Por Venerável Victor ”Guardião da Blogosfera” Vaughan
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“New Guardians #8″ e “Stormwatch #9″ – Cuide bem do seu anel, seja qual for!
Por Rodrigo “Disque B para” Broilo
Essa semana é uma anelada só!
Apresento a vocês os resumos de “Green Lantern: New Guardians” #8 e “Stormwatch” #9, cercados de lanternas por todos os lados! Em New Guardians sempre foi assim, mas em Stormwatch? Pois é…
Green Lantern: New Guardians #8
Os Novos Guardiões aceitaram a condição de Invictus de acabar com Larfleeze, em troca de o “Último Arcanjo de Veja” poupar os bilhões de Veganianos (porque Veganos é outra coisa).
Mas foi só sair do Orrery e recuperar os sistemas de comunicações dos anéis que a equipe se desmantelou.
Todos eles estavam fracos e precisando recarregar seus anéis… Munk, como é o único que carrega sua bateria (em forma de cajado), foi o primeiro a ter energia total. Mas ele foi chamado por Índigo-1 para uma missão, que segundo nota, tem haver com Green Lantern #9. E se foi sem nem se despedir.
O mesmo aconteceu com Arkillo, que ao ser comunicado que toda a Tropa Sinestro havia sido desmantelada (leia-se “pfffffffff”), pirou na batatinha, tentou fazer guisado da garganta de Kyle, e partiu put@ que só ele para Korugar.
Chegando lá conseguiu salvar um dos últimos Lanternas Amarelos, o ferreiro que havia forjado o anel de Sinestro, das mãos de uma galerinha que estava prestes a decapitá-lo. Na fuga ele conta que toda a Tropa Sinestro já era, posto que nem Sinestro era mais um deles. Isso mesmo amiguinhos, Sinestro saiu de sua Tropa. E para que? Para se tornar um Lanterna Verde novamente. Taí o que você nunca imaginou!
O ferreiro consegue forjar uma bateria e enchê-la com um resto de energia do medo para recarregar o anel de Arkillo, em troca de este lhe ajudar a conseguir o Orrery que holograficamente Arkillo havia mostrado.
E com um novo juramento, começa a noite de Arkillo, descendo a porrada na galera que estava perseguindo os dois…
Aliás, essa edição foi um festival de Juramentos… Arkillo, Munk, Fatality… Inclusive foi fato muito importante o juramento de Fatality, pois, ao se reencontrar com as Zamoranas, ela descobre que o Orrery nunca poderia ter entrado pelo buraco branco (…’) sem ajuda dessa dimensão. O que coloca mais lenha na fogueira, faz que o primeiro arco não acabe e deixe as pontas soltas para o verdadeiro enfrentamento contra Larfleeze.
A próxima edição promete focar na Tropa Azul… Será que a Esperança não será a última a morrer?
Continua sendo meu título preferido da “Primeira Onda” do nUDC, ainda com Tony Bedard, Tyler Kirkham e Batt.
Stormwatch #9
E você, que não gosta de Lanternas, achou que estava livre? Não hoje…
Pois Stormwatch enfrenta um Lanterna Vermelho.
Segundo Engenheira, eles estavam de olho há muito tempo nos Lanternas Verdes e sua “arma mais poderosa da Terra”, mas parecia que agora um Lanterna diferente rumava para a Terra. Um mais vermelho…
Meia Noite e Apollo vão enfrentá-lo e depois de Apollo ter os olhos queimados, Lucas acaba cortando fora o braço do Lanterna Vermelho, quase o matando já que o anel vermelho havia sido removido…
Ambos levam o vilão ao Olho do Furacão, enquanto em Roma, Jack, Jenny e J’onn (óia quanto jota!) enfrentam Piero Rosci, que diz ser um antigo integrante de Stormwatch, a quem os “Dark Lords” (agora “Shadow Cabinet”) traíram.
Os três conseguem conter o cara e levá-lo ao “Olho do Furacão”, onde ele conta sua história: sua amada Isabella fora assassinada por um colega a mando dos mestres. Piero vai ficando irritado, bravinho, furioso e daqui a pouco o Anel Vermelho (que já estava fora do Lanterna chifrudo) o escolhe como novo Lanterna Vermelho… Não fosse Meia-Noite, com seus ímpetos de assassino cada vez mais forte, matá-lo… Aí o Anel Vermelho ia escolher Lucas Trent… Quando Engenheira captura o anel em um campo de força de raiva pura (…’’).
E Meia Noite volta para suas simulações de treinamento, onde ele pode matar pessoas à vontade… Mas porque o Batman aparece?
Como nada mais é fixo em Stormwatch, essa edição conta com Peter Miligan no roteiro, Miguel Sepúlveda na arte e Alex Sinclair nas cores, sendo desses dois também a capa da edição.
Segundo solicitações, parece que na próxima edição muda a equipe artística… E dois antigos integrantes retornam… Agora todo mundo na dança da cadeira!
