ARROW – Uma resenha (Piloto)

por Carlos  “ainda verde e sem arco”  Lenilton

Eis que este escriba tem a deliciosa tarefa, auto imposta diga-se de passagem, de comentar a nova série da Warner: Arrow. Acho que todos aqui já perceberam que tenho uma “queda” pelo personagem Arqueiro verde. E reafirmo: sou realmente fã! Então é um enorme prazer rever os episódios e escrever sobre eles.

Muitos tentaram diminuir a série desde o começo acusando-a de ser “apenas” uma tentativa de fisgar os fãs da finada Smallville. Mas se for mesmo, e daí? Contando que seja bem contada e bem realizada, que mal há em aproveitar um público carente por uma série baseada em quadrinhos? Aos meus olhos mal nenhum. Também dizem que o Arqueiro está muito “amorcegado” (ou semelhante ao Batman), mas senhores eles são mesmo muito parecidos. Ou de repente esqueceram que ambos são milionários que se transformam em combatentes do crime para livrar suas respectivas cidades dos mau feitores? Eu hein, vão “zicar” outro.

A equipe por trás das câmeras é de primeiro time: Marc Guggenheim e Greg Berlanti  (de No Ordynary Family) e Andrew Kreisberg (de The Vampire Diaries). Sendo que Marc Guggenheim não é novato no universo dos heróis, escreve comics e foi um dos roteiristas do filme do Lanterna Verde… (bem, participar daquilo não lhe dá muita vantagem). A escolha de Stephen Amell a meu ver foi acertada, ao mesmo tempo que ele não parece em nada com o velho Ollie, ao menos tem uma expressão forte e dura, nada parecido com a cara de playboy pateta do Arqueiro de Smallville… e olha que eu gostava pacas daquele Arqueiro Verde pelo simples fato dele estar lá.

Bem, dito isto que tal passarmos a falar sobre o piloto da série?

Após sobreviver ao naufrágio do iate da família e de passar cinco anos preso na ilha de Lian Yu, ao sul da China, onde aprimora mente e corpo e para sobreviver aprende a usar com maestria o arco e flecha, Oliver Queen é resgatado e volta pra sua cidade Star City (ou Starling City como na série) onde havia sido há muito dado como morto juntamente com seu pai. Ao retornar encontra sua família bem diferente, afinal todos de uma maneira ou outra tiverem de continuar suas vidas. Sua mãe está novamente casada e sua irmã vive as tormentas da juventude rica e vazia da grande metrópole. Com uma caderneta nas mãos que contém o nome de todos os mal-feitores de Star City, dada pelo seu pai ele próprio um dos vilões, torna-se o vigilante uniformizado Arqueiro Verde após promessa feita ao pai de que iria limpar sua cidade e consertar seus erros.

A partir desse ponto o episódio retroage sempre que necessário para mostrar a formação do caráter e toda a dramaticidade do naufrágio e reclusão de Oliver Queen na ilha e avança ao presente para nos dar pistas de como estão os status de todos os personagens que lhe são mais próximos: Sua mãe, irmã, melhor amigo, ex-namorada, etc. Acompanhamos Oliver na construção de seu quartel-general secreto e sua primeira investida como o vigilante Arqueiro Verde contra o inescrupuloso empresário de setor imobiliário Adam Hunt.

Ao fim do episódio fica a sensação de objetivo cumprido. É um bom piloto. Muito bem produzido. Cenários, cenas de ação, uniforme… tudo convence e nos faz perder o medo de tratar-se apenas de mais uma série de heróis genérica da Warner que já nos entregou algumas bombas baseadas em quadrinhos. Se tivesse que dar nota, daria um 8,0.

Agora que tal fazermos uma minuciosa e porque não maliciosa “investigação” sobre o episódio?

