Kyle Rayner da Terra, você foi escolhido…

Por Rodrigo “Não Escolhido” Broilo

E eis que chegou até nós Lanterna Verde: Novos Guardiões!

“O mês inteiro fiquei te esperando, pra te ler sorrindo, pra te ver brilhando!”

E essa parece ter sido a edição mais curta, pois quando eu vi já estava lá no cantinho o bendito “Next”.

MAS VAMOS AOS SPOILERS! Pois quem tem fome, tem pressa, já diria nosso Lanterna Macaco Vermelho, Victor Vaughan.

A edição começa com o que parece ser o resultado de uma batalha, com diversos Guardiões de Oa mortos. Não é certeza, já que esses anões reaparecem volta e meia. Mas um deles está vivo e se levanta entre os corpos, dizendo que o sacrifício deles não seria em vão, e usa sua energia para fazer um novo anel de energia da força de vontade. Adivinha quem? GANTHET, o Guardião eterno (e feio pra danar).

Mas então, corta pro bar. Que lugar melhor pra se achar um digno lanterna verde que O buteco? E lá estava o jovem Kyle Rayner, com os amigos, reclamando do mercado de quadrinhos (tá osso mesmo!). E quando a natureza chama e a fila do banheiro está longa, Kyle vai para os fundos do distinto estabelecimento com a intenção de tirar água do joelho, e vê o pequeno ser flutuando no ar dizendo: “Kyle Rayner da Terra, você foi escolhido”.

Óbvio que o guri pensou que era uma (Rá!) pegadinha, mas o anel se colocou (a si próprio) no dedo de Kyle e o transformou num Lanterna Verde. Ganthet começa a explicar rapidamente o que eram os Lanternas Verdes e o que ele poderia fazer com o seu poder, embora fosse algo que levaria tempo de trein… Mas hein?! Kyle já fazia um construto parecendo um Ganthet de mangá? É, foi uma boa escolha, conclui o pigmeu oano.

E ficou nisso a escolha de Kyle como Lanterna Verde. Sem emoção, sem beijo na boca, nessa rapidinha e… pum… corta pro setor 422.

Um Lanterna Sinestro tipo Calango tá “finish him” geral com uma galerinha (que eu a principio achei que fossem os Índigos, mas não). E quando ele estava prestes a fazer os últimos sobreviventes chamarem a mãe, o seu anel amarelo anuncia que ele estava “demitido”, e que o novo escolhido era do setor 2814. Sem poder qualquer, o Lagartixa é destroçado pelos aliens.

No setor 1009, um Lanterna Vermelho faz churrasquinho de seres que ele chama de assassinos. E a cena se repete, o anel dá adeus e voa para o setor 2814. Sem ar, ele tomba.

Aí chegamos ao setor 22. Uma delicinha Safira Estrela está tentando salvar uma família amorosa (pelo menos é o que diz seu anel violeta) de terríveis malfeitores, quando… ops! Mais um anel escapuliu. E então desabrocha a mais delicinha ainda Fatality (em péssimo Paninês, Fatalidade) do meio do espaço e cristaliza a sua “irmã” evitando que ela morra. Pra não perder tempo ela já dá um hadouken roxo na nave inimiga, para agradecimentos efusivos da amorosa família com sobrepeso. “Nós estávamos rezando por um herói”, diz o papai. Ao que Fatality responde: “Eu não sou uma heroína. Eu sou uma caçadora que viu a luz”! Mazáááá! E ela promete encontrar o “assaltante” e mostra-lo porque ele é conhecida como Fatality!

Enquanto isso, na Sala de Jus… ops! Na Times Square, um Lanterna Verde, que não é o da Liga nem o Negro, mas um novo, salva um guindaste de cair e matar transeuntes com quatro gigantescos constructos de pedreiros.

Enquanto um pirralho pentelho com camiseta de Flash (esses são o piores!) começa a criticar seu uniforme, chega um anel voador azul dizendo “Kyle Rayner da Terra, você foi escolhido”. Eu fico pensando, precisa dizer que o infeliz é da Terra? Tem algum tamariano, ranniano ou venusiano chamado Kyle Rainer também? Bem, em Vênus seria KUIU RUINUR (#ChapolinFeelings!). Enfim… Eu querendo interagir: “Manda o azul pra mim!!!”

E logo depois chega um vermelho, um amarelo, um laranja, e índigo, violeta…. Arghhh! Ele está cercado de “Kyle Rayner da Terra, você foi escolhido”. Que muvuca!

Não bastasse isso, Fatality chega exigindo resposta de um lado. O Lanterna Sinestro Arkillo chega do outro, mas leva um murro da Lanterna Vermelha Bleez (que pelo jeito de falar deve ser a “Jar Jar Binks” da equipe). E do nada surge o lanterna Índigo Munk.

A batalha de todos contra Kyle está prestes a começar quando… Acabou? Mas já?

Foi essa a sensação que eu tive… “Como assim, Bial?”. A edição usou tanto de imagens e teve uma ação tão rápida, que acaba sendo devorada em instantes. Talvez por eu ansiar tanto por esse título, ele tenha acabado num estalo. Fico curioso para ver Saint Walker e Glomulus… E muitos juramentos!

Apesar de usar pouco de diálogos, que realmente não foram tão necessários, o roteiro é bem conduzido e as imagens contam a história por si. Aliás o desenhista leva mais jeito para criaturas e humanos estilizados como a Safira Estrela do setor 22, do que para humanso puros e simples como Kyle. O Trio Tony Bedard, Tyler Kirkham e Batt fizeram um trabalho excepcional que promete…

“No reboot mais sinitro, na edição mais horrorosa,

Mesmo com Ganthet sendo  um guardião solitário,

Suportaremos até mesmo Dan Didio,

Desde que o Espectro Emocional ilumine O SANTUÁRIO!”

NOTA: 9,2

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3 comentários sobre “Kyle Rayner da Terra, você foi escolhido…

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