Novíssimos X-men #5 & #6 – “Eu tenho pressa e tanta coisa me interessa, mas nada tanto assim”

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por Venerável Victor “O Gorila Grodd também é telepata poderoso” Vaughan

Img-de-CapajeangreyOs cinco X-men originais tiveram seu primeiro encontro com Ciclope e seu grupo de “cascas grossa”. Hank McCoy “subiu no telhado” com sua nova mutação destruindo seu corpo de dentro para fora e a Jean Grey ninfeta despertou sua telepatia um ano antes do que o esperado. Com todos esses eventos acontecendo ao fim da edição anterior, a pergunta que todo devoto do Santuário se faz é… E agora, José?

X-men – criados por Jack Kirby & Stan Lee

“A primeira história de uma nova era chega a sua conclusão e um dos X-men originais será transformado para sempre”

Brian Michael Bendis, Stuart Immonen & David Marquez
Brian Michael Bendis, Stuart Immonen & David Marquez

Brian Michael Bendis está fazendo um trabalho muito bom em sua nova empreitada como escritor de uma revista X, introduzindo novos e ao mesmo tempo familiares conceitos e ideias.

Começando diretamente de onde a edição anterior parou, Jean Grey está dentro da mente do Fera do presente, como numa espécie de “Chat” onde o atual e o jovem Hank McCoy discutem uma forma de salvar sua versão mais velha e peluda, que no mundo real está em coma na mesa de cirurgia de seu laboratório, com sua versão adolescente fazendo o que pode para mantê-lo vivo, entenderam?

Dentro da mente de Hank, Jean pede para ver através de suas memórias tudo o que ele sabe sobre o futuro da ruiva e é claro que ela não gosta nem um pouco do que descobre. As coisas continuam a ir muito interessantes na edição, o Ciclope do presente continua no seu intuito de encontrar e treinar novos mutantes no uso de seus poderes, chegando ao ponto de transformar a abandonada base de operações do projeto Arma X, como a nova “Escola Charles Xavier para alunos superdotados”.

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As ações do nosso Ciclope servem como uma bela, mas ao mesmo tempo bizarra homenagem à Charles. Ficaria mais linda se pudéssemos esquecer que foi o próprio Scott quem matou o Professor X, apesar de influenciado pela entidade cósmica Fênix. Ele quer continuar o sonho de Xavier, mas parece perdido sobre como realmente agir após se encontrar com sua versão mais jovem.

O Fera ganha uma nova forma, o que na verdade não deixa de ser uma releitura de sua versão mais amada pelos fãs: a símia e temos um pouco mais de interação entre esses “X-men: Primeira classe” e os veteranos mutantes. Logan continua sendo um idiota com o jovem Ciclope, Kitty Pryde ganha uma importância maior na série e as primeiras mudanças nos originais X-men começam. Como essas mudanças irão afetar seus relacionamentos e o que eles entendem da vida, especialmente quando o Anjo descobrir o que aconteceu com ele no futuro? Tudo isso ainda será mostrado.

Capa e capa variante de Novíssimos X-men #5
Capa e capa variante de Novíssimos X-men #5

Os holofotes ficam todos em Jean Grey, o que faz todo o sentido já que a presença da ruiva é o grande evento dessa aventura. Os novos fãs podem entender o porquê ela é um monumental personagem na mitologia dos mutantes. Ela, como mencionado acima, desenvolveu agora seus poderes um ano antes do que constava da história, o que comprova mais uma vez que mudanças na intervenção de Hank McCoy no tempo/espaço irão acontecer cada vez mais.

E agora que a moça descobriu tudo o que aconteceu no seu futuro, ela basicamente se tornou a líder de sua equipe e tomou a drástica decisão de continuar no presente até que todas as coisas sejam concertadas. Esse é o começo da mudança da dinâmica da equipe, ao vermos como o relacionamento entre Scott e Jean pode mudar daqui para frente, alterando ainda mais o futuro.