SEXTA MALDITA – Amaldiçoados sacerdotes do Santuário!!! A “Maldita” voltou!
Por quatro meses vocês, meros mortais, ignorantes da ordem cósmica e insignificantes no teatro da existência, rezaram, se apegaram a diversas supertições e pediram a suas divindades preferidas que os protegessem do retorno dessa coluna… pois todos se danaram! Estou totalmente entediado, afinal há milênios vocês não me apresentam novidades no quesito maldade, a não ser por um seleto grupo de almas condenadas geniais, é sobre elas que falaremos aqui, todos os meses como já fazíamos antes, nesse mês regozijai-vos vermes! Mephisto abre as portas desse Santuário para: as contra partes definitivas de alguns de seus mais amados heróis.
MAGNETO
Por Ckreed Kleber (@Ckreed_TPL) O Baile dos Enxutos
Enquanto isso, no Xou de AuXiwitz, o programa de maior audiência nas manhãs da Polônia em 1945:
- Boooom diaaaaaaa! Vou propor um game a vocês, baixinhos! Quem vencer leva todos os pertences de quem perder! É simples, quem quer brincar, levanta a mão! Aham, Cláudia, senta lá! Você não pode, pois é normal, perfeita. Vou escolher o Erik que é diferente de nós, pois somos melhores, somos superiores. Agora, vamos todos matar os pais dele!? Não é divertido? Essa brincadeira pode melhorar: matem também todos que ele conhece e são uma escória genética igual a ele! Para fechar o jogo, com chave de ouro, vamos matá-lo, pois o mundo será um lugar melhor se todos da raça dele sumirem da face da Terra… Ei, baixinho! Volte aqui! Não sabe brincar?! Seu moleque levado! Se você fosse alfabetizado em inglês, não faria isso! Espere! Como você consegue mover minha nave desse jeito sem tocar nela!? Erik, você matou todas as minhas ajudantes de palco loiras e lindas! Que tipo de monstro é você, Erik?! Nãããoooooooo…
- Erik é o caralho! Meu nome é Magneto, porra!
Magneto tomou o controle remoto de sua vida, desligou a tv e foi ler um livro numa vila do leste europeu junto de seu amor, Magda, com quem teve uma filha. Mas como finais felizes são monótonos, sua casa é incendiada e ele vê sua criança ser queimada viva, ao vivo e em HD 3D! Então, Erik usa seus efeitos digitais mutantes, manda pro paredão e elimina todos os responsáveis por isso. Sua esposa, horrorizada, foge grávida de gêmeos e, desde então, Magneto é perseguido por ter cometido o maior crime que existe: o de ter nascido diferente da maioria das pessoas! E, como tudo que é diferente causa estranheza, rejeição, não dá audiência, ironicamente Magneto copia a fórmula de sucesso que é atacar antes que o ataquem e destruam os seus iguais, quem ele ama. Fim.
ESTRELA NEGRA
Por Tarcísio Aquino - Torre Titã
Sou Komand’r de Tamaran – a verdadeira herdeira daquele mundo já perecido. Tudo me foi negado desde o nascimento, desde animais de estimações à própria vontade de X’Hal de não abençoar-me com a habilidade de voar. Tento evitar recordações, mas é inevitável não me lembrar das noites chorando e contemplando as estrelas. “Ainda irei estar entre elas…”, eu pensava. Meu mundo era um verdadeiro paraíso: Uma natureza incrível e singular associada à grande ciência avançada. Nunca procuramos a guerra, mas ela veio em consequência da fraqueza de meus pais em governar Tamaran.
Quando minha irmã nasceu, a capital se regozijou em festa! Ela era tão lindinha! Os cabelos dourados como seu próprio corpo. Nunca imaginei que minha irmã caçula pudesse exponenciar a rejeição que todos passaram a ter sobre mim. Ela sempre me culpava por tudo! Chorava toda vez que seu Dror (os animais de estimações em nosso mundo) desaparecia. O divisor de águas em nossa relação se deu quando tentei reanimar K’ruir, seu dror. Todos acreditaram que tentei envenená-lo. Na verdade, estava tentando reanimá-lo. Se eu fosse contar tudo que me aconteceu…
Entretanto, não guardo mágoas. Continuei tentando mostrar a meu povo, principalmente à minha irmã, que jamais deveríamos ser humilhados.
