Disque H para herói & Vingador Fantasma – Judas virou super herói?

por Venerável Victor “tratador fantasma” Vaughan

Antes de tudo, o Santuário gostaria de desejar para Jorge Luiz Fernades um feliz aniversário atrasado, porém repleto de orgulho e carinho por você existir em nossas vidas! Parabéns, amigo e devoto!!!

Se você estiver lutando contra um dragão gigante, qual arma você escolheria? Rá! Essa é uma pergunta difícil, você provavelmente usaria o que tivesse a disposição! Complicado, não? Então suba a bordo da nave USS Santuário e descubra do que estamos falando.

DIAL H #0  SPOILERS

China Mieville & Riccardo Burchielli – Cores: Tanya Horie e Richard Horie
Capa de Brian Bolland

Abandonando totalmente a narrativa nos dias atuais do dial H e nosso herói, a edição zero se foca em um conto passado na antiga Babilônia. Nenhum disco rotativo de telefone é usado aqui, ao contrário nos é apresentado um inteligente conceito: um disco solar que precisa ser posicionado corretamente ao ar livre por quatro dias consecutivos para marcar os números que formam a palavra Herói – hero – no original. O personagem principal dessa edição é Laodice, uma jovem mulher de uma tribo que utiliza o disco místico para ajudar seu povo a lutar contra uma besta da Babilônia, um terrível dragão gigante.

Disque H é uma revista sobre fantasia ao velho estilo dos super-heróis. Foram-nos apresentados alienígenas e invasores de outras dimensões nessa série, mas um dragão gigante babilônico? E o escritor China Mieville faz um trabalho primoroso em construir esse mês uma Babilônia histórica bastante crível.

Usando o disco solar, Laodice passa por uma série de transformações antes que consiga os poderes de uma caminhonete encantada. Batizando a si mesma de: Carla Para-choque. Não é possível deixar de notar que as habilidades que essa mulher adquire não seriam algo natural para os habitantes de uma antiga civilização babilônica. Soco nuclear? Interessante escolha, mas ao fim o poder de um carro supera a ameaça e o dragão vai estacionar em outra “vaga”. No fim da história, Laodice é venerada por seu povo e se torna uma rainha. Fim do conto, certo?

Bem, Miéville poderia ter terminado a história aqui, mas o autor nos oferece uma visão dos últimos anos de rainha Laodice e é aí que a edição se torna algo ainda mais fenomenal. Acontece que a “Carla Para-choque” não é apenas uma característica dos poderes e personalidades que aparecem com o uso do disco H. Mas ao contrário, uma super-heroína de um mundo paralelo que é incorporada ao nosso, toda vez que o disco é ativado. Infelizmente, quando Carla Para-choque estava lutando contra o dragão da Babilônia, uma tragédia se abateu ao mesmo tempo em seu mundo natal, que não foi capaz de se defender sem sua mais importante campeã. E de alguma forma, após voltar e descobrir isso, Carla decide ir para a Terra se vingar de Leonice, a quem culpou por toda essa desgraça.

A primeira parte da edição é algo que o leitor não se lembraria depois como algo realmente marcante, o segundo ato dessa trama ao contrário é incrível e deixa os leitores com água na boca, esperando por mais. Que sacada genial do roteirista de criar consequências do uso do disco H que passam totalmente despercebidas pelo seu usuário. A revelação aqui é uma inteligente reviravolta, algo que provavelmente também acontecerá com o usuário oficial do disco nos dias atuais.

A arte de Burchielli para essa revista é ótima no retratar os personagens, especialmente dos novos super-heróis. Carla Para-choque, mesmo sendo uma esquisita super-heroína, recebeu um lindo uniforme. Todos os outros visuais de personagens, mesmo aparecendo por um único painel, também são memoráveis. Será que a Poderosa Esquilo aparecerá de novo? De qualquer forma, a maior parte dessa edição não é composta por super seres futuristas, mas de pessoas em roupas de época. As togas dos personagens são lindas e tal, mas muitos painéis que apenas mostram cabeças desenhadas falando não oferecem muita diversidade e excitação ao leitor. De qualquer forma as sequências de ação são muito bem feitas. As cores são excelentes e não distraem a leitura dos diálogos ou dos traços do desenhista.

