AUTORES E PERSONAGENS: Parcerias inesquecíveis e histórias sensacionais que vão ficar para sempre em nossas mentes!

Por Rodrigo Garrit

Alan Moore
Alan Moore

É claro que como fãs, gostamos de acompanhar as aventuras de nossos heróis preferidos, e adoramos quando bons autores colocam suas mãos neles e nos proporcionam aquelas histórias sensacionais que vão ficar para sempre nas nossas mentes. Claro que com o tempo, os autores vêm e vão… os personagens passam por altos e baixos… naturalmente nos tornamos fãs do trabalho também dos profissionais que se dedicam a escrever e desenhar nossos heróis. Hoje decidi relembrar algumas dessas histórias que marcaram uma época na minha vida, e entraram para a minha seleta lista de “histórias sensacionais que vão ficar para sempre na minha mente”. E junto delas, faço questão de destacar seus respectivos autores, naquelas que considero algumas das melhores parcerias entre autor e personagens, para fechar com chave de ouro tanto saudosismo. Existem alguns (MUITOS) outros que poderiam estar aqui, mas por uma questão de espaço, vou ter que me contentar com apenas alguns exemplos…

John Byrne e o Quarteto Fantástico

John Byrne

Ele já havia revolucionado os X-men ao lado de Chris Claremont, mas quando achou-se que nada poderia ser tão emocionante quanto obras como a “A Saga da Fênix Negra”, ele assumiu sozinho o roteiro e desenhos do Quarteto Fantástico e elevou a equipe a um novo patamar… recebeu elogios rasgados de público, critica e de um certo Stan Lee… durante um longo período afastou um dos quatro pilares – o Coisa –  e colocou a estonteante Mulher-Hulk em seu lugar… fez a personagem brilhar como nunca, chegando a mais tarde trabalhar em um título próprio dela. As histórias do Quarteto dessa fase de Byrne trazem algumas das melhores já feitas, uma verdadeira viagem ao interior do nerd que existe em nós!

James Robinson  e Starman

James Robinson

O personagem da Era da Ouro da DC sempre foi um dos grandes nomes na Sociedade da Justiça, mas nunca havia mostrado ser capaz de brilhar com luz própria… até James Robinson reinventar toda a sua mitologia, começando pela arquitetura de sua cidade – Opal City – com a ajuda do artista Tony Harris, criando uma ambientação única e surpreendente. A série de Robinson trata de linhagem, e mostra as desventuras de Jack Knight como um Starman involuntário assumindo os negócios da família. O vilão Sombra era um coadjuvante de luxo, roubando a cena e tornando-se em alguns momentos o elemento principal da trama. Ele ganhou um minissérie própria de 12 partes, escrita por Robinson, que é simplesmente espetacular.

George Pérez, Marv Wolfman  e os Novos Titãs

George Pérez e Marv Wolfman

Esqueça os adolescentes Robin, Aqualad, Moça Maravilha, Kid Flash e Ricardito tentando provar seu valor para os adultos. Quando Wolfman e Pérez assumiram os Titãs, mudaram todo o status das histórias, direcionando-as a aventuras cheias de adrenalina, com um toque especialíssimo de sentimentos para retratar a amizade entre os membros da equipe. Agora tínhamos uma alienigena, um ciborgue, um transmorfo, uma bruxa e muitos outros novos personagens que foram introduzidos na série. Entre viagens espaciais e batalhas contra demônios de outras dimensões, essas são histórias que ficarão sempre na memória pela credibilidade que passavam, graças a coragem que os autores tiveram de ousar e mudar.  Todos tinham papel importante no contexto geral, mas quem ganhou grande destaque foi o vilão Exterminador… que seduziu a jovem Terra, surrou a Liga da Justiça, ganhou título próprio e foi pai dos Titãs Jericó e Devastadora. Sua popularidade foi o suficiente para que ele tivesse novamente uma revista própria na DC.