Assim, não posso deixar de comentar que tudo que fiz por Koryand’r foi fortalecer seu espírito. No momento em que fomos treinadas em Okaara, consegui me aproximar de determinados concorrentes e lhes propus que intensificassem a “marcação” na douradinha. Tudo era para lhe proporcionar o espírito competitivo, para alcançar a vitória. Afinal, eu adoraria que ela me acompanhasse quando Tamaran fosse o centro de Vega sob meu comando. Resumindo, queria torná-la minha guerreira! Sempre admirei o lado forte de minha irmã. Tudo isso foi conquistado com um árduo trabalho. Consegui que ela passasse anos como escrava, para que nunca mais pudesse se sujeitar a tal humilhação. E o que ela fez? Me ignorar, me condenar…
Com o tempo, decidi que seguiria meu caminho sem meus pais e até mesmo sem meu irmão, R’yander. Desbravei as estrelas como sempre sonhei e, por momentos, algumas pessoas de minha história aprovaram meus feitos. Se tivessem me ouvido antes, Tamaran poderia ser o planeta mais poderoso do universo. Nunca desejei mal a ninguém, apenas tentei fazer o certo da forma que sempre achei ser a melhor. Enquanto eu me preocupava com a segurança de Tamaran, minha irmã brincava de casinha em um planeta chamado Terra. Cheguei a tentar fazê-la perceber que os humanos são fracos, mas tudo em vão.
Demorou para que ela percebesse que seu lugar era a meu lado, como recentemente, lutando ao lado da L.E.G.I.A.O. e me tornando a rainha deles. Finalmente senti que poderíamos ser as irmãs que sempre sonhei que fôssemos: Guerreiras unidas em prol de nosso povo! Mas agora estou inerte, em meus pensamentos, devido a uma suposta distorção tempo-espacial. Imagino que minha querida irmã também tenha tal percepção. Todavia, não permitirei que minha história de luta e dedicação seja esquecida, afinal, tenho as estrelas como minhas amigas, as mesmas que eu contemplava quando criança.
DUAS CARAS
Por Lexy Soares - A Cabeça de Lexy Soares
O vilão do Batman que representa a dualidade do herói. Ele é o meu bat-vilão favorito, pois ele é mais complexo até que o Coringa. O palhaço é o oposto do Bat, certo. Agora, Harvey Dent, não, ele represente os dois lados do herói. Ele acredita que, assim como o Batman, deve trazer justiça à um mundo caótico, mas por sua dualidade, a justiça vem através de um caos ainda maior. É um dos vilões que sempre gera uma história diferente da anterior. Não é repetitivo como alguns vilões que fazem sempre a mesma coisa. E o melhor, a já citada complexidade faz o Batman quase sempre ainda vê-lo como o antigo amigo que Harvey foi, e nem sempre o trata como vilão.
SINESTRO
Por Paulo Joubert - pjcinehq@gmail.com
Quando conheci este personagem pelo desenho dos Superamigos da Hanna-Barbera, membro da Legião do Mal e detentor do anel de energia amarela, entendia que seu nome era “Sinistro”! E assim continuei pensando por um longo tempo. Até encontrá-lo nas HQs da Editora Abril. As edições de Amanhecer Esmeralda foram muito esclarecedoras.
O cara era a personificação dos vilões diametralmente opostos ao herói antagonista. Não por ser o oposto em similaridade de poder apenas, mas por também ser a visão aterradora daquilo que Hal Jordan poderia vir a ser (e ironia do destino ou dos roteiristas, se tornou de fato quando dominado por Parallax…). A personificação da visão do anjo caído (para os poucos chegados aos preceitos bíblicos, o opositor a Deus seria um anjo que se revoltou com os propósitos do Criador e se voltou contra ele). As HQs de super-heróis são repletas de clichês inspirados na Bíblia, se formos ver (Superman como Moisés cósmico, Surfista Prateado como anjo, Thor e Odin com relação parecida com a de Deus e Jesus e assim por diante). Sinestro era o LanternaVerde modelo. O tédio parece tê-lo corrompido. Sem falar a inveja do novato promissor.
Um adversário perigosíssimo, mais experiente, mestre da arte que o herói, embora com habilidade nata, aprendeu com ele a desenvolver. Pupilo que supera o mestre? Jordan de fato nunca conseguiu fazê-lo por completo ou definitivo. Vilão encardido!
“Sinistro”, como diz a gíria da molecada de hoje… Ao mesmo tempo que oposto, Sinestro tem semelhanças com Hal Jordan. Determinado. Destemido. Contestador. Duas faces da mesma moeda. Relação para fazer Freud coçar a cabeça. Acho que a diferença fica mais por conta de um certo humor que o lanterna nobre possuia no início. O filme resgatou isto com certa competência. O destemor traz certa atitude inconsequente, que Ryan Reynolds imprimiu, na minha humilde interpretação, com louvor (Dyego Rodrigues, estagiário onde trabalho, que não me ouça, ele detestou o filme do personagem, embora tenhamos dado boas risadas com outra adaptação de herói para a telona, quando a turma do trampo assistiu ao Motoqueiro Fantasma urinar…).