A arte de Stuart Immonem ainda está acima de qualquer crítica negativa. Só valorizando em cada página os roteiros de forma perfeita ao mesmo tempo em que reporta muito bem as mudanças sutis que os novíssimos X-men estão sofrendo a cada momento. Aqui embaixo você vê um dos seus mais belos quadros nessa edição, retratando todo o futuro de Jean Grey sendo presenciado por seus inocentes olhos.

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Teorizando podre viajar no tempo para um momento de sua linha de vida sem causar grandes estragos, o doutor Hank McCoy atravessou uma plataforma quântica e desapareceu… Ele acordou e se encontrou no passado, vendo reflexos como em um espelho do que era ele mesmo há tempos e se viu compelido, além dos seus mais fortes instintos a mudar a história para melhor… Dessa forma o peludo gênio mutante se vê trazendo para seu presente seus amigos, os membros fundadores dos X-men, na tentativa de concertar o que está errado, além de secretamente torcer para que sua nova mutação não o torne cada vez mais parecido com o Gato Guerreiro do He-Man

NOV120661_1Brian Bendis é definitivamente um autor cujo trabalho causa grandes demonstrações de amor e ódio por conta dos fãs de quadrinhos. Essa edição começa muito bem, com Jean Grey sendo visitada por seu arqui-inimigo Magneto e uma versão madura e louca de seu namorado, o Ciclope, que vêm ao seu encontro para avisá-la que “pessoas” estão vindo para pegá-la. A cena é uma grandiosa e cinética sequência de abertura, o que no fim acaba por se mostrar uma outra coisa, lógico, que faz perfeito sentido.

Ela acorda apenas para descobrir que sua telecinese fez um caos em seu quarto e a nova diretora da Escola, Kitty Pryde entra para tentar aconselha-la. De primeira essa interação é muito bem desenvolvida, trazendo a tona antigos contos dos X-men de nossa adolescência, mas por outro lado, é estranho perceber quanto “tempo cronológico Marvel” já se passou.

Kitty está visivelmente nos seus vinte e poucos anos, de acordo com a última vez que prestamos atenção, mas Jean não passa de uma garota em seus quatorze anos. Enquanto tentamos fazer as contas de cabeça de toda essa nova situação, o Ciclope “boyzinho” foge da escola roubando uma das motocicletas do Wolverine e sua jaqueta de couro – alguém se lembra de Logan fazendo exatamente a mesma coisa no primeiro filme dos X-men para o cinema?

Bendis brincou com essa cena colocando nos balões de pensamentos frases negativas que os fãs falaram de sua entrada no título , assim como pistas do futuro arco de histórias.
Bendis brincou com essa cena colocando nos balões de pensamentos frases negativas que os fãs falaram de sua entrada no título , assim como pistas do futuro arco de histórias.

David Marquez, o desenhista convidado dessa edição faz um bom trabalho aqui, seguindo os passos de Immonen com facilidade, proporcionando personagens reconhecíveis e ótimas expressões faciais, além de nos brindar com uma versão maravilhosa da Tempestade que entra em cena na hora certa para dizer para a jovem Jean Grey que seus outros colegas de equipe irão seguir sua liderança, dando credibilidade para o seu recém-adquirido comando do grupo.

Wolverine segue a trilha do bebê Ciclope até Salem Center e sua interação é esquisita até o último nível. Logan entra e sai do papel de pai protetor para maníaco-assassino-sem-controle muito rápido para o gosto de quem quer que seja. E os problemas de Scott para se adaptar ao século 21 são bastante absurdos. Afinal se presumirmos que esses X-men vieram de 1963, as referências e piadas com as situações no presente são inteligentes e sólidas, mas se formos levar em consideração que no tempo dos quadrinhos a distância de anos entre as duas equipe não supera muito mais que doze, quatorze anos, parte do cérebro de muito leitor vai entrar em parafuso e essas mesmas referências perdem todo o sentido. É legal a ideia de o jovem Ciclope buscar fugir das ideias pré-concebidos de seus colegas mais velhos sobre ele se tornar um líder mutante com os pés atolados na lama de diversas decisões questionáveis e o encontro entre o jovem Anjo e o adulto Anjo é maravilhosamente realizado. A edição acaba com a revelação de que Mística vai se envolver nessa confusão toda.