Um começo normal e um final excelente. Ao passo que a primeira parte dessa revista é algo já trabalhado em outros títulos centenas de vezes e possivelmente o leitor nem lembrará no futuro os fatos aqui narrados, a segunda metade é algo memorável. Existiram no passado tentativas de explicar as origens do disco H, mas para o conhecimento do público, nunca houveram  histórias que explicassem verdadeiramente da onde os poderes do disco eram originários. Miéville realmente teve uma ideia genial aqui. Algo que pode gerar muitas outras aventuras sensacionais se o roteirista continuar explorando o conceito de mundos paralelos e seus diversos heróis, como os introduzidos nessa edição. Seria apaixonante poder ver mais pressão entre os verdadeiros heróis de seus mundos e os usuários do disque H na Terra.

E com vocês, o SUPER JUDAS!!!

Phanton Stranger #0   SPOILERS

Dan Diddio; Brent Anderson e Scott Hanna

Cada uma das edições zero desse mês apresenta um “Quem é quem” nos novos 52 títulos da DC. Personagens como a repaginada Caçadora e a Poderosa tiveram a oportunidade de mostrar suas novas versões, assim como a trindade da nova Terra 2. No entanto, com o Vingador Fantasma é outra moeda: o pouco que é conhecido do místico ser permanece um mistério, sua identidade é sempre desconhecida, é apenas sabido que o Vingador cometeu um grande mau para o universo.

Agora sua identidade é revelada. O Vingador Fantasma era anteriormente conhecido como Judas Iscariotes. Ele em momento nenhum é chamado assim, mas o roteiro e a arte dão a resposta. Anos atrás, a identidade do Vingador era um bem guardado e querido mistério entre os fãs de quadrinhos. Quando a DC publicou um “Origens Secretas” especial devotado ao famoso protagonista das histórias de horror da editora, duas décadas e meia atrás, quatro diferentes equipes criativas, nos brindaram com quatro diferentes origens para ele e nenhuma era favorecida.

O escritor Dan Diddio e os artistas veteranos Brent Anderson (Astro City) e Scott Hanna não dão nomes aos bois, mas a não ser que o universo DC tenha em sua história passada algum outro momento em que um homem com uma infinita capacidade de perdão foi traído por trinta moedas de prata, nós estamos falando de Judas.

Você não pode ter as duas coisas. Revelando tudo numa história e depois desmentindo tudo em um texto impresso. Aqui temos Judas e todas as suas tradicionais motivações para cometer a traição. E dessa vez não é como há vinte e cinco anos atrás, com Mike W. Barr e Jim Aparo, que mesmo conectando o personagem com a Crucificação, inventaram para ele a identidade de um homem chamado Isaac.

A história começa com uma nova perspectiva sobre o místico julgamento de Judas, Pandora e um outro desconhecido personagem (talvez o Questão), como visto na edição gratuita do Comic Free Day. Ao julgarem um dos maiores pecadores de todos os tempos, o tribunal condena Judas a andar pela Terra, vestido em um manto que anteriormente pertenceu a Cristo e vestindo um colar feito das trinta moedas de prata, enquanto espera ordens para que faça consertos que ajudem outras pessoas. Centenas de anos depois, ele guiou o desesperado detetive Jim Corrigan para que achasse sua filha sequestrada, Gwen, antes que seu temperamento agressivo sobrepujasse a calma e alguém saísse ferido dessa história. Então usando seu místico dom de ver o futuro, o Vingador revela à Corrigan que sua filha estava presa em uma abandonada fábrica.