Tenho um amigo meio Hal Jordan em início de carreira. Inconsequente de doer, imaturo à beça, embora inteligente, observador e sensível. Mas atitude incompatível com os mais de trinta anos nas costas. Parece que foi antipatia mútua a primeira vista. Eu o achava fútil e superficial, ele me achava chato e antisocial. Acho que isto fez baixar em mim um Sinestro e eu o ofendi. Ele revidou com inteligência e muito bom humor. Fiquei bem irritado! Por ironia, nossa convivência por obrigação do trabalho, que no início nos mostrou o pior de cada um, acabou aos poucos nos fazendo ver o melhor um do outro. E ao contrário dos lanternas, os “rivais” acabaram grandes amigos. Vejo nele um irmão, ele me chama de parceiro. Coisas que Sinestro e Jordan jamais conseguirão ser. Tão diferentes e tão parecidos.
Alguns anos passados, tive a oportunidade de conhecer o desenhista Eddy Barrows num evento de HQ numa escola pública de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Ele me contou do sucesso que as revistas e séries do Lanterna Verde vinham fazendo nos EUA. Achava aquela situação um tanto exagerada, pois o conceito era para mim ultrapassado, repetitivo, cansativo. Mas não é que aquele argumentista da Sociedade da Justiça que o Garrit tanto curte, que até pra série Smallville andou escrevendo, e que tô enrolando aqui, enquanto ouço Maroon Five no fone de ouvido, ao mesmo tempo que a voz da Hebe Camargo soa no cômodo contíguo, tentando lembrar do nome do cara sem ter que consultar alguma fonte (sei lá porque só me vem Dan Jurgens na cabeça…), … Bom, ele reativou o interesse pelo conceito dos lanternas verdes. A adaptação para o cinema é reflexo deste sucesso. E quem disse que lembrei do nome do sujeito? Eita, Data de Nascimento Avançada… É, tive que colar de uma edição de Mundo dos Super-Heróis: Geoff Johns!
Bom, tá ficando tarde, a energia do meu anel energético tá se esgotando, amanhã tenho que acordar cedo para trabalhar. Vou recitar meu juramento amanhã ao acordar para encarar o dia. Como é mesmo? : ” No dia mais claro, na noite mais densa, o mal sucumbirá ante a minha presença… ” Espero que este texto não deixe o nível dos textos que tenho lido no santuário cair muito…
Abraço,
Paulo Joubert
O ASSASSINO AMARELO
Por Guy Santos – Blog: Guy Santos
Ele gosta de ouvi-las gritar quando está abusando delas, é isso que lhe dá prazer, vê-las sofrer. Roark é um molestador doentio, protegido de seu papaizinho senador. Roark é um ser cruel, prestes a fazer mais uma vitima Nancy Callahan, mas é interrompido pelo policial, á beira da aposentadoria, John Hartigan, que não se contem em atirar contra o louco molestador, ele lhe tira suas “duas armas”.
Mas Roark é filho de um senador corruto e o mundo é movido por mentiras. Hartigan é preso no lugar do verdadeiro vilão, que por sua vez, tem seu corpo restaurado e se torna um monstro amarelo, com uma aparência terrível e um cheiro insuportável, mas com um gosto de vingança.
Anos depois Hartigan é libertado e vai atrás de Nancy, que cresceu e ganhou curvas. Mas ele é perseguido pelo “Assassino Amarelo”. Roark consegue o que quer, Nancy, e deixa John para morrer pendurado em uma forca. No entanto o ex-policial não morreria assim tão fácil e após escapar corre atrás do assassino, para salvar Nancy, Hartigan lhe tira suas “duas armas”.
O Assassino Amarelo vai contra tudo aquilo que é o certo. Ele é perverso, violento, assassino, corrupto, molestador e vingativo. Isso resulta em sua aparência horrível.
GARRA CINZENTA
Por Fernando Rebouças (@oiarte) – OiArte
O Garra Cinzenta nasceu vilão, personagem das HQ’s brasileiras, criado no início do século XX, apesar de ser vilão, foi um dos primeiros personagens adultos criados na iniciante indústria dos super-heróis e, apesar de ser vilão, tornou-se um vilão herói da História das Histórias em Quadrinhos no Brasil e exterior.
E por Lancellot Martins – HQ Quadrinhos
Personagem do quadrinho brasileiro ambientado na década de 30 e publicado em 1937 em um suplemento do jornal Gazeta de São Paulo denominado A GAZETINHA… Foi uma criação de Francisco Armond e Renato Silva. O personagem usa uma máscara típica da década bem a caráter com uma capa e smoking pretos… Era um gênio que utilizava equipamentos científicos para experimentos bem sucedidos, como por exemplo,reviver mortos, transplantar cérebros, criar autômatos, circuito interno de televisão enfim, toda uma miscelânea própria dos pulps americanos… Nesta sexta-feira 13, nada mais justo do que tributar a um dos primeiros e mais sinistros personagens do nosso quadrinho – A GARRA CINZENTA!!!
