no sofá e tá querendo saber se tem cerveja pra beber. Último dia 31/08 ele começou pra valer com o primeiro numero da nova Liga da Justiça.

São prometidos 52 títulos mensais. Alguns são velhos conhecidos, outros são velhas promessas, alguns novidades inesperadas, e outros cheiram a desastre. De todos os títulos, os que me chamaram realmente a atenção foram apenas dois: Stormwatch e Green Lantern: New Guardians.

Stormwatch me chamou atenção não só por misturar personagens de Wildstorm com os do UDC, mas por ter uma cara mais Vertigo. (Essa é a deixa pra um “Bwahahahahaha”). Além de ter no elenco o Caçador de Marte, que é normalmente um personagem mais sério e phodástico, e os sempre casados Apolo e Meia Noite, o título tem um ar adulto, que me lembra mais Vertigo que Wildstorm, de onde esses dois últimos são. Mas no fim das contas, ele é um título do nUDC. (Fui claro?)

Stormwatch, que será escrito por Paul Cornell e desenhado por Miguel Sepúlveda, é um grupo sancionado pela ONU que surgiu antes dessa leva de super-heróis, e que os consideram “amadores incompetentes”. Segundo Sepúlveda disse em entrevistas sobre o título, Stormwatch é “muito provavelmente o maior segredo do universo DC”,  uma espécie de pedra fundamental, diz.

Já Cornell diz que foi fácil colocar Storwatch dentro do UDC, pois ele sempre esteve lá. Segundo ele, eles estão envolvidos em tudo o que ocorreu no universo DC.

Sobre os personagens, ele ressalta a apresentação ao mundo de Adam One, que “envelhece ao contrário desde o Big Bang, um mestre tático que esquece coisas e não é muito bom em convencer os outros de que sabe o que está fazendo”.

Já Meia Noite e Apolo se encontrarão pela primeira vez nessa nova série, mas continuaram sendo um casal gay. Cornell promete não mudar muito da essência dos heróis já existentes. E o Caçador de Marte, além de ter a missão de trazer Apolo e Meia-Noite para o grupo, vai ficar meio em cima do muro com relação aos “novos” heróis que surgiram nesse novo mundo.

Stormwatch fará parte Edge, e por isso terá um teor mais adulto e conspiratório.Além de Caçador de Marte, Apolo, Meia Noite e Adam One, o título trará ainda Jack Hawksmoor,  Jenny Quantum, Engineer,  Projecionista e Eminence of Blades.

Quando ouvi falar de como seria a série, inicialmente me veio a cabeça o Chequemate, depois surgiu, do nada, a clássica pergunta “Quem vigia os vigilantes?”. É esperar até quarta-feira pra ver, pois o título é um dos que estreia essa semana.

Já para acompanharmos New Guardians, título da mitologia dos Lanternas Verdes, vamos esperar um pouquinho mais, pois ele está prometido para o dia 28.

A ideia de New Guardians já é promessa velha e está pra ser lançado desde a noite mais densa. O sucesso que a tropa dos Lanternas Resta… ops… Coloridos fez durante a série, entre alguns fãs menos ortodoxos, garantiu que essa série chegaria a nós mais cedo ou mais tarde.

Há, porém, claras diferenças entre essa Tropa e a que lutou na Noite Mais Densa. Durante a referida super-saga (mega é exagero), alguns dos principais representantes de cada Tropa formavam os Power Rangers da DC, entre eles Hal, Saint Walker, Atrocitus, Larfleeze, Sinestro, Carol e Índigo-I. Claro que tivemos também a Tropa B, com Mulher Maravilha como Safira Estrela, Barry “Flash” Allen como Lanterna Azul, Lex como Agente Laranja, Mera como Lanterna Vermelha, Espantalho como um Lanterna Sinestro, Elektron representando a Tribo Índigo e mais uma vez Hal, como ele mesmo.

Neste novo título, escrito por Tony Bedard e desenhado por Tyler Kirkham e Batt, teremos Kyle Rayner como o Lanterna Verde líder dessa multicolorida equipe, ao lado de Bleez dos Lanternas Vermelhos, Arkillio da Tropa Sinestro, Glomulus um Lanterna Laranja, Munk da Tribo Indigo, e os já conhecidos Lanterna Azul Saint Walker e a Safira Estrela Carol Ferris, embora em alguns lugares se diga que será  Fatality.

