O que aconteceria se… O Capitão Marvel não tivesse morrido?

por Venerável Victor “Capitão Mar Caco” Vaughan

Muitos conhecem a saudosa série da Marvel “O que aconteceria se…” estrelada pelo cabeçudo imortal criado por Jack Kirby, o Vigia. O Maior barato dessa série é a possibilidade de se explorar enredos já abandonados e dar nova visão sobre as possibilidades que cada roteiro poderia ter tomado caso os acontecimentos de certas histórias não tivessem seguido seu rumo original. Hoje vamos testemunhar o que aconteceria se o guerreiro Kree Mar-Vell, batizado na terra de Capitão Marvel, poderia ter feito com mais tempo de vida. História de S.C. Ringgenberg e M.J. Jorgensen.

Capa de M.J. Jorgensen

Mar-Vell era um guerreiro Kree enviado à Terra para analisar o planeta antecedendo uma futura invasão com a intenção de conquista. Ele aprendeu a sentir compaixão pelos humanos e se voltou contra sua raça. E foi por um tempo um dos maiores defensores do planeta, mas após uma batalha contra o vilão Nitro, foi exposto a um gás tóxico dos nervos que sem o conhecimento de Capitão Marvel, deu ao guerreiro uma estranha forma de câncer. Um tempo após isso, essa doença evoluiu tanto que o Capitão Marvel morreu consumido pela enfermidade. Aqui no entanto, o bom Mar-Vell suspeita de que algo não está certo com seu corpo muito mais cedo do que na cronologia oficial e decide tomar uma atitude.

O Capitão fala à Rick Jones sobre a sua condição e orienta o jovem de que ambos deveriam procurar Reed Richards para que um check up seja feito. Já que Rick durante um bom tempo esteve ligado à Mar-Vell através de um velho processo de transferência (um ficava na Terra, enquanto o outro na Zona Negativa), e pode estar em perigo. Uma vez que o exame é realizado, comprova-se que o jovem está em perfeita saúde, mas Mar-Vell por outro lado, precisa de ajuda.

Reed Richards, Dr. Donald Blake (Thor) e o Dr. Stephen Strange trabalharam juntos para achar uma forma de curar o herói. Por um lado, os braceletes quânticos – fonte de seu poder –  previnem o câncer de se alastrar por seu corpo, mas por outro lado, eles também impedem o tratamento. O Doutor Estranho vem com uma ideia arriscada. Ele transporta todos para o plano dimensional de Rashnu, onde o tempo não existe. Lá, eles removem os braceletes quânticos e não precisam se preocupar com a doença se espalhando pelo corpo do Kree. Através de um processo muito chato para ser descrito aqui, eles curam o câncer do Capitão Marvel e como diria Shakespeare: “tudo fica bem quando acaba bem”, não é mesmo?

Depois, em Titan (uma das luas de Saturno), o Capitão Marvel está passeando com sua amante Elysius, aproveitando essa nova oportunidade de felicidade ele pensa que deveria fazer algo maior com essa benção adquirida. Ele decide colocar um fim na guerra Kree/Skrull. Mar-Vell faz com que Elysius pilote a Omni-Wave Transmitter, que para quem não leu a saga “Tempestade Galática” da Marvel, nada mais é que uma “Estrela da Morte” genérica. Eles têm sucesso em fazer com que os dois lados entrem em trégua, já que os dois impérios se vêm sob perigo real e imediato de extinção. Mas ao fim da missão auto imposta, Elysius sente que ultimamente está cada vez mais fraca.

Enquanto isso, na Terra, ainda preso ao planeta por causa de Galactus, o Surfista sente a necessidade ainda maior de liberdade, já que seus instintos lhe dizem que algo grande está acontecendo no cosmo. Ele vai até Nova York e nota que existe uma doença estranha se espalhando entre a população. O Surfista também repara que todos no edifício Baxter também estão doentes. O Doutor Estranho está lá e diz que os sintomas que todos estão demonstrando são similares aos do Capitão antes da cura. Rick Jones entra e cena e avisa que o Coisa “subiu no telhado”.