Novíssima rajada na fuça do Wolverine!!!
Novíssima rajada na fuça do Wolverine!!!

O grande problema com essa sexta história é a incoerência com a linha de tempo, com piadas sendo feitas como se os personagens realmente tivessem vindo dos anos sessenta, sendo claramente impossível se estão com seus quase trinta no século 21. Se essa caracterização sessentista da equipe dos Novíssimos X-men continuar, devemos concluir que no presente eles se encontraram com os Velhíssimos X-men.

O problema, claro, não é incorrigível nem insuportável e apesar de incoerente acaba sendo extremamente charmoso vê-los retratados como suas antigas contrapartes do início da Marvel comics, dessa forma vamos esquecer os furos no roteiro e nos encantarmos com as caracterizações.

Kitty Pryde e Wolverine fazendo os papéis de mentores dos personagens que na fase Claremont/Byrne eram os membros seniores da equipe, funciona muito bem e traz muita magia para essas páginas. Mas cada vez mais os leitores se perguntam… Uma hora o botão de RESET na cronologia dos X-men vai ser pressionado…

S_Final

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52 comentários sobre “Novíssimos X-men #5 & #6 – “Eu tenho pressa e tanta coisa me interessa, mas nada tanto assim”

  1. De novo sobre a Série, a parte boa é que é justamente os heróis (do tempo presente) da célebre fase fase Claremont / Byrne é que participam, com exceção do adorável Noturno e do auto- exilado Colossus.

    A falta do altruísta Kurt Wagner (O Noturno), concebida pela seu mal explorado falecimento e seus memoráveis conselhos, talvez fizesse o Logan ser menos imbecil e acéfalo e, com certeza ( já que estamos falando de brincar no tempo), daria um charme todo especial a All New X-Mens e encheria os olhos dos seus eternos e revoltados fâs . Digo mal explorado é que na Saga Segundo Advento trataram sua morte como um fato incrivelmente banal, sem a devida importância a que caberia a este verdadeiro Herói, um dos maiores X Mens residentes da Escola de Xavier.

    Por falar no Noturno, seu ressuscitamento já está demorando. Pô, Marvel.

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  2. Sobre como este Arco que está se devolvendo, é incrível como a Marvel permite a bagunça na personalização de alguns personagens, vide o Wolverine, que parece se apagar quando interage com os demais e ser outra pessoa a cada Revista. Já que era para ele parecer uma perfeita nulidade, mais infantil e boboca do que todos os X- men originais juntos , a ponto de sua liderança na atual Escola Jean Grey ir para o saco, para quê serve a participação dele?
    Outra é o caminho incerto da viagem no tempo afetar a animosidade entre os X-Men fundadores, pois é injusto e um descalabro prejulgar o jovem e assustado Scott por ações de sua versão do seu futuro e do nosso presente.
    Outra incoerência é a liderança do grupo jovem ser afetada, bandeando para o lado de nossa querida jean Grey mas que desconstrói a linha de liderança mutante consolidada ao longo dos anos para o Ciclope e sua capacidade de liderar o grupo, pois se esta linha do tempo continuar, como o Scott de presente irá aglutinar toda uma geração de X- Mens e terá capacidade de realizar uma fração dos atos de que o acusam ?
    Ponto positivo é para a amável Kitty Pride e sua relação com os jovens X Mens e, principalmente, com a Jean Grey. A observar como os papéis entre as duas se inverteram, quando nos lembramos como as duas se conheceram, na célebre fase Claremont / Byrne, em que estes mostravam a já experiente e acolhedora Jean Grey e a adolescente e insegura recém chegada Kitty. Ponto para Bendis.