O que Ollie fazia tão longe de suas armas na cena inicial? Usando habilidades visivelmente inspiradas em parkour (digo isso por que não posso afirmar que tinham macacos na ilha) ele salta e escala um pico até chegar ao seu arco e flecha. Fui só eu ou mais alguém estranhou isso? E se aparecesse um animal selvagem ao invés de um barco? Peguei vocês, ele retira uma faca sei lá de onde e finca-a numa pedra apenas para nos mostrar que tinha uma faca). Usando sua incrível habilidade com o arco, ele atira uma flecha em chamas e acende uma enorme pira (enorme mesmo, devia ter uns 15 metros) chamando assim a atenção dos pescadores e sendo resgatado, mas na boa, onde ele arrumou aquela gasolina toda que fez a pira explodir em chamas?

No consultório após um exame clínico o médico afirma categoricamente que Oliver tem 20% do corpo coberto por cicatrizes, queimadura de 2° grau nos braços e costas e 12, repito 12 fraturas que não curaram direito!!!!!!! Alguém viu algo? Se eu tivesse metade dessas fraturas seria torto, manco e maneta.

A mansão dos Queen é a mesma dos Luthor em Smallville.

Trio amoroso à vista: Oliver x Dinah x Merlyn. Essa disputa transformará Merlyn no vilão que ele é nos comics? Por enquanto ele está funcionando como alívio cômico.

Terrível o uso do nome Speedy (Ricardito no Brasil) para apelidar a irmã (também chegada numa substancia ilegal assim como Roy Harper antigamente) de Oliver. Torço para que não saiu nenhuma sidekick daí.

As homenagens implicitas são uma curtição à parte (isso e os estter eggs explicitos como a máscara do Exterminador). Juiz Grell? Referência a Mike Grell que esteve a frente do personagem por longeva fase nos comics. Aliás parece vir de Grell a principal inspiração dessa versão do personagem passando pela concepção visual do uniforme e a inclinação a matar. O guarda-costas de nome John Diggle é uma referência a Andy Diggle autor de Green Arrow – Year One.

A cena em que Oliver Queen treina de cabeça pra baixo após montar sua “Bat-caverna” num complexo abandonado da Industria Queen foi extremamente desnecessária, só servindo para “amorcegar” ainda mais esta versão televisiva.

A meu ver o maior deslize do piloto foi apressar o relacionamento entre Oliver Queen e Dinah Laurel Lance que pulou do ódio, saudade e tentativa de estabelecer uma amizade da parte de um e da busca por perdão, conforto e tentativa de afastamento no pior estilo saia de perto de mim ou vai se magoar por parte do outro. Isso não ocorreu com relação aos outros personagens, onde a reaproximação se dá de maneira mais lenta e natural. É só notar a distância entre os irmãos Queen e a falta de aceitação imediata por parte de Oliver com o casamento da mãe e seu padrasto.

Esses deslizes e curiosidades à parte foi um bom piloto.

Arrow – A Web-Comic

Criada com o claro objetivo de expandir os acontecimentos da série televisiva Arrow estrelada pelo Arqueiro Verde a DC Comics colocou a venda uma web-comic baseada na série. O série traz roteiro de Marc Guggenheim e Andrew Kreisberg que também cuidam da série de tv e no primeiro número os desenhos são de Mike Grell, uma lenda no universo do personagem. Esta edição de estreia traz uma aventura simples e direta em que Oliver Visita o túmulo vazio de seu pai e relembra os desesperadores primeiros dias na ilha. Também reapresenta o primeiro contato com os membros de sua família e sua reafirmação ao cumprimento ao último pedido do pai: Salvar Star City.

Até a próxima semana!