No espaço, o Capitão Marvel não está tendo muita sorte. Nenhuma das duas raças param de acusar que a outra é a pior e tanto os Skrulls quanto os Kree enviam forças especializadas para assassinar Mar-Vell e tomar controle da “Estrela da Morte”. Nosso herói escapa com Elysius, jurando que irá acabar com esse conflito na fonte.

Na Terra, Reed Richards tem uma ideia criativa de como libertar o Surfista Prateado da barreira que o prende ao planeta. Thor e o Dr. Estranho podem levá-lo até a ponte do Arco-Íris em Asgard e de lá, o Mago Supremo magicamente transportá-lo-ia para qualquer outro lugar. Esse plano só é bastante arriscado, já que pode enfurecer Galactus. Eles então decidem seguir com a ideia e o resultado é um sucesso. Estranho e o Surfista se teleportam para Titan, onde encontram o regente de lá, Mentor, enfraquecido pela mesma doença. Agora é aparente que a cura do câncer do Capitão Marvel, fez com que ele se torne contagioso para quem estiver em seu contato direto. O Surfista Parte imediatamente para por um fim nisso.

Descobrimos então que os Skrulls também estão morrendo da mesma praga e culpam os Krees por isso, o sentimento é mútuo.

Na Terra o Coisa morre, o Senhor Fantástico acha irônico que justamente o mais forte deles seja o primeiro a morrer. Por outro lado, Rick Jones continua totalmente saudável e esse fato faz com que Reed acredite poder ser possível uma solução para esse problema.

No espaço o Surfista acha o Capitão Marvel e tenta Pará-lo. Ele apenas quer conversar, mas no velho estilo da Marvel, os ânimos se exaltam e uma bela batalha acontece entre os heróis. O Surfista acaba por vencer o duelo e força o Capitão a ouvir o que ele tem para falar.

As percepções cósmicas do Capitão finalmente vêm à tona e ele entende a escala do que fez. Tantas pessoas sofrendo e morrendo por sua culpa, ele acaba em um estado emocional terrível que só se alivia quando Elysius perdoa-o, afinal suas intenções o tempo todo eram nobres e nada disso é sua culpa. Mar-Vell então decide que irá se matar para dar um fim a isso tudo, mas o Surfista não permite isso. Suicídio é errado, no entanto, ele precisa ficar separado de todos…

O Doutor Estranho aparece e conta que uma cura para a população foi conseguida através do exame da condição física de Rick Jones, mas infelizmente essa cura só funciona com humanos (alguém divida de que também só funciona com americanos? rs), então a Terra está salva. Elysius está bem próxima de morrer, mas com essa cura, mais os poderes cósmicos do Surfista e a magia do doutor Estranho, ela também tem sua saúde reestabelecida.

Mar-Vell pede ao Mago Supremo que o coloque no plano de Rashnu onde não poderá mais infectar ninguém, Elysius insiste em acompanhar seu amado, já que ela prefere passar a eternidade com ele do que sem. E os dois são enviados para esse plano dimensional, assustados de como vazio e infinito ele é.

Então o Capitão Marvel acaba por morrer, de uma certa forma, para nosso universo mais uma vez, tanto quanto o foi na continuidade normal da editora. Mas mesmo com essa coincidência, o destino refez boa parte do cenário político do universo. O Surfista está livre e após confrontar Galactus, o gigante lhe permite a liberdade por motivos que só o Devorador de Mundos sabe. Apesar da morte do Coisa, seu lugar no Quarteto é preenchido por Luke Cagpe um pouco menos uma elite ariana e aquele quiabo gigante da Suprema Inteligência vai pro saco finalmente. O Capitão Marvel, apesar de todos os problemas causados involuntariamente, terminou por realizar com sucesso sua missão. Afinal, através da disseminação de sua doença, as duas raças, Kree e Skrull ficaram tão enfraquecidas que tiveram que abandonar seus planos de conquista galática. A paz finalmente reina no universo e Rick Jones compõe alguma música folk e chata sobre tudo isso.