Alan Moore e o Monstro do Pântano

Alan Moore

Não tem muito o que dizer sobre a coleção de histórias do Monstro do Pântano escritas por Alan Moore. São as melhores e mais inesperadas HQs de terror já feitas, e até então, não superadas. Inesperadas porque foram feitas numa época em que ainda não existia o selo adulto da DC, a Vertigo (sua criação foi impulsionada em parte por essas histórias), e não era comum ver aquele tipo de história sendo contada dentro do universo tradicional de super-heróis da DC Comics. Essa é uma coleção que há anos eu aguardo que seja publicada de forma cronológica e integral no Brasil, em encadernados que possam ser lidos em noites chuvosas… o destaque fica para o mago inglês John Constantine, que foi criado por Moore como coadjuvante e acabou tornando-se um sucesso estrondoso. Com o advento da linha Vertigo, Constantine logo ganhou um título próprio – Hellblazer – que é publicado até hoje sendo a revista mais longínqua do selo. Curiosamente, Alan Moore nunca escreveu nenhuma edição sequer de Hellblazer.

Grant Morrison e Homem Animal

Grant Morrison

Mais um caso de personagem subestimado que torna-se cult. Quando Morrison assumiu o título, ainda não era tão famoso quanto hoje, embora já tivera feito alguns trabalhos importantes, principalmente na inglesa 2000 AD. O fato do Homem Animal ser um personagem tão desconhecido e desprezado deu a ele uma liberdade sem limites… e acreditem, ele fez uso dela. Cenas de violência,  polêmicas com ecoterrorismo e o levante do debate em prol da defesa dos animais, mas de forma natural e nada maçante. Não bastasse isso, ele despiu o personagem de sua “âncora ficcional”, usou e abusou da metalinguagem e terminou sua passagem frente a frente com Buddy Baker, o homem com poderes animais. O efeito que isso teve em minha púbere mente adolescente na época… bem, se isso não é algo a ficar como uma das coisas mais sensacionais em quadrinhos para se lembrar, então nada mais é.

Frank Miller e o Batman

Frank Miller

Eu tenho pra mim que o Coringa é o pior de todos os vilões, pois apesar de não possuir o poder de destruir um universo, tem o dom de arrasar várias almas, uma de cada vez e para isso ele se dedica com afinco e determinação que extrapolam todos os limites…

Minha primeira lembrança do Batman não vem de uma HQ, mas do desenho “Superamigos”. Cinto de utilidades, Robin, Sala da Justiça, escapar no último segundo… soluções fáceis para problemas calamitosos. Enfim, algo muito distante da visão pesada e realista de Miller para esse personagem na minissérie “O Cavaleiro das Trevas”, que determinou de vez quem era o Homem Morcego.

E depois contou como ele veio a ser em “Batman Ano Um”.

O Cavaleiro das Trevas é uma história grandiosa em vários níveis. A narrativa, o visual, a mensagem que passa. Ela prova que o maior herói do mundo é humano. Ele não vem de outro planeta, e apesar de não possuir o poder de reconstruir um universo, tem o dom de restaurar várias almas, uma de cada vez, e para isso ele se dedica com afinco e determinação que extrapolam todos os limites…

Mark Waid e o Flash

Mark Waid

Antes de mais nada, quero deixar claro que considero que o Flash é o mais poderoso de todos.  É praticamente intocável, pode vibrar e controlar toda a estrutura molecular do seu corpo, atravessar objetos sólidos, viajar no tempo, e surrar o Darkseid vinte mil vezes antes que ele pisque. Mencionei “Viajar no tempo”? Ok. Ele acessa uma poderosa e misteriosa energia, a Força de Aceleração e ainda não descobriu tudo o que pode fazer com ela. A Força de Aceleração por sinal, é um dos elementos criados por Mark Waid, entre diversas coisas que desenvolveram o amadurecimento de Wally West, antes Kid Flash, para um Flash de respeito, digno de seu antecessor, que voltou da morte e agora ocupa seu lugar em uma realidade onde aparentemente Wally nem existe… apenas Bart Allen, também criado por Waid… originalmente ele era conhecido como Impulso, o neto do Flash original vindo do futuro, e hoje parece ter se tornado o “Kid Flash definitivo”.  A fase Waid à frente do Flash redefiniu o personagem e estabeleceu novos parâmetros para sua origem e poderes, os quais até hoje são considerados válidos. Depois de Waid, o Flash teve a sorte de ser escrito por Geoff Johns, que não deixou a peteca cair e manteve o vermelhinho na corrida, rumo a linha de chegada. Mas a lembrança de hoje é dedicada ao trabalho grandioso de Mark Waid.