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46 comentários sobre “ARROW – Uma resenha (Piloto)

  1. Sei que ainda é cedo para desenvolver teorias sobre o prolongamento da série e tal, mas creio que um ponto deve ser colocado em discussão: por mais que Arrow beba da fonte que foi Smallville no sentido de reapresentar uma nova origem e uma nova mitologia que pode ou não se referir aos principais acontecimentos nas HQs (e aqui é preciso fazer um desconto e não colocar os Novos 52 na mistura, porque tudo o que veio antes ficaria como que preso a uma outra cronologia), a série do Arqueiro Verde começa a delinear contornos a partir do que foi feito nas três últimas temporadas de Smallville. Explico. Durante os primeiros anos de crescimento de Clark Kent, os acontecimentos da série estavam contidos dentro do universo do Superman, oferecendo poucas oportunidades para que demais personagens adentrassem seu universo. É possível dizer que a Liga da Justiça teve sua pré-formação antes da oitava temporada ao apresentar individualmente os personagens que a constituiriam. Mas foi só com a derrota (temporária) de Lex Luthor que a série decidiu expandir o universo da DC na TV, isto é, mais e mais personagens entraram na série, não apenas para um simples team-up, mas se tornando frequentes e relevantes suas participações até culminar na introdução do Arqueiro Verde na série e a oportunidade de mostrar demais personagens na série (com exceção dos figurões como Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde Hal Jordan etc.). Logo, pelo que vejo nos episódios, nos previews e na proposta da série como um todo, Arrow segue por este caminho de já colocar Oliver Queen no meio da ação não só em Starling City, mas em função do universo Dc que, em concorrência ao da Marvel nos cinemas e possivelmente na TV com a chegada da série da S.H.I.E.L.D. criar um mundo coeso e autorreferente, mesmo que a pegada seja de personagens que não são meta-humanos. Vamos ver o que vai ocorrer até o fim desta temporada e torcer para que os defeitos de Smallville não se alastrem por Arrow tão cedo.

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    1. Eu tenho medo… muito medo… PÂNICO dessa palavra, “ricardito”.
      Não há motivo coerente nesse multiverso que justifique manter esse crime!!!

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    2. Venerável V. esta série salvou meu ano Verde. Depois da mazela que foi o reboot para o Sr. Queen só ela pra me deixar feliz com um de meus personagens favoritos.

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  2. Eu gosto da série, tenho acompanhado e estou ansioso pelo desenrolar de alguns dos mistérios que vêm sendo colocados. A inclusão de outros personagens da DC, quando bem feita, fica bem legal mostra que a série se importa com os fãs de quadrinhos. A série em quadrinhos do Arqueiro agora terá roteiros de Jeff Lemire e espero que melhore e que se alinhe com a qualidade da série…

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    1. Uma vez eu disse: Ou o Arqueiro Verde sobe ou o Jeff Lemire desce… Torço muito para que o rebute do Arqueiro dê um grande salto de qualidade.

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    1. Ah, qualquer coisa tão esticada como Smallville sofreria no processo. A dualidade do caso é de dar dor de cabeça. Ao mesmo tempo que esperamos pelo sucesso da série, torcemos para que não se alongue demais em detrimento da qualidade. Pra mim 4 temporadas completas em alto nível ( e lançanda em caixas de DVD’s) está de bom tamanho. Heheheeh!

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  3. A série não é ruim para aquilo que propõe. É bem divertida.
    Mas achei o ator principal muito cru. Suas atuações são fraquinhas, fraquinhas. Algumas cenas são bem risíveis. Talvez seja a edição – neste caso, não seria somente culpa do ator. (mas ele soa muito superficial, infelizmente).

    Torço para que ele melhore. Talvez seja seu primeiro trabalho (alguém já o conhecia?)
    Afinal, é bom assistir séries com nossos personagens preferidos. Melhor ainda quando temos atores e atrizes que saibam interpretar.
    Mas ainda assim, vale a pena ver o arqueiro na tela.