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  3. não me levem a mau, os garotos e também os corôas massavéio que adoram o carcaju, mas aquela imagem do Wolverine tomando uma bela rajada óptica na fuça de adamantium virou meu papel de parede!

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  4. Os heróis aparentam vir dos anos 60 porque vieram. Ao contrário do que se pensa, não existem uma continuidade única na Marvel, e sim diversas dimensões, sendo uma a primordial (9997) e todas as outras efeito de manipulações diversas.
    Sempre que se volta no tempo cria-se uma realidade divergente, e Fera provavelmente voltou no tempo caindo numa dimensão que segue a linha temporal original dos personagens.

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  5. O que eu posso dizer? Ao me deparar com essa corajosa desconstrução/reconstrução dos personagens, alinhando o melhor dos velhos e novos tempos… trazendo à tona o frescor de uma época de ouro unida a todo o contexto moderno dos personagens… diante disso, o que dizer?

    TÁ LEGAL PRA CARAMBA!

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  6. “Essa edição começa muito bem, com Jean Grey sendo visitada por seu arqui-inimigo Magneto e uma versão madura e louca de seu namorado, o Ciclope.”

    Veja que interessante as diferentes formas de interpretação.
    Ao meu ver, Ciclope não é o louco da história. Aliás, ele esteve certo desde o início. Basta ler o prelúdio para AvsX quando ele questiona por que a fênix sempre volta e que seria preciso treinar a (insuportável) da Hope para receber a entidade e salvar os mutantes da extinção.
    O que se revelou sendo verdade. Em tudo.

    Claro… teve a parte em que os Vingadores meteram a colher e entornaram o caldo… e depois fizeram exatamente o que Scott dizia ser o caminho (treinar a menina para que pudesse incorporar a fênix e salvar o mundo. e o (J)ênio do stark descobriu no meio da história o que Scotty já sabia: por que a fênix voltou à terra?)

    Mas sobre esta cena (edição 6), na minha humilde opinião, quem é o LOUCO não é o Ciclope, mas o Wolverine, que, para variar, chega sempre matando. Coisa típica de homem troglodita que não sabe argumentar e só resolve suas frustrações a base de violência….enfim… está cheio de gente assim por aí. Mas a garotada gosta… vai entender… e ainda pega as heroínas. Jean Grey e Tempestade. Fala sério: só se no fundo forem duas periguetes (hahahaha, empolguei…)

    Acredito que Bendis ainda irá nos trazer consequências terríveis devido à irresponsabilidade do Fera. Ao tentar CONSERTAR o que ele acreditava ERRADO, acabou criando uma nova REALIDADE ALTERNATIVA, pois o passado dos X-Men atuais já está feito. O que muda é o futuro dos jovens do passado. Ou seja, mais uma realidade criada.

    E o Fera está precisando levar umas. Nos últimos anos ele tem sido representado como uma velha chata e reclamona. Considerando que até então ele tinha sido um dos mais camaradas e simpáticos dos X-Men (e dos Vingadores).

    Sei não… mas acho que um dos cinco irá morrer. Bendis tem o hábito de matar personagem. Talvez só sobre Jean. E aí o senhor Fera teria que arcar com as responsabilidades, não???

    E se a intenção do Bendis é fazer com que o leitor passe a odiar cada vez mais o Wolverine, ele está no caminho certo. Como diz a resenha, o personagem está cada vez mais múltiplo. Sua personalidade varia tanto que não sabemos quem é ele. Em cada revista que ele aparece é uma personalidade distinta. E haja revista com o Wolverine. Não há como ler Marvel sem dar de cara com o carcaju. Há anos não leo sua mensal e ainda assim ele está em todas. (ninguém merece esta onipresença)

    Não gostei da atitude da Tempestade, forçando a barra na liderança de Jean por uma (aparente) mágoa em relação ao Ciclope. Parece que esta mágoa/raiva para com o personagem será constante (por enquanto) entre os outros mutantes da escola, resultando em decisões (conscientes ou não) que o atinjam e o faça sofrer. Pobre jovem Scott.

