SEXTA MALDITA, bem-vindos ao mundo adulto!


Bem vindos jovens devotos, na primeira edição de minha coluna sazonal do Santuário, vamos discutir e apresentar a visão pessoal dos sacerdotes e neófitos  dessa casa, na defesa de por que esses maravilhosos personagens que nós amamos odiar  são, cada um em seu contexto, os maiores e melhores vilões de todos os tempos. Como eu, Mefisto não posso ser definido, pois definição é limitação e estou acima desses conceitos mortais, apenas convido-vos a apreciação dessa breve jornada na psiquê de grandes personalidades, algumas das quais me causam uma leve inveja, admito!

CORINGA “… Porque eles herdarão a Terra”   Por Pablo Ramos

criado por Bill Finger e Bob Kane

Ah, os vilões… representam tudo o que não queremos ver na vida e ao mesmo tempo são justamente eles que tornam as histórias inesquecíveis.. Chapeuzinho Vermelho, sem o Lobo Mau, teria se perdido na floresta e morrido de frio e fome na pior das hipóteses – história indigna de atravessar os séculos no imaginário das gerações. Os vilões, quando não querem almoçar suas vítimas, como o Lobo Mau ou Hanibal Lecter, buscam a dominação mundial, uma hecatombe nuclear, o fim da humanidade ou fortunas incalculáveis… certo? Errado.

Ao procurar o maior entre os vilões não é entre sonhos de grandeza e conquista que encontraremos o malvado definitivo; o maior vilão não é aquele que se faz ou tenta se fazer o maior, mas sim justamente o mais despretensioso de todos Quando os humildes herdarem a Terra… o Coringa, o palhaço do crime, estará entre eles.

O Coringa não quer dominar, aniquilar ou enriquecer.  Ele avança em sua loucura, muitas vezes denunciando a insanidade do mundo “saudável”, com o único propósito de levar desordem às vidas obsessivamente organizadas dos pacatos cidadãos de Gotham. Ele não comete maldades para atingir seus objetivos, como os antagonistas pragmmáticos espalhados por aí – a maldade para ele é algo mas do que natual, diria um caminho óbvio para sacudir o mundo da mesmice e assim chamar o morcegão taciturno para brincar de polícia e ladrão. O Coringa é mais do que um vilão afinal, ele é uma força da natureza, uma “força que não pode ser detida” como ele mesmo se definiu. Por não tentar ser maior que os outros nem querer ter o mundo aos seus pés, o Coringa é o mais cristão dos vilões – ele só quer levar sua boa-nova, que seria “Ei, de cabeça pra baixo também pode funcionar!”

Quando eu era moleque um jornalzinho das esdcola entrevistoou o professor de Geografia, perguntando o que ele faria se ganhasse todo o dinheiro do mundo. “Queimava”, foi a resposta que causou certo rebuliço entre os pré-adolescentes. Foi justamente o que o Coringa fez, em memorável cena de O Cavaleiro das Trevas – queimou uma montanha de dinheiro porque afinal tudo de que ele precisa é muito barato. Humilde, não?

Mas isso não seria suficiente para fazer dele o maior dos vilões – a cereja do bolo é sua inteligência soberba, que o torna tão indomável e perigoso. Além disso, que outro vilão tenta nos fazer rir a todo instante?

Darth Vader  ensaio sobre o mal   Por Rodrigo Garrit

criado por George Lucas

De onde vem o mal que nos domina e nos devora, e que nos faz ser parte dele? O mal já existe dentro de nós ou é cultivado pelos nossos atos?

Pode uma criança inocente ser detentora de um grande mal? Pode essa criança crescer possuindo um grande poder, uma enorme dádiva… receber treinamento dos melhores mestres, ter acesso aos mais sábios ensinamentos… e mesmo assim voltar-se contra tudo que lhe foi ensinado?

Um antigo ensinamento nos diz que existem duas feras dentro de nós. Uma é boa e a outra é má. Sabe qual delas predomina?

O jovem Anakin Skywalker conheceu todo o tipo de privação. Vivenciou o pior que o universo tinha a oferecer, mas também o melhor. Ele conheceu o amor. Até que de dentro dele, improvável, impossível… nasceu a ira!

O sentimento queimou em seu peito. Ele conheceu o ódio.