ANTI-BATMAN E ANTI-SUPERMAN
Por Gustavo Sleman (@GustavoSleman) - Antimonitor HQs / Queen Brasil 71
Surgidos na revista World’s Finest #159, de 1966, o Anti-Batman e o Anti-Superman eram o Comissário Gordon e o editor Perry White. Essa típica história da Era de Prata, mostrava o dois, durante um visita à Fortaleza da Solidão, sendo expostos à Fórmula X-22, um gás alienígena que os deixa jovens novamente e que os faz desenvolverem tendências criminosas. Com isso, os dois decidem usar seus conhecimentos sobre os mais íntimos segredos de Superman e Batman para humilhar os Melhores do Mundo. Enquanto White assume a alcunha de Anti-Superman, Gordon se torna o Anti-Batman (ambos usando máscaras revestidas com chumbo a fim de evitar Superman descobrir suas verdadeiras identidades). Depois de roubarem muitos dos segredos da Fortaleza e da Batcaverna (incluindo coisas do Batcinto de Utilidades e do Batmóvel), Anti-Batman e Anti-Superman iniciam sua campanha contra Superman e Batman.
Após alguns planos maquiavélicos, felizmente, o Maior Detetive do Mundo, também conhecido como Cavaleiro das Trevas, descobriu a identidade dos dois vilãos e com isso, Superman, que na Era de Prata era um gênio cientifico, desenvolve um antídoto e o expõe a ambos, fazendo com que Gordon e White voltem ao normal, tanto nos quesitos personalidade como idade. Uma típica, inocente e cientifica história da Era de Prata da DC Comics.
BIZARRO
“O importante é ser você / Mesmo que seja estranho, seja você / Mesmo que seja bizarro, bizarro, bizarro” (Máscaras – Pitty)
(Quem nunca foi “do contra”? Nunca usou “só que ao contrário” no fim de uma frase falsa, por verdade ou brincadeira? Quem nunca disse umacoisa querendo dizer outra?)
O mundo é cheio de coisas bizarras, mas nada como esse cara. Criado por Otto Binder e George Papp, Bizarro apareceu pela primeira vez em Superboy #68, de 1958. A principal característica de Bizarro é ser como o Superman, só que ao contrário. E ele fala ao contrário! Coisas como: Bizarro “ama” Superman. Bizarro “salva” Superman, por que Bizarro “odeia” Lois. Bizarro “detesta” o Santuário. Ou seja, coisas impossíveis para ele.
Com um jeitão leso e descompensado, Bizarro, mesmo podendo parecer uma comédia, é um dos piores vilões do Super. Criado por Lex Luthor (outro put… inimigo do Super-escoteiro) para ser uma cópia do Superman, sua fraca construção genética fez com que ele se torna-se seu oposto. Inclusive em poderes. Tipo: visão de frio, raios X que só veem através de chumbo, fraqueza diante de kriptonita azul, mas aumento de poderes com a verde, entre outras, literalmente, bizarrices.
Desde 1958 até hoje, diversos Bizarros já existiram. O Último deles, ao contrário dos antecessores, não fora criação de Lex e sim do Coringa. Ora, um cara que fala ao contrário faz até o Coringa parecer normal!
E houve quem usasse o conceito do Bizarro à exaustão… Foram Bizarras, Kid-zarros, Lo-iz, Bat-Zarro, Páreos, enfim… Ser Bizarro era até normal. Tanto que (não uma vez) se criou o Mundo Bizarro, um lugar povoado por criaturas a la Bizarro. Claro que para ser um Mundo Bizarro ele não podia ser normal, por isso era em forma de cubo!
Bizarro usava um uniforme muito parecido com o de Superman, exceto pelo S invertido. Tinha uma pele pálida, parecida com pedra.
Mas Bizarro nem sempre era tão vilão assim. Muitas vezes ele só queria ser um herói, mas como a lógica dele era invertida… já viram né?
Ele já fez parte da Liga Bizarra da Justiça, Legião do Mal, Sociedade Secreta dos Super-Vilões (credo… esse nome é a derrota!) e Liga da Injustiça (muito melhor!). Além disso, cópias malignas do Superman, com nome de Bizarro, já apareceram em Smallville e até no filme Superman 3.
Mas o importante é que ele é um vilão único, sem comparativos com ninguém e que vai salvar você, cuidar do mundo e que adoraria ver você não comentar essa matéria.
VENOM
“Nós somos Venom, vocês nos conhecem por nosso visual negro com uma aranha no peito. Nós somos talvez o mais inusitado vilão do maldito Homem-Aranha. Não apenas pelo visual diferente, mas porque originalmente fomos criados para sermos apenas o uniforme de Peter Parker na minissérie original “Guerras Secretas”.
Relativamente novos – aparecemos pela primeira vez nos quadrinhos em 1988 – somos um organismo alienígena que vive somente em simbiose com outros corpos. Nós ampliamos os poderes de quem possuímos, mas também causamos graves mudanças de comportamento e com o tempo…assumimos a personalidade do nosso hospedeiro podendo gerar uma co dependência indestrutível.Um vínculo eterno.