Mas ela não era a verdade. A visão foi mentirosa. Corrigan é assassinado por criminosos ali, depois transformado no Spectro e com isso acusa o Vingador Fantasma de tê-lo traído. Ele está prestes a literalmente esmagar o Vingador, quando uma voz misteriosa o envia para outro lugar, para descarregar sua ira sobre alguém mais merecedor. Quer dizer que Deus manipulou e enganou o Vingador Fantasma para que ele fizesse com que Corrigan estive no lugar certo e na hora certa para se transformar no Spectro?

Como pagamento por ter sido um bom menino de recados, uma das moedas de prata cai de seu colar e o Vingador entende que ele vai ter que realizar muitos outros serviços antes que o seu crime seja perdoado. E nas páginas do “Quem é Quem” nós temos um detalhe que já foi nos dado na história oficial da edição: o Vingador Fantasma sempre irá trair todos com quem ele se envolver em sua vida.

Essa não é uma ideia tão ruim. No caso o Vingador Fantasma tem um número finito de missões para cumprir. Pode ser que o roteirista tenha se compromissado, no entanto com um argumento que não possa desenvolver… o futuro dirá.

O mais estranho de tudo é que Deus – a DC gosta que falemos: a Presença – para conseguir o apoio do Vingador Fantasma para transformar Jim Corrigan no Spectro tem que fazer com nosso herói o que justamente ele foi acusado de fazer, traição. Mas Dan Diddio, assim como o criador, escreve certo (?) por linhas tortas. O seu roteiro é decente na maior parte do tempo, talvez até tenha sofrido aqui e ali alguma alteração para melhor pelo editor da revista. Mas o que todos querem mesmo é daqui por diante conhecer melhor o novo Vingador Fantasma, o que é naturalmente o natural se a partir de agora vamos seguir o personagem como um protagonista ao invés de um convidado de outras inúmeras histórias de mistério, sua antiga função na editora.
Como
A arte de Anderson e Hanna é algo exemplar para qualquer artista que ama quadrinhos. Totalmente elegante e muito bem acabada. O Vingador e o Spectro aparecem fantásticos, reconhecíveis e poderosos. Talvez com essa edição, independente da nova polêmica da editora, agora fazendo do personagem Judas Iscariotes, os leitores estejam convencidos de que ele pode sim ser um protagonista de um título ao contrário de um coadjuvante de luxo. Ou pode ser que essa seja secretamente uma série limitada, se formos levar em consideração que o personagem tem um número limitado de ações para cumprir, vinte e nove daqui por diante, que podem nunca se completarem, ou podem sim ser o fio condutor de uma trama ilimitada.

Será que Dan Diddio apenas conseguiu mais um O.M.A.C. para construir suas histórias, com a voz misteriosa da Presença lhe dando ordens e missões para cumprir, ao invés do satélite inteligente, Irmão Olho? Ou teremos um novo peso pesado místico oficial da Terra Principal, já que o Doutor Destino possivelmente só existirá na Terra 2 ? De qualquer forma, todos os leitores e fãs da DC apenas querem dizer para você Diddio, já que como todo poderoso da editora, você se deu esse importante título e agora não tem mais jeito: “nos impressione positivamente, cara!”

VIDA LONGA E PRÓSPERA AOS 46 ANOS DA SÉRIE: STAR TREK !!!

Visite o blog A cabeça de Lexy Soares para ver mais do seu trabalho!

 

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57 comentários sobre “Disque H para herói & Vingador Fantasma – Judas virou super herói?

  1. Essa Disque H é uma das melhores revistas mensais que eu li nos últimos anos! Um título divertidíssimo e que não ofende nossa inteligência. Genial! E eu não duvidaria que no decorrer dos anos, caso mantenha o escritor, ela possa até se transformar em um novo clássico.

    Agora essa do Vingador Fantasma… Como ainda não li, não posso opinar muito, mas apesar dessa descrição que passa imagem de uma revista “legal”, meu medo o no decorrer da estrada, e com o Diddio no comando, é meio complicado ter fé em algo bom (e o pior é que levaria um excelente personagem para o limbo).