Esse conto foi bastante impressionante para novos e antigos leitores. Ele trás para os holofotes de uma nova geração, um personagem que muitos fãs da Casa das Ideias apenas conheciam como “o cara morto que andava com o antigo parceirinho do Hulk” e o fez ser reconhecido como o herói que era na década de setenta novamente. O roteiro é bem feito e as cinco páginas de porradaria entre o Capitão e o Surfista são muito empolgantes. A arte estava no ponto certo, não pelo estilo, mas pelas perfeitas expressões dos personagens. Uma edição que cala a boca de quem nunca entendeu o real valor dessa nobre série da Marvel.

No futuro, quem sabe: “O que aconteceria se Rob Liefeld aprendesse a desenhar?”

Capitão Marvel – criador por Stan Lee & Gene Colan

Anúncios

79 comentários sobre “O que aconteceria se… O Capitão Marvel não tivesse morrido?

  1. Esse Nitro,um vilão de segunda,acabou participando de dois grandes momentos da Marvel:Causou,indiretamente,a doença do Capitão Marvel e “se explodiu”matando vários dos Novos Guerreiros!

    Curtir

  2. Bem o meu gosto não deve ser levado muito em conta, acompanhei pouco do CM, isso não me ajuda a falar algo, mas posso falar de qualidade do post e que esse me fez querer olhar para o capitão marvel de outra maneira.
    Parabéns novamente pelo otimo texto.

    Curtir

    1. Já ia esquecendo de comentar isso:

      “Omni-Wave Transmitter, que para quem não leu a saga “Tempestade Galática” da Marvel, nada mais é que uma “Estrela da Morte” genérica”

      Irônico sabendo que a Marvel já publicou SW e agora as duas são parte da mesma empresa (Disney)

      Curtir

  3. Bom texto Victor. As vindas do Marr-Vell nunca são boas para a saúde de ninguém… já leste Thanos Imperative?
    Acontece algo do género mas numa escala muiiiiiiito superior! Nessa dimensão paralela à nossa os heróis para Capitão Marvel não morrer eliminam a própria morte. Assim ninguém morre nessa dimesão que se torna super populosa! (e invade a nossa)
    😉

    Curtir

  4. Mesmo sendo um grande fã do Capitão Marvel da concorrência – Shazam – Sempre simpatizei com o Mar vell e curti bastante as histórias em tom cômico produzidas por Peter David. Esse clássico que conta sua morte é uma edição preciosa para qualquer colecionador, e sua versão “o que aconteceria se…” não poderia faltar na galeria de obras imortais do Santuário.

    Adorei o texto, viajei por alguns minutos pra um mundo muito mais amigável e onde, sempre me sinto em casa…

    Parabéns por mais essa, Victor!

    Curtir

  5. Caraca!!! Foi longe (não tão longe pelo fato do Venerável dizer que eu sou jurássico)!!!! 1991, Homem Aranha 99 (quase 100!!!) e a melhor história da edição foi essa!!!!! Sempre fui fã convicto do Mar-Vell. Acompanhando ele em HTV, Hulk, Homem-Aranha. A maioria só lembra da edição da morte dele, mas muitas lembranças me vem a mente. Um encontro com o Hulk, as aparições nos Vingadores. Depois seu filho com as histórias cômicas feitas pelo Peter David. Mas voltemos ao foco!!! Essa história não chega a ser um grande clássico, mas chama a atenção pela quantidade de gente numa mesma história (prá parafrasear o clássico do Starlin) e é claro a presença de Luke cage no FF foi duca!!!! Será que foi essa a inspiração do Johns pro upgrade no negão???? Valeu demais tratador por trazer mais essa memória!!!