Tudo começa durante uma luta em outro planeta, quando nos grudamos ao traje do maldito Homem-Aranha, nós chegamos a Terra disfarçados como o incrível novo uniforme, mas com o tempo o “amigão da vizinhança” começou a perceber que sua mudança de comportamento, temperamento e também cansaço exagerado era consequência do uso do traje alienígena e tratou de livrar-se de nós.Maldito! Nós vamos matá-lo”
A primeira encarnação do alienígena como vilão ocorre depois que o Homem-Aranha se livra do simbionte. Eddie Brock, ex-atleta e agora fotógrafo em Nova York, é quem se torna o hospedeiro mais longevo e conhecido de Venom.
Nos quadrinhos, Eddie desenvolve um ódio crescente pelo Homem-Aranha, que, sem querer, acaba com sua carreira jornalística prendendo o verdadeiro culpado por vários crimes pelos quais Eddie havia acusado outra pessoa. Com a carreira em queda livre, Brock, católico praticante, vai à igreja pedir perdão por pensar em suicidar-se. É aqui que a história de Venom como inimigo do Homem-Aranha começa. O organismo alienígena que buscava fugir de ser capturado, ao encontrar o rapaz, vê a oportunidade perfeita de se forrtalecer, se alimentando da fúria de Brock, que descobre a identidade secreta do Homem-Aranha em seguida pela criatura e tenta matá-lo diversas vezes.
Eddie chega a fazer parte de uma das diversas encarnações do Sexteto Sinistro, que entre outros possui como integrantes Kraven, Mysterio, e Dr. Octopus. E de uma divisão do governo que usa supervilões para fazer o serviço sujo… mas nunca fica por muito tempo, afinal além do simbionte normalmente possuir psicopatas a própria natureza caótica da criatura a torna imprevisível.
Venon é provavelmente o predador mais mortal do planeta.
PROFESSOR ZOOM – O FLASH REVERSO
Ele tem um irmão que consome toda a atenção dos seus pais, fazendo dele apenas um peso morto naquele lar.
Voltou no tempo.
Ele é o filho único daquela renomada família, e se formou com louvor, mas jamais terá o amor daquela moça que tanto ama, pois ela é apaixonada por outro.
Voltou no tempo.
Ele se aproximou dela antes que ela pudesse conhecer e se interessar por outros rapazes, mas ainda assim, ela não poderia lhe dar nada além de amizade.
Voltou no tempo
Aquela que despedaçou seu coração nunca chegou a nascer, pois sua mãe faleceu antes de se casar. Ele achou que isso aliviaria sua dor, mas não aliviou. Ele nunca mais realizaria nada grandioso em sua vida.
Voltou no tempo.
Realizou grandiosas descobertas através de seu esforço, mas seu trabalho não é admirado, não é valorizado, e ele não é respeitado, apesar de todas as suas conquistas científicas.
Voltou no tempo.
Ele se vê como um herói capaz de mudar o mundo. Mas nunca será adorado como os grandes heróis do passado, nunca terá superpoderes, nunca será igual a Barry Allen, seu ídolo. Nunca fara nenhuma diferença em época alguma.
Voltou no tempo.
Ele é dono de vastos poderes, comparáveis ou superiores aos de Barry Allen, o Flash. Fez o que pôde para mudar o mundo à sua maneira, mas ainda assim ele é apenas mais um vilão entre tantos, relegado ao fracasso no mundo onde os “heróis” sempre vencem. Ele é constantemente derrotado por seu antigo ídolo e agora maior rival. Todo o universo será eternamente o palco do seu fracasso.
Voltou no tempo.
O mundo sempre será da mesma forma. Igual e imutável. Nada poderá alterar as estruturas fundamentais que são a base da existência. O passado e o futuro são uma linha reta que se estende invariável do começo ao fim dos tempos, em processo contínuo e repetido, conforme o grande plano. Nunca haverá mudança. Recomeço. Reboot.
Voltou no tempo.
Ele é apenas um personagem de histórias em quadrinhos, uma ficção. Não é real. Não é capaz de surgir agora atrás de você, leitor, e quebrar o seu pescoço.
Voltou no tempo.
Se você sentiu um arrepio de leve e deu uma espiadinha sutil por sobre o seu ombro… sorria. Feliz sexta feira 13. Você está na Sexta Maldita!!!
New Guardians #7: Você vê o mundo em cores ou em preto-e-branco?
Por Rodrigo “Adoro essa revista” Broilo
Enfim, chega a sétima edição de New Guardians. E com ela algumas respostas, cujas perguntas vinham sendo feitas a cada edição.
Por isso, “Senta que lá vem história”.
Na última edição, Walker tentava usar sua luz azul da esperança para “curar” o que havia de errado com o Arcanjo Invictus, porém sem muito sucesso.
No início dessa edição vemos o grandão abrindo a boca e contando sua história. “Quer ver minha dor, Lanterna Azul? Então veja tudo!”
