Sexta Feira no Santuário do Bem e do Mal

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Bem vindos as paragens iluminadas que escondem os segredos sombrios do Santuário!sants

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Eu estou tentando ser uma pessoa melhor.

Embora cortejado ora por anjos ora por demônios, sou a mistura que me faz ser constituído de barro, trevas, chamas e coração. Algo que define ou tenta definir a complexidade do meu espírito. Somos bons e maus em medidas iguais ou diferentes, justas ou injustas… capazes de atos heroicos e atitudes monstruosas. Somos essa alquimia em constante ebulição, transformando-se e também alterando as rotas dos que nos rodeiam… temos uma bussola (a)moral que as vezes nos mostra o caminho certo e outras nos leva através dos labirintos sombrios da mente… estamos evoluindo, errando, acertando, aprendendo devagar, conquistando pequenas vitórias… amargando grandes derrotas. Não conseguimos agradar a todos o tempo todo, e as vezes nem conseguimos agradar a nós mesmos… somos assim, malditos e benditos; heróis e vilões de nossa própria história, protagonistas de pequenos dramas remendados nessa grande epopeia que é a vida.

Grandiosos em nossos sonhos infinitos.

Ínfimos em nossas pretensões megalomaníacas.

Somos seres humanos.

Nós continuamos tentando.

Travis Bickle e Roschach

Por Lexy Soares

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Rorschach criado por Alan Moore e Dave Gibbons.  “Taxi Driver” teve roteiro de Paul Schrader e direção de Martin Scorsese.

“Andando pelas ruas à noite, tudo o que vejo é sujeira! A escória da humanidade! É preciso alguém pra limpar a cidade!”

A frase acima pode pertencer tanto à Travis Bickle quanto à Walter Kovacs. Juro que tive a ideia antes de Brian Azzarello colocar os dois personagens juntos em uma edição de Before Watchmen. Mas a coincidência é devido à certas obviedades entre ambos os personagens. Taxi Driver, o filme que apresenta Travis Bickle, pode ter sido uma das inspirações para o clima de Watchmen, principalmente nas cenas com Rorschach.

Os dois personagens são pessoas moldadas pela solidão. Uma espécie de fobia que os tornou anti-sociais. Mas não um ódio declarado contra os humanos. Ambos acreditam que é necessário alguém com consciência para salvar a humanidade de si mesma. Há um inimigo à solta lá fora, que faz com que as pessoas se tornem frias e apáticas. Elas não querem ver sequer o mundo ao seu redor. Afinal, que mundo é este onde uma moça é estuprada, e toda a vizinhança olha sem fazer nada? Onde uma adolescente que foge de casa é explorada por um adulto das ruas, se tornando prostituta? É preciso alguém pra salvá-los.

O problema é: Ambos devem ficar longe um do outro. Travis e Rorschach, embora tenham as mesmas ideologias, nunca seriam amigos. Nunca veriam que estão cumprindo a mesma missão. Cada um está afundado em sua psique, de forma à acreditar que é um anjo vingador solitário. Se frente à frente, Travis daria um tiro em Rorschach. Mas como ele não é um atirador profissional, o tiro não o mataria de imediato, dando tempo para que Rorschach fosse em direção à Travis, e o estrangulasse. Antes de morrer, ele daria mais tiros em Rorschach, que ainda assim conseguiria matar o taxista. E só depois de matá-lo, é que Walter Kovacs tentaria fugir, e morreria pela perda de sangue.

E a podridão da sociedade continuaria…

Rick Grimes e Shane Walsh

Por Guy Santos

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“The Walking Dead” criado por Robert Kirkman e Tony Moore.

Adaptado dos quadrinhos criados por Robert Kirkman, “The Walking Dead” é uma série de tevê que mostra um grupo de sobreviventes em meio a um mundo infestado de zumbis, também chamados de “Walkers”.