    Aliás… segundo o autor… o outro lado (apoiadores do Ciclope) ainda irão aparecer… veremos… interessante, bem X-Men hahaha

    Será que os Shiar’s irão aparecer para prender Jean? Se isso acontecesse, eles também não teriam razão (eu acho que não), levando-se em conta o que ela ainda IRÁ fazer como fênix? É a mesma situação do Scott, talvez pior, porque ela IRÁ matar bilhões (lembrando que pelo retcon de AvsX foi Jean que cometeu as atrocidades da fênix negra). Não foi isso que Wolverine propôs e NINGUÉM o questionou (de forma efetiva)? Apenas Ororo, de maneira bem questionável pediu para ele parar. Mas, como se quisesse deixar ao leitor a impressão de que mesmo ela pensou na possibilidade… (grandes possibilidades para possíveis arcos futuros)…

    Muitas perguntas….

    Sobre as tiradas em relação à cronologia (situações que levam aos anos 60) ainda irão permanecer… Na edição 7 (preview) uma jovem diz ao pequeno Scotty que na TV ele parece ter uns 40 anos.
    Bendis, ao que parece, irá brincar com esse recurso. Talvez parte da homenagem à equipe que completa 50 anos.
    CHEGAAAAA!!!!!

    ops… texto grande (empolguei messsssmo hahahaha)
    abçs

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    1. Mandou muito bem no seu texto, moça, parte do prazer de falar aqui de Novíssimos X-men é curtir seu ponto de vista. Quanto ao Scott estar louco, nào acho também, ele é meu herói preferido da Marvel e sim , estava certo o tempo todo. Me referi apenas ao “louco” por ser como o mundo o tem viso.

      Um louco como esse eu seguiria até o Inferno!

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  7. Mais uma grande matéria do Venerable!Tô tranquilo quanto aos roteiros do Bendis,o cara é fera e vai contar grandes histórias(quem colocou Os Vingadores no topo?!)!Stuart Immonen é um de meus desenhistas favoritos,as edições vão fazer sucesso!

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  8. Grande VVV, você tocou em um assunto realmente perceptível para quem esta acompanhando esse arco: o tempo. Mas eu acho que Brendis deu um piso em falso, principalmente nessa sexta edição, se levarmos em conta o tempo do universo Marvel. Mas ele ainda tem tratado muito bem a existência de X-men mais jovens em contato com esse mundo “futurístico”.
    Outra coisa que eu notei e que me deu uma dor de cabeça é que em mutas edições, graças ao grande numero de personagens, existe pouca evolução de certos heróis, tanto os que vieram do passado como outros….

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  9. É minha opinião de que quando entram nestas timelines de ir buscar personagens ao passado para resolver problemas no presente, iremos ter problemas no futuro.
    Até pode estar a ser engraçado e tal, mas está cheio de anacronismos e deficiências cronológicas… já agora, o “velho” Scott pode ir para cima da “pequena” Jean Grey, ou será considerado pedofilia e adulterio??
    ahahahahha
    😛

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  10. Em linhas gerais All New X-men tem me agradado.

    Entretanto: Não gostei da nova forma do Fera.

    E o Bendis, bom ele sempre gosta de dar uma forçada de barra aqui e outra ali.

    O importante é que o cara está motivado e isso faz com que ele produza histórias que prendem a atenção do leitor.

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  11. Bendis dá voltas e voltas!!!!!! bagunça meio mundo, faz geral babar mas ainda não disse a que veio. falei e continuo a falar. Ele só é eficiente 100% em personagens originalmente solo. Agora Stuart Immonen & David Marquez mandam muito bem. Esse painel lembrando várias fases da vida de Jean faz qualquer nedrvéio ir a loucura!!!! Tá quase tudo ali (faltou os selinhos que o Anjo gostava de dar nela!!!).
    E muito bom também ver o retorno daquele que não deveria ter sumido no fim do Mundo. Tu é o cara Venerável tratador!!!