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    1. A cara não é ruim, Sua inexpressivdade é causada pela sua temporada de 5 anos conversando com uma bola…ops, filme errado! Prefiro achar que ele virou um cara mais dedicado a cumprir o último pedido de seu pai a ser sociável, simpático e expressivo! mas tbm acredito em duendes. =)

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    1. É bem mais interessante do que sua atual versão nos quadrinhos. Esperemos que Jeff Lemire me desminta brevemente… a revista anda precisando.

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  4. ARROW é bom demais. Comecei a assistir profundamente descrente que seria bom. Agora não perco nenhum epsódio. E tenho indicado para muita gente.

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  5. Gostei da sua análise. Legal você ter notado as referências. Confesso que não tinha prestado atenção em nenhuma delas, nem no “juiz Grell”. E olha que tenho “Os Caçadores” completo. rsrsrs.
    Mas eu achei esse piloto ruim demais. Digo isso como produção audiovisual, tá muito mal feito, muita informação dada de forma muito rápida. Fiquei com a impressão que o roteiro era pra ser um episódio duplo, mas editado em um episódio simples. O segundo episódio já foi melhor, com a história contada com mais calma, e as informações sendo passadas com um ritmo mais adequado.
    Agora, apesar das mudanças, acho que o sucesso dessa série está em uma coisa que você mencionou no começo: “Fãs carentes”. Chatice minha, eu sei, mas me parece que os fãs de hq’s andam tão “carentes” que assistiriam essa série até se o Arqueiro fosse uma mulher (“Olívia Queen”? hahaha), apenas pelo fato de ser uma adaptação de hq. Mas apesar de pensar assim, achei que a série é bem feita, e as mudanças estão bem integradas ao roteiro.

    Agora, apesar de todas as mudanças (e, sejamos sinceros, a maioria é ruim, dava pra série continuar a mesma sem elas), o fator que deve ser o motivo do sucesso é o modo como Arqueiro é representado pelos roteiristas. Como você disse, fisicamente, o ator não lembra em nada o Queen que conhecemos das hq’s, mas a personalidade está toda ali. Ele tem consciência social, não pensa duas vezes em matar se for preciso, etc, etc, etc. Isso é um puta ponto positivo!

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    1. Não peguei todas as referências de primeira e ainda deixei passar a do Drakon… Mas não achei o piloto tão ruim quanto vc achou. Devo admitir que meu lado fanboy ainda se sobressai na análise, somado ao fato que raramente tenho grandes expectativas de algo derivado de quadrinhos ( isso culpa do Bryan Singer e a minha maior decepção cinematográfica da vida: Superman Return). A Warnes nos deu Aves de Rapina e não deu certo… A pegada “Mike Grelliana” é realmente a mais próxima do Batman de Nolan e seu “pé no chão” e realmente é seu grande ponto a favor.

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  6. Eu já levava fé na série, pelo tom mais escuro pro vigilante urbano. As comparações com Batman existem, e ainda bem que houve essa correspondência.
    Os fãs de Smallville já sentem a diferença quanto à forma de resolução dos problemas: matar está liberado! Combina com o que foi mostrado até agora. E me agrada mais, com certeza.

    Não achei rápido ou forçado o trato com as Laurel. Eu mesmo já falei pra alguém “chega, não vamos nos falar mais”, pra dois segundo depois me arrepender e voltar atrás. Acontece! Ainda mais porque tem muito detalhe a ser revelado, de como era a relação deles antes do acidente, de como ela reagiu à morte dele e o que ela sente hoje.

    Única novelinha chata, pra mim, é a irmã. Passo quase que batido os diálogos com ela.

    Já os diálogos entre “papai e mamãe” são aquelas sutilezas que eu curtia com o Lex de Smallville. Sempre fico esperando um masterplan de algum deles. Steele me agrada muito.

    Ainda, pouco me importa se ele é mais novo, mais velho, mais alto, mais lindo, mais gostoso que nos quadrinhos.
    É uma versão do Arqueiro Verde, e só por existir e ser bem trabalhada, já vale!