Usando do antigo clichê do policial bom e o policial mau, surgem dois personagens centrais desta série, Rick Grimes, o bom e Shane Walsh, o mau, ou se você quiser o contrario. Estes dois personagens sempre estão sobre pressão, afinal estão a frente do fim do mundo e tentam se manter sãos, mas nem sempre conseguem.

Rick é casado com Lori e tem um filho chamado Carl. Quando acordou de um coma no hospital, o mundo já estava louco. Shane costumava contar para seu amigo Rick sobre suas namoradinhas do colégio, mas acabou solteiro… e secretamente inveja o casamento de Rick.

Quando Rick foi baleado, Shane tentou salvar o parceiro, mas não pôde. Quando o apocalipse chegou tudo virou de cabeça pra baixo, Rick acordou foi atrás da mulher e do filho, e os encontrou seguros com um grupo de sobreviventes sob a segurança de Shane. Mas não é só isso. O perigo anda e nenhum lugar é seguro. Rick toma as mais difíceis decisões para salvaguardar a vida de sua família e do grupo, tentando não cruzar a linha entre a civilidade e total brutalidade.  Mas Shane acredita que Rick está errado, e tudo pode ser resolvido muito fácil. Segundo ele, em um mundo sem leis, vence o mais forte.

Para complicar as coisas mais um pouco, Lori descobre estar gravida, mas além de saber que seu filho vai nascer em um mundo completamente terrível e perigoso, existe outro problema, que é o fato de ela não saber quem é o pai – sim – pois enquanto ela achava que Rick estava morto, Shane lhe fazia companhia secretamente. Rick aceita com relutância a questão de Shane ter estado com sua mulher, afinal ele é seu amigo e Lori estava fraca e pensava que seu marido estava morto… mas quando descobre que Shane pensa que o filho é seu, isso não lhe desce bem.

Rick está se sacrificando cada vez mais para aceitar as atitudes que tem que tomar, mas seu parceiro acha que ele não sabe o que está fazendo e que as coisas poderiam ser resolvidas de formas diferentes. É quando, lhe vem a ideia de que tudo seria muito simples se ele simplesmente eliminasse Rick da equação, pois ele acredita que o filho que Lori espera é seu e o que vai manter o grupo a salvo são as suas decisões.

Cada vez mais sobre pressão, Rick é obrigado a tomar uma atitude… talvez a mais difícil  de todas…

…e aquela linha tênue entre civilidade e brutalidade precisa ser rompida…

HITMAN vs LOBO

Por Carlos Lenilton

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Hitman:

Me chamo Tommy Monaghan. Gosto de olhar para trás e acreditar que fiz o certo mesmo que por vias erradas. Sou um assassino de aluguel que tem como especialidade matar meta-humanos. Não qualquer meta-humano, por exemplo não mato super-heróis, só os caras maus com poderes. Pelo menos é assim que gosto de me ver. A comunidade meta-humana me vê apenas como um assassino na maior parte do tempo mas acho que o Batman sacou qual é a minha, moro em Gothan e ele me deixa em paz. Ao menos desde que nos ajudamos contra um demônio de seis braços, muitas armas e nenhum piedade… Todos acham que assassinos não tem coração, estão todos enganados… Amo meus amigos  e o cara que mais se aproximou de ser um pai para mim: Sean Noonan.  Também amei minha garota.

Gosto de ser um assassino profissional, mas sendo freelancer só aceito matar quem acho que merece morrer…ok, você dirá que tenho uma moral distorcida e tem razão. Mas ao menos tento fazer a diferença neste mundo fodido de Deus. Tenho minha mente afiada, minha mira certeira e dois super trunfos: Visão de raios-X e telepatia que não penso duas vezes para usar a meu favor. Já vi a Mulher-Maravilha nua com minha visão especial…hehehehe! Posso morrer feliz… aliás, já morri.

“Semper fi”

– Hitman criado por Garth Ennis e John McCrea surgiu em Demon Annual #02. Faleceu em Hitman #60.