E você? Qual a história sensacional que vai estar para sempre na sua mente? Conte pra gente nos comentários!

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46 comentários sobre “AUTORES E PERSONAGENS: Parcerias inesquecíveis e histórias sensacionais que vão ficar para sempre em nossas mentes!

  1. entra pra mim demolidor de Frank Miller, X man de Byrne , Conan Roy Thomas, capitão america de ed Brubaker , thor de straczynski,

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    1. completando Novos mutante de claremont, Hulk Bil Mantlo ( quanta saudades ) Hulk Peter David, Warlock Jim Starlin , Vingadores Brian Michael Bendis

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  2. ótima matéria, starman com robison e harris é muto foda…. falar do resto é chover no molhando pois tudo ai é muito bom………vlw

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  3. Da Marvel, só citou o Quarteto e de forma bem resumida. Você é um DCneco sem vergonha mesmo, Sr. Rodrigo Garrit! 🙂

    Mas deixa que eu cito:

    Mark Millar em os Supremos e Ultimate X-Men;

    Homem-Aranha Ultimate do Bendis;

    Demolidor do Bendis e agora com o Mark Waid;

    Surpreendentes X-Men do Joss Whedon;

    Novos X-Men do Morrison; e

    Jovens Vingadores, Fugitivos, Nova Onda…

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    1. O QUÊ??? O QUARTETO É DA MARVEL????? DROGA!!!!!

      rsrsrs… falando sério, Crid, eu teria usado o Superman do Byrne, mas… NÃO, espera…

      …falando sério, SÉRIO, essa lista de fato foi baseada em minhas recordações, e embora eu tenha tido mais contato com esse material da DC, também li muito da Marvel e já estou preparando outra lista com mais diversidade, incluindo outras editoras também. Inclusive nesse momento estou lendo religiosamente os encadernados de X-Men do Grant Morrison, Joss Whedon e a Era do Apocalipse, conforme a Panini vai lançando… e estou adorando…

      Abraços!

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  4. Puxa, que bela lista!

    Embora muitos outros trabalhos do John Byrne pudessem ser citados (como o Super-Homem pós-crise e a histórica fase Claremont/Byrne nos X-men), a fase dele no Quarteto Fantástico foi uma ótima escolha! As estórias do Quarteto viajando pela Zona Negativa são incríveis!
    Gosto muito do Starman do James Robinson, principalmente por causa da premissa bem original, com o protagonista relutante em assumir seu legado.
    Quanto ao que Wolfman e Perez fizeram pelos Titãs… Bem, pode-se dizer que antes deles os Titãs praticamente não existiam!
    Também espero uma republicação das estórias de Alan Moore no Monstro do Pântano! Na época que saiu um encadernado da Pixel eu comprei cheio de esperanças…
    As maluquices do Grant Morrison com o Homem-Animal são a prova de que a loucura dele é contagiosa. Eu li e pirei! (Casualmente eu estava lendo Castañeda na mesma época em que li a estória em que Buddy Baker se volta para o leitor!)
    Percebi que “Batman All-Stars” de Frnak Miller e Jim Lee não foi mencionado… e entendo bem o porquê. Não importa que porcarias Frank Miller faça hoje, nada vai diminuir a importância dele para os quadrinhos, especialmente para o Batman.
    A primeira HQ do Flash que eu li foi escrita pelo Mark Waid. Pra mim Wally West é o Flash, tanto que chego a estranhar as estórias protagonizadas pelo Barry Allen. E o culpado disso é, sem dúvida, o Mark Waid.

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    1. John Byrne fez várias parcerias de sucesso que me marcaram, mas decidi usar apenas uma para dar espaço a outros… porém, futuramente, o bom e velho Byrne retornará a essa lista…

      Apesar do saudosismo, ainda curto muitas coisas feitas atualmente… filtrando o que é bom de algumas bombas que vem sendo publicadas… mas se pensar, sempre foi assim, não?