Sua fúria, oposta a serenidade que ele possuía, tornou-o uma força devastadora. O maior dos Jedis, o maior dos Sith. Tudo isso e nenhum dos dois. Uma anomalia incontrolável.

Seu corpo foi destruído, mas ele foi trazido de volta. Enxertos de metal substituíram seus órgãos, e isso o enfraqueceu, mas não o impediu de reinar entre os “inferiores”. A determinação incansável de um herói, a serviço das vontades do maior dos vilões.

A fera que predomina é aquela a quem damos alimento.

Deformado, aprisionado em uma máscara horrenda que lhe concede vida e faz dele a face da morte. A morte de qualquer um que esteja no seu caminho. Pessoa ou planeta. Que a Força proteja quem se oponha a Lorde Vader.

Até que de dentro dele, improvável, impossível… nasça a redenção.

Dr Evil  A síntese dos malvadões  Por Lucas Assis

criado por Mike Myers

Ele carrega o Mal no nome. Trinta anos em uma câmara criogênica no espaço sideral não foram o suficiente para aplacar suas ambições de dominação mundial. O nemesis do agente secreto britânico Austin Powers é o grande vilão dos três filmes da franquia, sempre com a pretensão de, claro, dominar/destruir o mundo ou… ganhar uma boa quantidade de dinheiro para não fazê-lo (!!).

Após uma tentativa fracassada de assassinar seu arqui-inimigo Austin Powers, em 1967, ele consegue escapar entrando em uma câmara criogênica que é enviada ao espaço. Após 30 anos, volta à Terra, reúne seus antigos comparsas para assumir novamente seus “negócios”, isto é, tentar dominar o planeta. Durante uma sessão de terapia em grupo, no primeiro filme da série (“Austin Powers: International Man of Mistery”), Evil nos presenteia com detalhes sobre sua infância e juventude: seu pai era um implacável padeiro autodidata belga, que tinha narcolepsia e tendências à perversão sexual. A mãe era uma prostituta francesa de 15 anos de idade, com pés palmados (é uma pequena deformidade em que os dedos dos pés se mantém ligados por tecido, como em alguns animais). Além disso, o pai era mulherengo, alcoólatra e afirmava ter inventado o ponto de interrogação (?, ?…!!!). Na primavera a família fazia capacetes de carne (Lady Gaga copiou) e quando ele era mal-criado, era colocado num saco de pano e apanhava com um pedaço de madeira. Com 14 anos de idade, um zoroastra chamado Vilmer ritualisticamente raspou seus testículos… aos 18 ingressou na Evil Medical School, mais tarde ele fez aulas de sapateado. Ele queria ser uma ameaça completa. No terceiro filme da série (“Austin Powers in Goldmember”), no entanto, é revelado que Evil e Power são irmãos gêmeos separados muito cedo em uma explosão de carro. Evil não é somente uma paródia dos inimigos do agente secreto James Bond mas uma paródia de todos os grandes vilões da cultura pop e as referências diretas aparecem diversas vezes (seu filho Scott o chama de “Darth” num momento). Quase todos os clichês estão ali representados: a obsessão pelo herói e um jogo de espelhos distorcidos entre suas personalidades (Mike Myers brinca com isso interpretando ambos os personagens), a irresistível volta da morte (após 30 anos!), os planos mirabolantes e a necessidade de contá-lo em detalhes para o arqui-inimigo dando-lhe tempo para escapar e derrotá-lo, o narcisismo sem tamanho ( inversamente proporcional ao tamanho de seu próprio clone e side-kick,, o Mini-Me!), a criatividade de seu sadismo (tubarões com raios laser na cabeça e muitas outras coisas), os fiéis comparsas atrapalhados (Number 2, Frau Farbissina, Fat Bastard…), um animalzinho de estimação bizarro (Mr. Bigglesworth, um gato persa que perdeu todo os pêlos devido ao processo de criogenia), e a relação complicada com o filho que se ressente de estar à sua sombra, mas que inevitavelmente seguirá o lado negr…o caminho da maldade.