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Lobo: Simplesmente o maior puto de toda a galáxia. Capaz de matar o Papai Noel e estuprar o Coelhinho da Páscoa no feriado de AÇÃO de GRAÇAs.  Esse lixo czarniano matou toda a população de seu planeta e ainda se gaba de ser o último de sua raça.  Lobo é a prova absoluta de que a natureza não é perfeita e de que o aborto deve ser legalizado em todos os universos conhecidos. Lobo leva o inferno por onde passa. E ele passa por muitos lugares.

Lobo é o maior caçador de recompensas do universo e depois que dá sua palavra ela é inalterável. Sua única fidelidade é consigo próprio e com seu imbecil código de honra(!?). Ele aceita qualquer contrato seja para matar sua professora do ginásio, o gatinho peludo da sua ex namorada, Deus ou o diabo… e por isso mesmo ele foi proibido de andar por aquelas bandas tornando-se imortal.

Se ouvir falar de lobo fure seus timpanos. Se o vir fure os olhos. Se o cheirá-lo… bem, se o cheira-lo dane-se.

“Putardo!”

– Lobo criado por Keith Giffen e Roger Slifer surgiu em The Omega Men #03

Hitman e Lobo se encontraram em uma edição especial da Brainstore Editora publicada em Novembro de 2001 aqui no Brasil  em uma aventura onde os dois, claro, brigam.

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Snow White & Evil Queen

Por Leticia Fiuza

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“Once Upon a Time” criada por Edward Kitsis e Adam Horowitz.

Me chamo Snow White, mas nesse mundo me conhecem como Mary Margaret. Um nome que ganhei ao ser enclausurada numa maldição que me privou de toda minhas lembranças, esperanças e felicidade. Por vinte e oito anos passei presa numa nevoa de ilusões de um mundo que não era o meu, mas que passei a aceitar como minha casa. Sem saber por que, apenas sentindo que havia em meu coração um grande vazio, um sentimento de perda e solidão que jamais poderia explicar, até que encontrei Emma. Emma é minha filha, e eu nem a reconheci quando a vi devido à maldição de Regina, apenas tivemos uma ligação instantânea, mas sem explicação, como tudo aqui até a chegada dela. Emma, a salvadora destinada a livrar todo o meu povo do Reino da floresta encantada que foi amaldiçoado em Storybrooke por minha culpa.

Sim, minha culpa. Assumo isso.

Foi inocência de criança, mas isso não tira a responsabilidade do grande mal que causei. Eu deveria ter cumprido minha promessa, mas sempre tive esse ímpeto de querer fazer o bem e achar que conhecia a todos e que o amor sempre vence, mas em alguns casos, não é bem assim. E eu errei. E esse meu erro custou um verdadeiro amor que acabou com a vida e sonhos não só de uma pessoa. Mas causou uma marca tão profunda, que confesso que realmente mereci muito do que passei.

Minhas contas com Regina, a Rainha, já foram pagas e agora ela me deve. Foram anos com sonhos e esperanças roubados, mas agora que recuperamos a memória do nosso reino, minha filha e meu neto e toda uma nova esperança para o futuro, quero deixar isso no passado, junto com a maldição.

Estamos do mesmo lado agora, Regina.

LANA PARRILLA

Eu sou Regina, em Storybrooke a prefeita Regina Mills, ou como carinhosamente me chamam “Evil Queen”, um tanto cômico até. Mas nem sempre tive esse titulo e nunca quis tê-lo. Não me refiro ao “Evil”, e sim ao “Queen” (Rainha). Minha vida era suportável e simples, – pelo menos o quanto se pode ser tendo uma mãe como a minha – e meus planos para o meu futuro apesar de estarem sendo traçados por outras mãos, ainda pertenciam a mim, pelo menos assim eu pensava. Eu tinha tudo que amava: meu pai, e Daniel, meu grande e único amor. Aquele para quem dei minha vida e por quem enfrentaria o mundo.