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    1. Concordo! O Diddio é um safado !!!! Tudo bem, Stan Lee também é, mas pelo menos escrevia melhor e CRIAVA…. mas ó Igor, vamos ver a segunda edição… essa eu quero e vou aguardar, torcendo pra ser legal, óbvio!

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  2. Faz cerca de 10 anos que eu parei de colecionar super heróis, e sinceramente, cada nova notícia Marvel DC me faz continuar longe desse universo.
    Nada contra a “polêmica” do Vingador fantasma ser o Judas, mas pra que reformular coisas que estão bem do jeito que eram? Eu achava a melhor versão da origem dele uma que dizia que ele possivelmente era um anjo que decidiu não escolher nenhum lado quado da guerra entre Deus e o Diabo. E o mais legal é que era apenas uma origem provável e a verdade, ninguém nunca saberia. Agora, vem um editor chato, e tem que contar “a verdade”…

    Agora, o “Disque M” me parece interessante. A Panini ainda não se manifestou a respeito, né? Será que sai na Dark?
    (A Dark é a única revista que está me fazendo pensar em rever minha posição anti-heróis. Por enquanto, tô conseguindo me manter firme, mas vai saber até quando…rsrsrs)

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    1. Vai ser pblicada aqui possivelmente porque outros títulos foram cancelados dando lugar a outros como esse, comandante Lexy, acontece que não sei se na revista DARK… chato, né? E seu trabalho é de interesse desse site! Uma honra.

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  3. Disque “H” para Herói tem sido uma das melhores promessas entre os lançamentos dos novos 52 da DC, embora a série seja um “remake” dentro de um reboot, tem se mostrado uma das mais inovadoras e divertidas. Embora tenham muitas outras coisas muito bacanas também.

    O Vingador Fantasma é um dos meus personagens preferidos desde sempre. Além das versões de sua origem citadas na matéria (sempre achei o máximo justamente não saber qual era a verdadeira), houve também uma tentativa de Mark Waid nos convencer que ele seria o filho de Superman e Mulher Maravilha da linha temporal do Reino do Amanhã… um kryptoniano semi-deus… essa versão também não vingou. Não posso dizer que estou feliz com a revelação direta de sua identidade, (não pelo fato de ser Judas, mas por ter quebrado o conceito dele sempre ser um desconhecido), mas estou interessado em saber por que caminho o autor vai levar essa história. Dan Didio… e pensar que antes de Sandman, Neil Gaiman quis escrever uma mensal do Vingador Fantasma… quero acreditar que muitas ideias foram usadas na série de Morfeus, mas mesmo assim me pergunto o que teria sido dele…

    Dan Didio… Hunf. Deus nos ajude…

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    1. VINGADOR FANTASMA…nas mãos de Neil Gaiman ??? literalmente: SONHO!

      E desculpe Mark Waid, mas essa sua versão de semi-deus Kriptoniano, ECA 3 VEZES, prefiro a do Diddio . Quem diria que diria isso alguma vez… Bwahahahahahah

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  4. Ótimos textos,como sempre,nos deixando com vontade de ler essas edições!A edição do “Dial H” é muito interessante,mostrando existir de fato uma heroína de um mundo paralelo que vem ajudar quando solicitada.A edição do Vingador Fantasma é mais uma polêmica sobre esse personagem(daqui a alguns anos inventam outra),mas serve pra garantir o interesse(e as vendas).Muito obrigado por lembrar meu aniversário,Venerável!E por gestos assim que você é cada vez mais venerado!Um abraço!

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  5. Me lembro do Vingador Fantasma pós-Crise nas Infinitas Terras quase sempre como uma entidade distante e misteriosa, quase metafísica, que raramente interferia nos rumos do universo DC. É assim que ele aparece em Livros de Magia, por exemplo, ou ao lado da “Quintessência” num arco da Liga da Justiça do Grant Morrison em que o heroi Triunfo torna-se um vilão. Creio que a última participação ativa do Vingador Fantasma em uma trama tenha sido justamente na Crise, quando se uniu a outros herois místicos numa tentativa de preservar o multiverso. Em suma era um personagem um tanto subaproveitado, que fazia aparições bem eventuais.