Este titulo me chamou a atenção principalmente por não ter Hal, e sim Kyle como representante dos Lanternas Verdes, e por estar carregado do conceito de Espectro Emocional, na minha humilde opinião, a melhor sacada do Geoff “Orange Agent” Johns.

Mas o interessante de ambos os títulos é que nenhum deles é novo…

Stormwatch surgiu dentro da Image/ Wildstorm como criação de Jim Lee, o mesmo que agora os fez virar um grupo DC. Surgido na década de 90 do século passado (velhíssimos!), o título teve certa relevância quando no fim da década passou pela mão do elogiado Warren Ellis, e acabou dando origem ao já conhecido Authority. Ou seja, Apolo e Meia Noite já tem um passado com a equipe (um passado apagado da cronologia, mas tem). Stormwatch teve diversas equipes e formações, inclusive algumas simultâneas, até virar o título de sucesso Authority.

Já o nome New Guardians surgiu durante o evento Millenium da DC Comics, no fim da década de 80 do século passado (mais velhíssimos!), numa série escrita por Steve Engelhart e desenhada por Joe Staton. New Guardians era um grupo formado por heróis de diversas nacionalidades escolhidos pelo Guardião do Universo Herupa Hando Hu e pela Zamorana Nadia Safir (provavelmente uma tia da Sasha).

Os escolhidos para serem os “Novos Guardiões” eram Betty Clawman, Extraño, Homem Florônico, Gloss, Harbinger, Jet, Ram e Thomas Kalmaku (O.o’). A série trouxe diversas polêmicas como o vilão que ganhava poderes da cocaína e o homossexual Extraño que era portador do HIV, por exemplo.

Independente de nem tudo ser novíssimo, esses dois títulos, segundo nos revelam os Antigos Espíritos do Bem, são os que mais prometem e são os que vocês acompanharão pelas minhas mãos e opiniões mensalmente.

Novo ThunderCats: Nós prevemos…

Por Rodrigo  “O de vida eterna”  Broilo

Sabe quando você vê uma notícia e a primeira coisa que vem a sua cabeça é: “Medo!” (E a segunda é “Eike Absurdo”)? Essa é a reação que a notícia de uma novo desenho dos ThunderCats causou em muitos fãs do desenho oitentista que marcou toda uma(s duas) gerações de nerds, geeks e assemelhados, bem como seres normais e sociáveis.

Mas convenhamos que esse é o sentimento normal da maioria dos seres humanos quando algo ameaça mexer nas bases de nossas sagradas infanto-juventudes. Somos dominados pelo poder de Parallax e rejeitamos o novo, então abraçamos tudo, e como Larfleezes, gritamos “Meu!”. Como diria a filósofa Santa Paciência: “Fiel é phod@!”

Mas está na moda revisitar universos e histórias bem contadas para reescrevê-las, como num reboot, ou relaunch, ou restart (esse eu, particularmente, dispenso).

E foi assim com ThunderCats. Ou melhor, está sendo! (“Adoro Gerúndio! Acho Digno” Betina Botox).

O remake de ThunderCats, produzido pela Warner Brothers Animation, estreou no Cartoon Network Americano em julho passado. E está chegando ao seu sétimo episódio com críticas positivíssimas (abusando do superlativo absoluto sintético).

E está tudo lá. Snarf, Mumm-Rá, WillieKit e WillieCat, o quarteto da primeira temporada. Tudo no seu lugar. Claro, com uma pegada levemente mangá e com uma repaginada no ‘visu’, pois a moda retrô dos anos oitenta não está tão na moda assim. Panthro está maior e mais vestido, Lion-O abandonou o maiô (O maiô, apesar da terapia, passa bem), Cheetara está menos mulherão, enfim. É o que se faz para adaptar a coisa pra gurizada nova que tá começando a se perder por esse universo obscuro das artes nérdicas.

O sétimo episódio, que está pra estrear nos EUA, terá a participação dos SilverHawks? Lembra deles? São as influências dos anos 80 voltando com força!

