Jukebox da Barda: Vai dar samba? Sambô!

Por Rodrigo “Assistiu Vingadores mas ainda não quer falar sobre isso” Broilo

A gente sabe que na política brasileira tudo acaba em pizza. Não que a gente se importe, né? Afinal, votamos pra não ter que se preocupar com isso. Não? Bom, verdade ou mentira, tem coisas que não acabam em pizza, e sim em samba!

É o país do Samba gente! Pra fugir só se mudando.

Antes, provavelmente, eu não teria as influências que estou tendo em um estado tão heterogêneo como é Minas Gerais, que além de ser receptivo a tudo e a todos, tem um pé em cada canto do mundo.

Foi assim que eu descobri “Sambô”.

Estava eu em alguma loja, nem lembro qual, e tava tocando “This Love”, originalmente do Maroon 5, numa versão samba. Eu disse: “quê é isso, produção?”. Aí passei por ignorante. “É Sambô, não conhece?” me disseram.

Comentei com uma amiga do trabalho e ela tinha ouvido algo parecido.

Numa festa de pós-casamento, finais de semana depois, eu vi o DVD. O que era possível, afinal, enquanto, em meio a litros e litros de Skol, nós nos esforçávamos para cantar “Evidências”.

Mas foi indo até que no último sábado eu encontrei o DVD+CD desse grupo em uma loja da Saraiva (aquela que toma boa parte do meu salário mensalmente). Comprei-o-o. Num ato de impulso, como quase tudo na vida desse lanterna azul.

E enquanto vos escrevo, neste final de tarde de feriado, vou assistindo e não me aguentando em mostrar um pouco a você.

Sambô, segundo o próprio site da banda, surgiu de uma roda de amigos profissionais com vontade de tocar um bom samba, em volta de uma mesa, batendo um bom papo.

A diferença de Sambô para outros grupos de samba é a influencia dos integrantes no rock e no pop. Quando, antes do fim do mundo, você pensou em ouvir “Mercedes Benz” da Janis Joplin, “Rock’n Roll” do Led Zeppelin ou “I feel good” de James Brown com um pandeiro de fundo? Agora seus medos (ou sonhos) se concretizaram.

Daniel San (não, não ele!) nos brinda com sua voz e pandeiro, acompanhadas por cavaquinho, tan-tan, rebolo…instrumentos típicos de uma verdadeira roda de samba. O Sambô ainda conta com Sudu Lisi (bateria), Ricardo Gama (teclado), Júlio Fejuca (cavaquinho, guitarra e banjo), Max Leandro (surdo e rebolo) e Zé da Paz (pandeiro).

Mas não é só de versões sambantes de clássicas e famosas músicas do pop rock que vive o Sambô. O Sambô vive de Samba, e de samba próprio até.

É uma mistura inusitada. Eu que adoro ver músicas conhecidas cantadas de novos jeitos (isso explica porque “Glee” é meu seriado preferido. Depois de “Big Bang Theory”, óbvio!), “achei um achado”, como dizem por aí.

E aí? Vai dar samba?

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