    Curtir

  6. História sensacional,pena que o final foi um pouco triste,mas tudo bem!Eu gostava muito do personagem e li a aventura em que ele morre!Adoro essas “O que aconteceria se”,pois dão aos argumentistas grandes versões das aventuras originais!A capa estava muito bonita,também com esse desenhista JORGEnsen…Valeu pelo texto e pela lembrança,Venerável!

    Curtir

  7. Reed Richards, Dr. Donald Blake (Thor) e o Dr. Stephen Strange – carai véio isso que é junta médica… mas é aquela velha coisa do efeito borboleta, mexe numa coisa desarruma outra… alguém vive outro morre… demais essa pérola, resgatada, gostei muito do texto e do site!

    Curtir

  8. quando eu era pequena, achava o Mar-Vell lindo! Hoje em dia ninguém é mais maravilhoso que o meu Príncipe Submarino, ai se ele quisesse NAMOR comigo… Ótima história, Venerável. Quando o roteiro foi levando para um inevitável confronto entre o Capitão e o Surfista, fiquei bolada do Marvel ganhar…Ia ser muito jabá! Ainda bem que a história foi coerente. 😉

    Curtir

    1. Se você ler as histórias da Era de Ouro do Namor é provável que você não o ache tão “fofinho” assim ao vê-lo sequestrar mulheres para usá-las. Sim, ele fala isso várias vezes com o mesmo sentido que o coronel da novela da Globo falava.
      Pra você sonhar com seu amado príncipe submarino, fique com isto:

      Curtir

  9. Sempre achei a morte do Cap. Marvel a mais dramática de todas por ter vindo a partir de uma doença e não de uma batalha. Trouxe um realismo aos quadrinhos difícil de ser superado ( Superman em All Star trouxe ideia semelhante, afinal nosso herói tbm foi envenenado). Parabéns pela escolha impressonante e mais ainda pelo resgate dessa história!!!

    Curtir

  10. Mar-Vell sempre herói!! Esse, sim, é digno, e criador de uma descendência pra lá de heterogênea.
    Poucos personagens têm meu respeito como esse aí!

    Curtir

    1. Faz você pensar em outras versões e pensar “por que diabos o roteirista não fez isso?”.

      E talvez por isso a maioria dos What If geralmente mostram um fim trágico para as histórias, mostrando que se não tivesse sido do jeito que foi, poderia ter sido pior.

      Curtir

  11. Acho que a morte de alguns personagens é necessária…afinal todos morrem arriscando a vida:policiais,bombeiros e etc.Super Heróis tbm morrem em serviço e isso dá espaço para outros se inspirarem e tbm virarem heróis.

    Curtir

  12. As possibilidades de What If são infinitas. Talvez, é uma das maiores sacadas de todos os tempos da Marvel. E, isso sem causar a bagunça que a DC tentou fazer com as 2652876378637 Terras.

    Curtir

  13. Parabéns Victor, adorei a matéria!! confesso que não conhecia esse Marvel (Mar-vell) só o da DC o Shazam, fui ao Wikipédia saber mais…Agora a pergunta que não quer calar: “O que aconteceria se Rob Liefeld aprendesse a desenhar?” ele seria menos odiado kkkkkkkkkkkk … 😉

    Curtir

  14. Apesar de ter baixado quase todas as “What if”, essa eu ainda não li, mas me parece que condensa muita coisa em poucas páginas, não? Isso é algo que acontece com muitos “What If”.
    Bem, falar em Krees e Skrulls sempre me lembra que os Skrulls se tornaram o que são por causa dos Krees ao propor um desafio pacífico entre Krees e Cotatis, raça de plantas racionais que divida o mesmo planeta dos Kress.
    E falar no Capitão Marvel sempre me lembra de Terra X e sequências, neste caso no relato mais brutal e talvez realista da série (que a tradução execrável da Panini mudou), quando o Bruce Banner diz que o tumor que consumia o Capitão Marvel era tão grande que ele parecia estar grávido. E como isso além de chocante se liga à história no final do Paraíso X, que eu não sei se Venerável leu, mas eu adoraria spoilear.