Segundo críticas, o novo ThunderCats tem um roteiro bacana, bem contado e sem final clichê. A animação é normal, sem nada que seja muito apoteótico. O visual, os desenhos e as vozes parecem ser bem bacanas. Mas muito disso é o que dizem, pois eu só vi alguns teasers, que estão no youtube, já que por aqui o desenho só chega em 2012. Adivinha onde? No SBT, lógico, que arremata tudo o que é do Cartoon.

Quem sentir um gostinho desse novo Thunder? Sente aí!

O Santuário pressente que será bom para todos!

Quer saber mais sobre os personagens de Thundercats? Clique aqui!

Quer ler sobre o desenho clássico? Clique aqui.

Historama

Nova DC: um mundo novo e diverso. Ou não?

Por Rodrigo Broilo

Capa da nova "Stormwatch" pós reboot, que traz o heróico casal gay Apollo e Meia Noite.

Há meses atrás a DC Comics prometeu para este setembro um novo Universo. De lá pra cá diversas polêmicas rolaram em torno desse reboot, que segundo eles é um relaunch, com cara de restart, que provavelmente causará um recall. Primeiro foi o fato de reiniciar todos os números, depois o de sumirem alguns personagens, depois algumas histórias serem apagadas, depois personagens novos tomarem espaços em detrimento de outros que sumiram, depois o fato de que todas as histórias já contadas cabem em 5 anos, tempo em que Superman atua como herói, e que Batman já teve 4 (ou 5) Robins. Ou seja, tá confusa essa bagaça. E A última San Diego Comic Con não esclareceu muita coisa. Pelo contrário…

Aliás, parece que os fãs não estão perdoando o mínimo deslize, até nos mínimos detalhes. Coisas para a qual, parece que a editora não estava preparada. Principal, e especialmente, com relação a promessa de um mundo pautado na diversidade. Aí ferrou!

Primeiro que este novo mundo não está tão diverso assim. Colocar uns personagens com meia vertente gay como Voodoo, e mais alguns negros como Batwing, não foi suficiente, ainda mais quando a editora diminuiu drasticamente o numero de escritoras e desenhistas femininas em seu quadro. Os títulos com personagens femininas, dentre os 52 títulos, também são poucos, se a pauta é diversidade. Por que não há mais mulheres? Mais Negros? Mais Mulheres Negras? Mais latinos? Árabes? Judeus? Indianos? Gays? Gordos? Deficientes físicos (já que Babs foi reabilitada)? E os outros tipos de minorias etno-sexual-religioso-condicionadas? Porque não podemos ter um herói com síndrome de Down? Onde anda Mia, a soropositiva?

O povo questionou um pouco de tudo isso na SDCC 2011. O que prova que diversidade não é o foco da editora, e sim as vendas. O que não é questionável, afinal esse é o negócio dos caras. Mas aí a tentarem isso vendendo uma falsa ideia de um mundo diverso que reflita as ansiedades de um mundo com as nossas nuances, fica chato pra eles.

Essa promessa de um mundo multicolorido e multirepresentativo certamente não terá tanto efeito, pois quem compra esse material não tem esse anseio. Nerds, ainda mais agora que estão no topo da cadeia alimentar, não se preocupam assim com minorias. Eles querem boas histórias, se eles serão de brancos, pretos, verdes ou mulheres, exploda-se. O fato é que, títulos de mulheres não vendem muito, heróis negros funcionam mais em equipe, e gays são, na quase totalidade, secundários, ou até terciários.

Embora eu seja um grande fã da diversidade, cultural, sexual, religiosa, de condições físicas, e defenda o uso dela em um mundo tão cheio de pré conceitos, dogmas, e ignorâncias como o nosso, não boto muita fé que esse novo mundo fará muita diferença. Se a DC tem essa altruística missão dentro do mundo dos quadrinhos, eu não sei. O que eu sei é que nós não estamos preparados para isso. Vamos comprar Batwoman por ela ser mulher e lésbica? Não. Compraremos se as histórias forem boas. Compraremos Mr. Terrific por ele ser negro e o único sobrevivente da Sociedade da Justiça? Se as histórias forem boas, talvez. Estamos abertos a um mundo de diversidade? Não. Pois se estivéssemos, não seria preciso ressaltar alguns poucos personagens renegados para dar um ar de politicamente correto aos quadrinhos. O dia em que não precisarmos ressaltar um personagem como gay, mulher, negro, judeu, ou qualquer outro, aí a diversidade estará instaurada.

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