Doutor Destino  Por Venerável Victor Vaughan

criado por Stan Lee e Jack Kirby

O homem da máscara de ferro  talvez seja o maior vilão de todos os tempos, primeiro por seu currículo invejável de maquinações , sendo o nêmesis  dos maiores heróis do mundo , detentor de talentos que rivalizam praticamente todos os campeões da terra e mesmo que não vestisse uma armadura – tão fantástica quanto seu intelecto pode conceber – capaz de neutralizar e contra atacar  qualquer super ser, Destino ainda se valeria de seus talentos naturais como, cientista, alquimista, místico, estrategista, líder e manipulador supremo. Segundo por sua natureza humana, pois Victor Von Doon com sua ambição que assim como seu intelecto não conhece limites só pode ser derrotado por seu maior defeito e a razão por nunca ter atingido plenamente seus objetivos , sua vaidade absurda.

O jovem Victor foi criado numa pequena aldeia cigana no arredores da Latvéria, seu país de origem na Europa central, sua mãe cigana, uma talentosa feiticeira, muito amada por seu povo, faz um pacto com o demônio Mefisto, obtendo poderes místicos para que pudesse  derrotar o governo de seus país que era responsável por tiranias e crimes horrendos com o povo, em troca de sua alma. Lógico que Mefisto a traiu e levou sua alma para seu reino de eterno tormento. Seu pai, um famoso curandeiro, foi assassinado por um Barão, irado por este não ter conseguido salvar a vida de sua esposa. Victor jurou vingança pela nobresa de seu país  e ao encontrar os apetrechos e livros de magia de sua mãe, descobriu um talento inato para  o ocultismo e começou a estudar sozinho artes negras, mostrando uma aptidão excepcional também para as ciências.

Essa aptidão o faz ganhar uma bolsa de estudos na universidade Empire State, onde conhece Reed Richards, o líder do Quarteto Fantástico, ainda jovem. Victor dedica seu tempo livre na criação de um aparelho trans dimensinal que o permitisse definir a localização exata  de sua mãe na dimensão infernal e assim  poder traçar um plano de resgate. Reed ao ler os esquemas de construção do projeto o alerta de uma falha estrutural mas a vaidade de von Doon o impede de ouvir o colega de classe com um catastrófico resultado. Ao ligar o aparelho, ele realmente consegue que  funcione por quase dois minutos, dando a localização de sua mãe mas após isso, ele exlplode causando uma cicatriz no rosto do jovem. Destino pela mesma vaidade não assume que os erros de cálculos eram seua e credita a culpa ao lider do Quarteto, elegando que por inveja do mesmo foi vítima de uma sabotagem. Querem saber o que é mais fantástico nessa história? A verdade pode ser realmente qualquer uma das duas. Pois apesar de grande herói, Reed Richards também e um ser humano falho e passível de sentimentos mesquinhos, ainda mais em um momento vulnerável de sua juventude…

Victor Von Doom  é expulso da universidade e atormentado por sua vaidade, se vendo como um monstro, pela pequena cicatriz que adorna seu rosto, parte para o Tibet  onde conclui seus estudos de magia, confecciona sua armadura, na época ainda mais rudimentar, onde por impaciência   – capítulo crucial de sua história, pois a máscara de ferro do traje, uma vez recém saída da forja e ainda quente – é encaixada na armadura,  deformando de vez seu rosto, ali definitivamente morrendo Victor e nascendo o  Doutor Destino que para seu país natal, derrota  com o apoio da população a nobreza vigente por séculos assassinando  os responsáveis pela morte de seus pais e se intitula  monarca absoluto da Latvéria, promovendo uma sociedade mais justa e igualitária para seu povo, apesar da sua justiça desmedida muitas vezes pela mão de ferro. Ele até se conferiu o doutorado em ciências pala universidade de seus país, já que não pôde concluir seu curso nos EUA. Sendo o mestre estrategista supremo, ele já derrotou os mais poderosos seres do universo, entre deuses, criaturas cósmicas e exércitos inteiros mas apesar de crer o contrário, sua orgulho e soberba, só não rivalizam sua vaidade desmedida que sempre foi e será seu mais formidável adversário. Por essas características tão humanas, Destino é o vilão com a personalidade mais copiada da história da cultura pop.

Exterminador  Por Rodrigo Broilo

criado por Marv Wolfman e George Pérez 

Partindo da premissa de que entrei no mundo dos comics e abracei a minha identidade nerd quando conheci e me apaixonei por Novos Titãs, é impossível não dizer que meu vilão por excelência é Slade Wilson, o Exterminador.

O problema é… Ele é um vilão mesmo?