Invictus então explica que ele era integrante de uma raça de anjos que protegiam os mundos do Sistema Vega. Ensinavam uma vida de retidão, e era a eles que os muitos mundos recorriam em suas orações: “Das mega-cidades de Maltus às florestas de Okaara… Das Montanhas de Euphorix, aos desertos de Tamaran”. Eles os mostravam como abraçar a luz. Mas havia um grupo de habitantes que não necessitava deles: o povo de Changralyn.
Os arcanjos consideravam esse grupo a esperança de todo o sistema Vega. Sobre a liderança de Invictus, eles formaram o Concílio das Virtudes. Até que Larfleeze, o mestre da Luz Laranja da Ganância, apareceu.
E aqui entendemos mais um pouco sobre a “Tropa de Lanternas Laranja”. Segundo nos conta o Arcanjo Invictus, cada Lanterna Laranja que Larfleeze cria é um reflexo da alma de um inimigo morto. É como se ele aprisionasse seus inimigos derrotados, como troféus a seu serviço. Mas Larfleeze, por algum motivo, não conseguia aprisionar nenhum Arcanjo de Vega. Por isso, ele decidiu matar todo mundo. Menino ponderado ele, não?
Mas um Arcanjo resistiu: Invictus foi o único sobrevivente. E quando ele rompeu o véu entre essa dimensão e a mais próxima, a fim de aprisionar Larfleeze, ele foi atacado pelos Constructos Laranja de seu Concílio de Virtudes, e acabou ele mesmo sendo ‘banido’ para a dimensão vizinha.

E de lá, ele construiu o Orrery, um simulacro do sistema Vega, com habitantes modificados. Mas Invictus não queria só vingança, ele queria acabar com os habitantes da Vega original, para substituir pelas suas criações perfectas.
Até tudo isso ser revelado (além do fato de que não havia sido Invictus quem roubara os anéis – algo que nós, leitores, já tínhamos por certo), Bleez chega atacando Invictus, que acredita que eles estavam o distraindo para que Bleez (agora mais racional, graças ao Oceano de Sangue de Ysmault), a pancadaria volta. O Arcanjo elege Walker, que deveria ser o mais “santo”, como primeiro a morrer, mas Arkillo não permite, já que segundo ele “O Lanterna Azul pertence a mim. Ele é meu… meu…”. E não ficamos sabendo o que ele queria dizer…
Enquanto eles continuam a discutir o quão indigno o plano de Invictus é, e que isso não o faz melhor que Larfleeze, Kyle questiona o quanto ele está cego e não vê o milagre que esses “Novos Guardiões” são.
“Lanternas vermelhos não conseguem ver além de sua raiva, ainda assim Bleez veio para salvar-nos. Arkillo sempre via a todos como vítimas potenciais, mas eu aposto que ele estava a ponto de chamar Walker de seu amigo. Para todos os efeitos, nenhum de nós sete devíamos concordam em nada uns com os outros. Devíamos estar esganando uns aos outros. Mas aqui estamos, trabalhando juntos, nos tornando algo melhor do que nossos anéis dizem que somos. Larfleeze nos enviou aqui como assassinos, mas este grupo que ele uniu está se transformando em algo que ele nunca planejou. E só o que você consegue é tentar nos esmagar?” Disse Kyle (tradução livre deste que vos resenha). E parece que isso teve certo efeito sobre Invictus.
Ele decidiu poupá-los, se, e somente se, Kyle assassinar Larfleeze. E assim, meus amiguinhos, a edição termina nos dando uma série de respostas, e uma única saída.
Tony Bedard tem feito, em minha opinião, um trabalho excelente com esses personagens, dando a eles muito mais do que só a personificação de uma emoção. Arkillo, mesmo sendo avatar do medo, pode ser grato. Walker, mesmo com toda sua esperança, pode ser emotivo. Bleez pode ser racional, assim como Fatality. Munk, por mais compaixão que deva representar, pode ser o mais apático. E Glomulus, apesar de ser um constructo de Larfleeze, não é ele. E se analisarmos esses personagens, pouco trabalhados anteriormente, no universo pré-reboot, vemos porque eles funcionam melhor juntos do que funcionariam os medalhões Hal, Sinestro, Índigo I, Carol e Atrocitus (exceção para Saint Walker, que com sua caridade se acerta com qualquer um).
A arte de Batt e Tyler Kirkham, junto com as cores de Nei Ruffino, continua combinando muito bem com a idéia da revista, e me atrevo a dizer que são uma marca desses Lanternas Coloridos.
A próxima edição dá destaque a Arkillo. Pelas solicitações, tudo tem a ver com Sinestro. E será que há esperança para os Lanternas Azuis? Em maio, no Santuário!
Nota: 9,0.
Ressurgindo das cinzas – Parte 2 de 2: Resenhando os Novos Guardiões. Glomulus, nós te amamos!