Só não contava com os planos maquiavélicos de Cora, minha amada mãe e com a mania de boa moça de uma certa criança intrometida. Arrependo-me de muitas coisas em minha vida, – Sim eu, Regina, também me arrependo, só não fico fazendo drama como vocês – mas a principal delas foi ter salvado Snow naquele dia. Eu deveria tê-la deixado morrer, deixado o cavalo derrubá-la em algum precipício e nunca ter de encontrá-la. Entretanto, eu era boa, meu coração era inocente.

Naquele dia, nossos destinos foram cruzados e minha maldição começou. Naquele dia perdi meu amor, minha vida e minha liberdade. Se ela tivesse ao menos cumprido sua promessa…

Vocês me julgam. Vocês me taxam de cruel, mas já pararam para pensar o que eu passei? Fui radical, eu sei, mas a dor e o ódio colocaram um véu sobre meus olhos e foi preciso muitas mortes, sacrifícios pessoais, perdas, mais dor, e uma maldição para que vinte anos após esse desfecho uma nova esperança viesse para minha vida e me ensinasse o que era amar novamente, amar puramente e incondicionalmente.

Demorei em entender esse sentimento, afinal, fui privada dele muito cedo, mas Henry, meu filho adotivo e filho biológico de Emma, me trouxe uma centelha de vida novamente. E mais uma vez, meu caminho está ligado ao de Snow White.

Agora a maldição foi quebrada e fiz uma promessa a Henry. Chega de sofrimento. Tive que encarar Daniel novamente, não sendo ele e sim um monstro e isso me fez olhar para mim mesma. Não sei se conseguirei levar adiante, foram muitos anos de corrupção de minha alma, mas vou tentar, com todas minhas forças.

E Snow está certa em uma coisa, estamos do mesmo lado agora, um Mal maior nos espreita. E o futuro, bem, esperem os próximos capítulos.

Leia mais sobre a série Once Upon a Time!

O Ciclope é o “Homem-Aranha mutante”.

Por Ckreed Kleber

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Ciclope e os X-Men criados por Jack Kirby e Stan Lee.

Nesta época de festas de fim de ano, deparei-me com meu sobrinho de 3 anos vivendo a ilusão do Papai Noel, então fiz uma “regressão” acordado e lembrei-me de como era maravilhoso encontrar os presentes na manhã de Natal, em minha não tão longínqua infância. Só que, hoje em dia, já adulto, com trabalho responsável, um amor para compartilhar a vida, com entes queridos bem próximos que se foram, contas para pagar e sentindo muito calor (e como tá quente!), lembrei-me do Ciclope. Isso mesmo! Papai Noel, vida adulta e calor infernal me fizeram pensar no Ciclope! Calma que explico, não precisa ligar pro Asilo Arkham, ainda.

Recentemente tivemos a saga Vingadores vs. X-Men que terminou com um Scott Summers totalmente possuído pela Fênix (olha o porquê do calor), matando seu mestre e pai, o Professor Xavier. Como consequências, os mutantes foram salvos da extinção quase certa e o “magrão” aliou-se ao Magneto, tornando-se um foragido da lei que procura proteger esses novos filhos desgarrados da humanidade, só que de forma mais violenta, se for preciso.

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Então, ao assumir o título All-New X-Men, o roteirista Brian Michael Bendis trás o Ciclope “de 3 anos de idade”, que acreditava no “bom velhinho” do Xavier e na convivência pacífica entre humanos e mutantes, para bater de frente com o “caolho” mais adulto, envelhecido e desgastado pelas contas que os anos cobraram dele, com juros injustos e pesados.

O antigo Ciclope ingênuo de Xavier vs. o atual Ciclope desiludido e ferido de Magneto, irão travar um embate muito interessante que não se via nos mutantes desde o seu início, quando as ideologias de Xavier vs. Magneto ainda não tinham sido colocadas em xeque pelos acontecimentos futuros que quase destruíram os Filhos do Átomo.