Eu costumo analisar… Slade é um Exterminador, alguém que recebe por fazer um serviço que pouca gente faria. Ele é um profissional. Um profissional do extermínio, de crime, mas um profissional, e nesse ramo um dos melhores. Ele está condenado ao inferno pelas doutrinas judaico-cristãs ocidentais? Com força! E corre o risco de voltar como um sapo em outra vida, por tantas outras fés. Mas é o seu trabalho…

E muito mais do que isso, Slade é pai. Invariavelmente, desde a criação dos Novos Titãs por Wolfman e Pérez na dançante década de 80, Slade tem uma ligação paternal com os Novos Titãs.

Primeiro tentou destruí-los assumindo o contrato de seu finado filho, Devastador, em matar os Titãs. Slade considerava o grupo responsável pelo destino de seu filho.

Anos mais tarde foi a vez de Joey Wilson, o herói Jericó, estreitar as relações de Slade com os Titãs. Joey foi um valoroso membro dos Novos Titãs até surtar com tantas almas que possuiu. Slade foi obrigado a mata-lo e as relações entre ele e os Titãs ficaram abaladas em anos seguintes, como sempre.

Aceitando um trabalho aqui, outro ali, Slade foi adentrando no panteão dos grandes foras-da-lei do Universo DC. E não caiu fora nesse reboot, tem até título próprio.Por dinheiro, enfrentou a Liga. Por interesses próprios, se aliou a outros vilões. E por amor a sua família, enfrentou os Titãs.

Os métodos de Slade são condenáveis? Deveras. Ele mata, rouba e engana por dinheiro. Ele age em proveito próprio sempre. Ele é um mercenário de aluguel.

Mas ele é um pai. E isso faz de Slade Wilson o meu mais phodástico “vilão”: um homem de negócios, um pai de família, um homem de valores éticos e morais muito próprios e peculiares.

Voldemort  aquele que não devemos  mencionar  Por Letícia Fiúza

criado por J. K. Rowling.

Tom Marvolo Ridle  foi uma das mentes mais brilhantes da sua época, não há duvidas, contudo, isso não foi o suficiente para ele, já que outras características marcantes em sua vida eram sua ambição e ódio. E esses sentimentos, cegam. E foi exatamente o que houve com esse bruxo.

Voldemort odiava os mestiços e trouxas, porque eles eram uma lembrança presente da sua própria origem. O bruxo ambicionava ser grande, ser poderoso. Ele queria vencer a morte, vencer toda fraqueza humana que julgava maculá-lo.

Seu desejo era ser temido. Não ser respeitado ou amado, pouco lhe importava. A criança Voldemort não conheceu o amor, não conheceu afeição. Filho de uma união gerada por uma poção do amor muito forte, que era apenas uma imitação do sentimento, teve a partir da gestação o ódio e abandono como herança.

O homem Voldemort cresceu assim, julgando o desconhecido amor e a benevolência como sentimentos a serem eliminados, jamais aceitando tais fraquezas. E esse foi seu grande erro.

Não o defendo, meu lado critico acha que mesmo com uma mente tão brilhante ele acabou sendo muito burro, porém, consigo entendê-lo.  Na verdade sinto pena do que aquela criança se tornou. Na profecia que dita seu fim, é citado que seu oponente teria um poder que ele desconhecia. E Harry Potter em contraposto a Tom Riddle, era impregnado com esse poder, o amor.

Não são todos uma fofura? Por hoje é só Devotos…mas eu, Mefisto, estou sempre a disposição de vocês para proporcionar qualquer desejo que suas pequenas mentes puderem conceber, apenas cobrarei um pequeno preço, quase imperceptível e relevante. Beijo me Liguem!

Deixem suas estrelas, comentários e almas abaixo, que serão muito bem vindos …

Comunidade do Santuário no FACE

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33 comentários sobre “SEXTA MALDITA, bem-vindos ao mundo adulto!

  1. Excelente matéria! Adoro sua maneira de abordar temas c/ um leve toque de ironia! Sem perder o foco ou cair no escracho (que geralmente ocorre em vááááários blogs por aí)! Mas na minha opinião o mal encarnado é aquele que assusta quando sorri… me refiro ao ex-presidente e eterno arquiinimigo do Superman: Lex Luthor! Cara, como eu AMO odiar ele! Egoísta, ambicioso, sarcástico e manipulador! Capaz de se aliar c/ os mais improváveis vilões da DC e ainda sair por cima bem ao estilo “Eu-não-vou-acabar-presa-sabe-por-que?-Por-que-eu-sou-rica!-Eu-sou-rica!” de ser!!!