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  12. Acho que essa explicação da linha do tempo da MARVEL (http://www.marvel616.com/2011/03/franklin-richards-manipulando-linha.html) vem bem a calhar na viagem no tempo dos X-men originais. Aliás, foi isso que pensei quando o Summers entra na loja de conveniência e fica espantado com a água engarrafada. Concordo plenamente com o charme que dá a revista e não gostaria que tenha uma explicação cronológica. Bendis realmente tem feito um ótimo trabalho e sinceramente esta nova fase, tanto da DC quanto da MARVEL, apesar dos chiliques de muitos NERDS tem me trazido de volta ao mundo das HQ’s. Estou muito satisfeito mesmo com essa entrada de vez das editoras no século XXI.

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  13. Vamos falar dessa mutação do Fera, ou o que seria sua mutação… Terciária??? 🙂 Nada mais é do que uma volta a sua forma símia sim, só que agora meio Hulk e sem o cabelo estilo Wolverine. O que não faz muito sentido se você é um personagem cuja maior característica é ser ágil, não? Nada contra a parte macaco (antes que você me bata, Victor), mas o corpo forte e grande exagerado é que acho que não cai bem, afinal, de todos os macacos, quando se pensa em velocidade e agilidade, não é do gorila que imaginamos…

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    1. Teoricamente, a mutação secundária dele, a que o transformou naquele gato guerreiro escroto não vale, afinal foi artificialmente desencadeada pela Sábia. É o que eu acho…. agora é que acho que vale mesmo.

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  14. Nossa, que confusão. Adoro os Xmen, mas é tanta reviravolta, tantos pontos novos, mudanças que ao mesmo tempo que quero ler de novo, não quero… Duvida…

    Mas a Resenha está ótima. 😉

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  15. Bom, meu contato com os XMen sempre foi nos desenhos animados… Aqueles dos anos 90 e os Evolution… Mas essa revista me desperteu uma enorme curiosidade e já estou lendo. Ok… Virei fã, mesmo não gostando tanto do Wolverine, o fodão de milhares, kkkk Sou mais o Ciclope, mesmo ele estando do lado negro da força!
    Mas o melhor de tudo é o Victor ter voltado *-*

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  16. Gostei da explicação que o Bendis usou para que os Novinhos X-Men não voltem imediatamente para o passado.

    Outra coisa: não li a edição 6, então pulei essa parte do post, mas acho que o Anjo vai adorar a versão dele do futuro. Com asas de metal e namorando a deliciosa Psylocke.

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    1. Essa fase mudou minha recente insatisfação com os X-mens.
      Jean tem sido a estrela e pela primeira vez na minha vida não desejo que ela morra na próxima edição, pelo contrário cada vez que ela aparece torço para que essa ideia da volta dela vingue.
      A interação do passado com o presente fugiu da situação obvia e batida que poderia virar, cada edição tem sido uma grata surpresa, ao contrário do que esta acontecendo com Wolverine e seus X-mens.
      Wolverine continua sendo ele, chato, muito valorizado e já com todos os plots possíveis explorados a exaustão, portanto não acho que ele acrescenta a revista, que poderia sobreviver fora da escola jean grey.
      Seguindo a lógica de viagens no tempo, eles não estariam prestes a dar um belo rombo no tempo?
      Bem tirando essas minhas bobagens de lado, a revista é a minha preferida nessa nova marvel, claro que até a chegada da revista com a equipe do Ciclope, que espero que mantenha o nível dessa.

      Ótima também a interação do H.de Gelo com seu eu passado, assim como a do Fera.
      Uma nova mudança para o fera, foi algo que não via necessidade, espero que seja bem aproveitada futuramente.

      Victor bom voltar a ler suas resenhas. O X-mundo não tem a mesma graça sem você.

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