    Vaughan, talvez você até já tenha feito isso, mas teria uma lista de What If que você recomenda? Eu vejo que alguns são aclamados mas são simplesmente lixo, em especial os mais recentes, como aquele em que Von Doom continua com os poderes do Beyonder.

    Curtir

    1. Na época em que a Marvel o criou, o Cap Marvel da DC não estava sendo publicado. A DC havia comprado o personagem da Editora Fawcet, e parado de produzir as histórias. Assim, o nome não tinha “dono”, e a Marvel foi lá e registrou. Quando a DC trouxe de volta o personagem, não puderam usar o nome porque já era uma marca registrada pela concorrente.

      Curtir

  15. O Capitão Marvel seguiu o conselho de Rick Jones e deixou que Reed Richards lhe fizesse um chek up? Claro; em Reed Richards até eu confiava. Se fosse por aqui ainda o médico era capaz de dizer “Você não tem nada. Voe mas é daqui pra fora!”
    Venerável Victor, a sério que vai sair uma matéria sobre “O que aconteceria se Rob Liefeld aprendesse a desenhar?”, ou foi apenas um jeito de terminar a resenha em grande estilo?? POR FAVOR, que ela saia cá para fora; que bem vindas seriam umas boas gargalhadas!! 😀 :D:D

    Curtir

  16. Mais uma vez eu não sabia nada da Marvel… Ou quase nada. Conheço melhor a Miss Marvel kkkkk . Se fosse o Capitão Marvel da DC eu saberia muitas coisas, mas sou leigo qto a Marvel…. E eu tenho medo do CABEÇUDO pra sempre que vem trazendo essas histórias O Que Aconteceria Se…
    Victor sempre me jogando nos pesadelos desse Vigia… “pesadelos” kkkk

    Curtir

  17. Venerável amigo, como era de se esperar mais uma grande matéria cheia de palavras ricas sobre seu conhecimento quase que infinito. Tah bom, admito, nunca conheci direito nem nunca tive vontade de saber quem era o “cara que morreu”, mas como vc prende o leitor a cada segundo da leitura, é inevitável que cada um de nós n se interesse pelo personagem citado, confesso que n tenho nada no meu HD sobre ele, mas pode ter certeza que vc me incentivou a pesquisar. vc eh um gênio da escrita amigo, conta sempre.

    Curtir

  18. Eu fui na wikipédia como você sugeriu, Venerável, cara!!! Eu já imaginava isso, o personagem foi originalmente criado por causa de uma obrigação com a justiça, já que pertubavam a Fawcett por causa do SHAZAM…. Putz! Belo texto! 😉 🙂 🙂

    Curtir

  19. Me desculpa a brincadeira IMUNDA, Venerável tratador de macacos? É assim: “O que aconteceria se o Capitão Marvel não tivesse morrido?” “ELE ESTARIA VIVOOOO!!!”
    BWAHAHAAHHAAHAHAHAHH…. Desculpa não resisti! Ó timo texto e história por sinal, mas isso você já sabe!

    Make Mine Marvel!!!!

    Curtir

  20. Essa série : WHAT IF é responsável por inúmeras pérolas (muita droga também, mas tem gente que gosta de droga, senão não haveria tráfico). Essa em especial, foi uma beleza! parabéns pela escolha de tema, Tratador!!! UARRRGH!!! 🙂

    Curtir

  21. EDITORIAL SANTUÁRIO:

    Segunda: All New X-men #1

    Terça: Cavaleiros Demoníacos

    Quarta: Arrow – episódio #2

    Quinta: O que aconteceria se…

    Sexta: Liga da Justiça

    Sábado: Os Novos Deuses de Jack Kirby

    SANTUÁRIO

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s