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  2. Adorei a matéria, tenho que falar que fui surpreendido pela proposta e o tema??? Mas gostei também das dicas dos colegas aí de baixo, quero ver o Rei do Crime e também uma vilãs bem malvadas,,,ui!

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    1. “Resposta padrão para leitor”
      Caro devoto
      Estaremos trabalhando para que em uma próxima Sexta Maldita, possamos melhor agradar nossos fiéis, em todo caso, que tal olhar com mais carinho para essa matéria e reparar que apesar de não haverem mulheres, optamos pela atitude politicamente correta e apresentamos uma diversidade sexual interessante, por exemplo: Voldemort é quase um ser que ovula e assim como Michael Jackson, vive perseguindo menininhos e o Coringa, bem…o Coringa é pan sexual, numa festa, seja ela qual for, sempre terá a vantagem de sair da mesma com 100% de aproveitamento.

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  3. Bem, sempre me admirou bastante o Magneto (mesmo as vezes estando junto aos heróis) por causa de sua obsessão cega pela luta de sua “casta” (um assunto tão antigo, mas sempre debatido ainda mais hoje: tempos de guerras santas, por opção sexual, bulling, liberdade de expressão no mundo cirtual entre tantas) e não medir nenhum esforço prá isso.
    A obsessão familiar (como o caso de Cassandra Nova e Morgana Le Fey em Camelot 3000) também me chamam muito atenção e até a maldade nonsense de quem se desapega de tudo, até da própria vida como o Pistoleiro (e seu auge no Esquadrão Suicida) também são alvos de ótimas observações). Caracas! Prá quem não lê há muito tempo, acredito que eu me lembrei demais!

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  4. Boas escolhas de vilões. Da loucura à corrupção, cada um representando aspectos diferentes do que é ser um vilão. Mas senti falta do Rei do Crime ai como representante da ameaça constante (por mais que tenha periodos de sumiço) no Universo Marvel.

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  5. Post do Mal!!!
    Impressionante como os autores bebem nas mesmas fontes. Sabemos disso , mas quando botamos os caras lado a lado fica divertidamente evidente a “estrutura clássica da personalidade maligna”(!!!!)- talvez o Coringa reúna mais elementos únicos se comparado aos que aqui estão retratados, mas ele influenciou uma leva enorme de sociopatas brilhantes e irracionais hehehehe

    Doom e Vader têm MUITO em comum, é evidente… se o primeiro ganha na originalidade e cimenta o caminho para os malvadões que viriam a seguir, o segundo conseguiu superar como ícone pop- qualquer um que sabe quem é Darth Vader, mesmo não sendo nerd, já nem todos saberiam exatamente quem é o Doom, eu acho. O Voldemort eu conheço nada, me parece que segue a mesma linha de obcecado por poder e empatia zero pela humanidade, sendo o jovem e atual Campeão Mundial na categoria- diz-me quem é teu inimigo e te direi quão famoso serás!

    Talvez eu goste mais de personagens como o Exterminador. Apesar de não seguir o código moral vigente, ele também não é um desvairado que quer dominar o mundo… o problema é que ele é bom demais no que faz, alguém tem que dar limites para ele. Sempre uma questão interessante…

    Opções políticas a parte, esse videozin to Youtube -link abaixo- é bacana demais…difícil alguem em nossa linha temporal conseguir juntar tantos clichês de super-vilão-com-pretensões-globais ao mesmo tempo. Paralelamente, é uma figura hiper provinciana:

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  6. Eu voto no Darth Vader como meu vilão preferido mas admito que o Doutor Destino influenciou muitos outros antagonistas. E o carisma do Coringa é insuperável. Tem um aí que não devo mencional o nome …e Dr. Evil??? Vocês se superaram, muito booommmmm!

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  7. Mas aí você ta falando a minha língua e perguntando se macaco quer banana! É André, houve um grande conflito interno entre Gori e Destino para o vilão que entraria na primeira Sexta Maldita…Destino venceu porque Destino não conhece a derrota, descrê da necessidade de ser comparado e zomba das regras (a não das suas próprias) Mas o bom doutor estará na próxima!

    Gori pode ser visto em uma entrevista chocante e reveladora aqui mesmo no Santuário, é só digitar o nome dele na busca do site.

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