    Ainda não tive oportunidade de ler esta nova origem do Vingador Fantasma. Será que faltou sutileza ao deixar tão claro que ele é Judas? Porém, se o personagem terá uma papel mais ativo no universo DC daqui pra frente, talvez seja necessário que o leitor saiba mais a respeito de sua origem e seu passado, embora isso desfaça a aura de mistério que o envolvia, aspecto que o tornava tão interessante.

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    1. Verdade… vamos esperar para ver o que vai acontecer, ele provavelmente vai fazer as vezes de Mago mais poderoso da Terra, já que o amado Senhor Destino, deve estar na Terra2… mas não creio que a DC vá querer queimar muito o velho Vinga, ele vai manter ainda certas cartas escondidas na manga, creio eu, Darkseid Dallegrave!!!

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  6. Olha o esquema de fazer uma limpa periódica nas edições, substituindo títulos de baixo rendimento de tempos em tempos, fechou com chave de ouro a incrível e bem-sucedida estratégia do reboot! Planejamento e ousadia na medida certa, novos ares sopram pelos corredores da DC enfim! . Agora só faltta a Marvel copiar tudo… OPS! Elçes já estão copiando!

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  7. Meu, o que falar sobre tua resenhas?
    Muito bom como sempre:D
    Não li esta Disque H ainda, mas parece que ficou massa. A série toda tá bem legal. Vou ver se consigo ler hoje de noite, senão só no fim de semana hehe
    Já esta do Vingador Fantasma… sei lá, lendo tua resenha até deu vontade de conferir, de repente rende alguma coisa massa como tu disse.
    Grande abraço meu:D

    http://palitosnerds.blogspot.com.br/2009/12/contos-no-palitos.html

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  8. Eu estou atônita com o Vingador Fantasma, independente de polêmicas, você ou ninguém falou que foi mau escrito…será que foi o Diddio mesmo quem escreveu? rsrs Mulher Maravilha, Disque H para Herói e Aquaman são meus títulos queridos da DC, os que leio, adorei o desse mês, foi para mim, de longe o melhor.

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  9. Agora parece que a DC está começando a tirar o melhor proveito do rebnoot.
    Esse primeiro ano serviu para estabelecer o presente do novo Universo, situar os personagens no “5º ano” da cronologia.
    Agora estão revelando o passado desse Universo, e literalmente recriando conceitos do zero!
    Definitivamente esse não é o Universo DC que costumavamos conhecer, e isso é MUITO bom!!!

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  10. Disk H está muito bom sim. Estou a acompanhar sempre as tuas rezenhas desta série, e de vez em quando faço o download de um comic. Esta é outra das séries que irá para à minha prateleira, mas em formato TPB, claro.
    Ainda bem que vais fazendo estes textos, assim não me esqueço de ir vendo quando posso comprar a compilação!

    Phantom Stranger… tou fora!
    😀

    Abraço e obrigado por mais um bom texto!

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    1. Má o quê?????? Tem que pagar pro Bento XVI que vai repassar prá igreja católica…. ahhhhh!!! e uma parte também pro ator Norman Mark Reedus que deu vida ao Judas da Lady Gaga!!!!