    Aguardando os próximos episódios, com Caçadora, Exterminador, Eddie Fyers e demais personagens da mitologia arqueira (Shado??).

    Ah, mais estter eggs: o guarda costas do Hunt é o Drakon, mas sem todo o treinamento. Matá-lo achei precipitado.
    E a mansão é a mesma dos X-Men do Bryan Singer. Linda, por sinal.

    Até o próximo episódio!

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    1. T’Charr vou apagar seus comentários, estão melhores que os meus!
      Brincadeira à parte eu deixei passar que o chefe de segurança do Adam Hunt era o Drakon.

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  7. Como estava com um gosto horrível na boca, por culpa da nova série do Oliver Queen nos Novos 52 (eu não li nada, só vi perifericamente e tive calafrios) e assim, concluindo que para o Arqueiro Verde, os novos rumos foram TERRÍVEIS (para os demais heróis até admito que foi bom) eu tinha muito medo dessa série televisiva, ainda mais no canal Warner… Mas gostei!

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    1. Só posso dizer que a série do Arqueiro é tão ruim que aqui no Brasil está no #05 ( em Flash) e não vemos nenhum desenvolvimento do personagem. Ao menos isso a série de tv tentou mostrar.

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  8. Deixei-me levar pelo comportamento de manada e detestei Arrow antes de ver. Agora, deixo-me levar pelo comportamento inconsequente e estou adorando, também antes de ver… Se for metade do que parece pelos anúncios, a coisa está boa mesmo! Ach que sinto no vento o cheiro da nova estação…

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  9. Sugiro que não ponham o nome do site em imagens do Cable, ainda mais no traço do Liefeld. Isso vai espantar os leitores!

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  10. Lenilton, também sou fã do Arqueiro e gostei muito do seu texto. Sei que você fala com conhecimento de causa. Mas eu tenho cá minhas ressalvas com essa série. Me parece que o ator que interpreta o protagonista é mais jovem que o Oliver Queen que vemos na maioria das HQs, além de um tanto inexpressivo. O fato de que ele mora com a mãe e a irmã também me desagradou. De qualquer modo, o Oliver Queen da série, surpreendentemente, tem mais em comum com o Arqueiro Verde que eu conheci do que a atual fase do personagem nos Novos 52.
    Muitas coisas não são bem explicadas no piloto, como o treinamento dele, por exemplo. Mas resolvi dar tempo ao tempo e a origem dele foi mais bem detalhada nos episódios seguintes, com flashbacks sobre o que aconteceu na ilha. Embora o Arqueiro da série não seja lá muito fiel ao dos quadrinhos, me agradou ver muitos elementos da mitologia do personagem transpostos paa as telas.
    Em suma, gostei da série, mas ainda The Walking Dead e Game of Thrones.

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    1. A idade lembra mais o dos Novos 52, mas a postura lembra o de Mike Grell, matando quando precisa e tudo o mais. O protagonista é um tanto inexpressivo mas dou um desconto pelos 5 anos sem uma conversa decente com outra pessoa. Esperemos os outros episódios então.

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  11. Eu estou adorando esse seriado. Não me prendo a tantos detalhes; apenas quero algo crível, com efeitos especiais espetaculares, narrativa coerente, uma história que me prenda a atenção e um sujeito que pareça – e aja como – um Super-Herói. Nesses quesitos, ARROW é nota 10!!!

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    1. Concordo com o que vc diz em quase tudo Andy. Todo mundo ha de concordar com o que vc quer de um seriado, mas existe um porém… “que pareça e aja como um super-herói” de que categoria? Muitos não gostam que seus heróis matem. E vc?

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  12. EDITORIAL SANTUÁRIO:

    Segunda: Resenha de Wolverine e os X-men

    Terça: Resenha de Disque H para herói

    Quarta: Arrow

    Quinta: A Jornada de um herói

    Sexta: Batman

    Sábado: Novos Deuses de Jack Kirby

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