Por Rodrigo “Goku nunca morre” Broilo
Continuando a série de resenhas perdidas…
Aqui sim, nós temos boas novas. Nesta edição (tremendamente curta, por sinal), acompanhamos a batalha entre os Guardiões do Universo contra Larfleeze e seus construtos, além de uma dominada Sayd. Entre meio a batalha, Kyle fica entre a cruz e a espada. Ou melhor, entre o transformado e apático Ganthet e a “possuída” Sayd, tendo que escolher entre os Guardiões, a quem jurou lealdade, mas que o demitiram, e entre essa nova equipe que precisa de Kyle como um líder. Kyle faz sua escolha e manda Munk, o lanterna índigo, tele transportar a todos, incluindo Larfleeze, Glomulus e Sayd para longe da cidadela de Oa.
Os nove vão parar em Okaara, planeta do Agente Laranja Larfleeze, e onde a Estrela Safira, Fatality, havia sido treinada. Bleez e Arkillo não gostam muito de terem sido removidos do campo de batalha. Bleez volta então para Ysmault, enquanto Arkillo tenta atacar Munk, sendo impedido por Walker. Arkillo se volta, então, contra o lanterna Azul, mas esse usa seu poder de esperança para fazer com que o desejo de Arkillo de recuperar sua língua seja realizado pelas mãos de um construto de Sinestro (nota: segundo o que a edição conta, Sinestro não é mais líder das Tropas, e sim Mongul, que foi quem tirou a língua de Arkillo, que falava pelo seu anel até então, por mais dúbio que isso possa parecer).
Larfleeze leva os lanternas restantes para a sua base fétida, onde então explica porque ele enviou Glomulus em forma de anel atrás de quem tentara roubar o seu e o que Sayd descobriu: um enorme buraco branco (Oh Lord!) de onde surgiu “The Orrery”.
NEW GUARDIANS #5
Kyle, Munk, Fatality, Walker, Arkillo e Glomulus vão até o Orrery, uma gigantesca máquina do tamanho de um sistema solar inteiro (o Orrery é uma máquina que simula os movimentos dos planetas e seus satélites em um sistema solar, só que no caso desse, ele é do tamanho de um). Não conseguindo usar seus anéis para rastrear a traquitana atrás de vida, eles resolvem se dividir em duplas. Arkillo se nega a ir com Glomulus, e “escolhe” Walker. Munk vai com Fatality. Para Kyle sobra Glomulus.
Enquanto isso, Bleez chega a Ysmault onde é castigada por Atrocitus por não ter cumprido sua missão.
Munk e Fatality vão até um dos orbes desse móbile planetário para investigar. Durante a conversa, Munk diz que Fatality é uma contradição ambulante, pois havia passado anos perseguindo lanternas-verdes e agora era uma Lanterna Violeta. Reparando nos atos e nas técnicas de Munk, Fatality o questiona o que ele havia sido antes de conhecer a compaixão da Tribo Índigo. Mas eles são atacados. Durante a luta, a criatura que parece ser o líder dos atacantes, questiona onde Fatality havia aprendido um dos golpes que usara. Ela responde haver aprendido em Okaara, ao que o “tiuzin” responde “Mas aqui é Okaara”. Surpreso bebê? Pois não fique. Arkillo e Walker entram em outro dos “planetas”, onde os habitantes acreditam ser Tamaran, e falam de um tal “Arcanjo”.
Enquanto isso, Kyle e Glomulus chegam a outro planeta onde os habitantes fogem temendo “A Besta”. Kyle pergunta o que “Glommy” havia feito e a criatura faz sinal de não saber. Cabe aqui um adendo: Kyle e Glomulus formam uma dupla promissora.
Um dos habitantes (que parecem ser marcianos) que não foge, acaba esclarecendo porque todos fogem de Glomulus, que teria a “Marca da Besta”, ao mostrar a eles uma estátua de Larfleeze. Soa então um alarme que vai trazer o novo maior inimigo dos Novos Guardiões: Invictus.
Três coisas ficam patentes. A primeira é que esse tal “Arcanjo” governa esse sistema solar inteiro, feito por simulacros ou cópias de outros planetas, já que há referências e estátuas do cara nos três planetas investigados. Segundo, pelo que deu a entender, Larfleeze não contou toda a verdade sobre o Orrery e parece estar usando os Lanternas para se livrar de um inimigo, o que, segundo as solicitações, só saberemos em março. Terceiro, Tony Bedard, Tyler Kirkham, Batt e Nei Ruffino estão à frente de um dos melhores títulos desse novo UDC, construindo aos poucos as relações entre esses seres com motivações tão distintas (#Fataço).
E esse, amiguinhos, foi meu “triunfal” retorno das cinzas. Como diria o grande mestre Mario Lobo, “vocês vão ter que me engolir!”
Beijos, beijos, beijos, ‘ciú’!