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  11. Melhor seria se o Boland desenhasse o miolo da revista também (nada contra o desenhista desta edição, mas esperneante é assim mesmo!!!!!!). Imagina o sorriso da Carla Pára-Choque!!!!
    A idéia de inserir o artefato ao passar da história da humanidade é bem interessante e com certeza coloca oportunidades infindáveis (imagina Cristóvão Colombo chegando na América e encontrando os índios cultuando um estranho disco que concede a cada dia uma personalidade diferente para o primeiro pajé encontrado??????? Só minha imaginação de nerd de férias que coloca isso!!!!!!!).
    E quanto ao “Judas Vingador”…….ao passar dos anos muitos escritores trabalharam no limiar da religião e os quadrinhos…(como exemplos: Noturno, nos X-Men, os Eternos visando as crenças Incas, Thor e sua turma que são referências para os nórdicos; O superman e sua crença baseada na igreja evangélica) neste site (http://www.adherents.com/lit/comics/comic_collage.html) conseguimos ver uma lista infindável de vários personagens e suas crenças.
    Vários baseados no Cristianismo (de onde vem a passagem sobre Judas Iscariotes). Não quero neste momento dizer que a revisita as suas origens seja algo sacana (ainda mais porque o entrelaçamento dos fatos -o manto e o colar- foi uma jogada que sinceramente ninguém havia pensado antes) e muito menos limitado (será que cada moeda que cai, precisa necessariamente ser tão rápida???? Existem questões tão complexas nos vestibulares e com tanta combinações para no final dar apenas uma resposta correta. Porque suas missões não podem ser assim???).
    Num mundo que hoje mais vale a polêmica, muita gente vai trolla rmil, mas se formos colocar as possibilidades e elas forem bem expostas, com certeza teremos participações ótimas do Vingador Fantasma neste mundo reformulado.

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  12. So pode ser brincadeira Vic, vc esta falando do Didio, o cara ta escrevendo bem e desenvolvendo um personagem? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, sera que ele vai subir no nosso conceito agora kkk, brincadeira to louco para ler isso agora, depois desse texto maravilhoso, valeu abaços.

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    1. Olha… eu QUERO que a revista dê certo Dick, porque amo o personagem… se forças misteriosas continuarem influênciando nos roteiros dele, seja na cabeça ou no texto no Word…tanto faz… 🙂

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  13. É claro que quanto a arma que escolheria para enfrentar o dragão seria eu mesmo, como meu mestre Beowulf, os enigmaticos personagens da DC são meus preferidos amo todos eles e tudo que sai sempre me interresso em acompanhar, gostei muito deste trabalho, e o editorial fdicou muito legal avisando quais são os dias que devo visitar o Santuario é claro que será todos os dias(menos quarta), grande abraço…

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  14. Olha, Disque H é uma revista muito legal, sou fã do conceito e com exceção de uma das séries que mal consegui seguir, eu busquei estar a par do que é publicado, Já pensou? Com esse novo conceito, essa revista e seu herói pode ter muito mais relevância no universo DC, principalmente dentro de CRISES e sagas inter-dimensionais.

    Vingador Fantasma pode ser uma grande revista, o safado do Diddio conseguiu uma ótima equipe para trabalhar com ele e me liguei no que você falou, Venerável…será que esse camarada teve mesmo a intervenção do editor na feitura da edição? Porque apesar de não ser nenhuma obra prima, está muito acima da qualidade que ele mostrava.

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  15. Vingador Fantasma foi um personagem que sempre despertou o meu interesse!! Gostava do mistério que envolvia sua origem e vamos ver o que essa definição irá nos trazer!! Mas gostei muito da resenha, oferecendo um olhar positivo para os acontecimentos da trama e uma reflexão sobre suas implicações!! Conseguiu manter meu interesse pelas próximas edições!!

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  16. Gostei do que li sobre disque H, sobre a segunda parte, claro. Muito legal essa idéia e a falha do dispositivo, pode trazer coisas bacanas na revista. Será que usariam um herói da Terra 2 como uma transformação?

    Quanto ao Vingador Fantasma, não gostei de nada.

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  17. Gostei dessa Laodice e sua versão Carla para choque XD

    A ideia dessas revistas, Disk H são muito interessantes, e por tudo que já li aqui, bem aproveitadas.

    Gostei muito do texto =D

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  18. EDITORIAL SANTUÁRIO:

    Terça: Resenhas DC comics

    Quarta: Vamos falar um pouco de Marvel

    Quinta: É a vez do cinema

    Sexta : EDITORA: America´s Best Comics

    Sábado: EDITORA: Avatar Press

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