Será que um jovem idealista, cujos problemas na vida se resumem em perder os pais num acidente de avião na infância e aprender a usar seus poderes, pode por algum juízo na cabeça de alguém que, além disso, já perdeu o grande amor de sua vida, foi possuído pelo Apocalipse, pela Fênix e matou um mestre que no passado se revelou ser cheio de segredos sórdidos (lembram do caso Gabriel Summers?), viu sua espécie quase ser dizimada e foi muito mal adaptado pro cinema (fora os chifres)? Só Bendis sabe.

Morte e Sonho

Por Rodrigo Garrit

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Personagens da série “Sandman”, criados por Neil Gaiman, Sam Kieth e Mike Dringenberg.

Antes do fim…

Há de se perambular pelos reinos ocultos e por entre as névoas de pensamentos e descriações, visitar castelos em ruínas, e sorver seus escritos desesperados. Vencer o insuportável medo e trafegar pelos seus nuances de branco cristalino, cinza esfumaçado e preto enluarado.

Que existam pesadelos para nos lembrar de que o mundo é feito de partes iguais e equilibradas… Que venham as grandes ondas de destruição e amargura, e que nos afoguemos em decepção; pois é preciso crescer, é preciso aprender.

Haverá de se construir montantes de intrínsecos delírios, frágeis em sua estrutura e rígidos em sua breve existência, sendo esquecidos em seguida, mas reforçando os alicerces da realidade verdadeira, aquela que só existe quando se pensa nela.

Haveremos de visitar os mundos inventados, ler os poemas jamais escritos, trilhar as estradas jamais construídas… destruir-nos-emos e renasceremos revigorados… para percebermos, pelo menos uma vez, que a realidade nem sempre está acordada.

Há de se ter a percepção de que o sonho não é um mundo a parte; ele é uma extensão do dia e da noite, ainda que não seja sólido, mas ainda assim, detentor da força bruta necessária para mover as estrelas.

E pouco antes do fim, sentir o abraço e beijo calorosos de uma velha amiga, sussurrando segredos em nossos ouvidos, fazendo-nos saber que cumprimos nosso objetivo antes de partir, mesmo que esse objetivo fosse deixar coisas incompletas para outras pessoas terminarem…

E que seu abraço e beijo sejam o bálsamo do guerreiro cansado, as ferramentas que movem a engrenagem da vida.

O fim da dor e da peleja. Que seja apenas alívio.

Então haveremos todos de dormir, acalentados por seu toque frio e suave.

E depois do fim, quem sabe o quanto ainda há de se sonhar?

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“O mal e o bem, o bom e o mau, andam sempre misturados. Nunca se é completamente bom ou completamente mau”.

Jose Saramago.

 

– O título deste artigo faz referência ao ótimo filme “Meia Noite no Jardim do Bem e do Mal”. Assistam!

 

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10 comentários sobre “Sexta Feira no Santuário do Bem e do Mal

  1. Muito legal. Adorei ter participado, e adorei ver os outros textos. Interessante como os textos se comunicam entre si, parece até que estava todo mundo escrevendo junto, em uma mesma sala.

    Ou será que realmente estávamos, mas em algum outro plano onírico?

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  2. Que tal abrir o próximo ano com um texto no mesmo formato? Seria uma excelente maneira de atrair bons presságios para os autores e para os leitores.

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  3. Bem e mal são como caos e ordem!!!!! E quem não os retém em si???? É um tolo se negar!!! pois assim foi concebido, para abrigar os dois e viver se penitenciando por isso, aguardando seu espaço reservado no resplendor!!!!! Feliz Ano Novo prá todos os devotos e devotas que entendem que só a soma de tudo nos completa!!!!!

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  4. “O mal e o bem, o bom e o mau, andam sempre misturados. Nunca se é completamente bom ou completamente mau”. – Perfeito!

    Morte e Sonho, amo de paixão esses dois *-*

    Sexta-feira bendita, acabando o ano em benevolências! =D

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