      Frank Miller de fato não tem mais conseguido empolgar e a exemplo que deu de “Batman All-Star” não poderia ser melhor… tanto que a série que ele inciou com Jim Lee nem chegou a ser concluída… e muitas pessoas nem deram falta….

      Obrigado pela participação! Abraços!

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    1. Todos os comentários me deixaram muito feliz e me motivaram a dar continuidade a essa lista de parcerias no futuro… certamente vou poder encaixar algumas que eu queria mas não pude por falta de espaço e estou atento a todas as sugestões!

      Muito obrigado! Abraços!

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  5. Garrit! Que presente essa matéria recordatória de ótimas fases! Você foi o nosso Coelinho da Páscoa fora de época, com um kinder ovo, de surpresa agradável dentro! 🙂 😉 😉

    1 – Eu poria na minha lista o HULK do Stan Lee (que durou pouco, mas foi um barato) e a fase do (eterno e insuperável) também a frente do gigante esmeralda e PRINCIPALMENTE: a frente do ESPETACULAR cavaleiro espacial RON !!!!!!!!!!!!!!

    2 – Chrs Claremont e Fabulosos X-men são TUDO NA VIDA DE UMA PESSOA.

    3 – HELLBOY & MIKE MIGNOLA SÃO UMA COISA SÓ e VITAMINADA.

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  6. 🙂 Maravilhosa matéria, Rodrigo! Quem eu colocaria aí é o Demolidor do Frank Miller: DEFINITIVO, IMORTAL, SENSACIONAL….Elektra, Tentáculo, Rei do Crime, Mercenário… mas o cara foi muito bem representado aí com o Batman.

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  7. Agora postado no lugar certo! rsrsrs

    Seleção de Ouro, hein Garrit!!!

    Sem dúvidas vc foi muito feliz nas escolhas!!! John Byrne conquistou minha admiração quando eu conheci o Superman na fase pós Crise nas Infinitas Terras. Só depois que tomei conhecimento do trabalho dele com os X-men, Tropa Alfa e o Quarteto Fantástico. Sempre admirei a facilidade com que ele transitava entre momentos de ação (guerras estelares, batalhas alucinantes e o carái diaza) e momentos rotineiros (tipo os diálogos dos heróis numa cozinha ou durante um passeio num ambiente mais rupestre).

    Me lembro até hoje quando comprei uma edição do Starman num sebo aqui em Goiânia. Comprei por curiosidade mesmo… nunca curti muito a SJA e nem conhecia os heróis da Era da Ouro da DC. Honestamente a capa do gibi é que me seduziu (sou dos fácil…qualquer desenho bonito me pega!). Mas ao ler o texto do James Robinson… Pirei! Ele já começa a história matando o Starman (David Knight)… Tipo, do nada! E depois o cara inicia uma briga de gerações levantando questões sobre legado heróico e tal!!! Como não amar??? De cara curti o Jack Knight, o Starman da vez!

    George Pérez, Marv Wolfman e os Novos Titãs dispensam comentários! Por favor, aplausos da platéia: \o/
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    Eu só conheço o Monstro do Pântano do Alan Moore! Depois dele ninguém mais conseguiu me encantar com o terrores do pântano… Se bem que pelas resenhas daqui do Santuário eu percebi que a essência do Moore parece estar sendo (gerundismo fudido) recuperado nessa fase atual… Assim que tiver oportunidade quero ler essas novas histórias.

    Grant Morrison e Homem Animal foram uma parceria perfeita! Realemente surreal! Ainda guardo umas edições da DC 2000 em que ele imperava… o Starman daquela época era um escrotinho… nem lembro o nome dele mais…

    Frank Miller “É” o Batman!!! (Ativar Dean Winchester Edition now!)

    Quando o Flash (Wally West) ficou nas mãos do Mark Waid e do finado Mike Wieringo (Deus o tenha!) eu me encantei pela força da aceleração! O Bart foi uma idéia bizarra… mas que caiu como uma luva nos traços do Wieringo! Bem mais cartoon que os desenhos dos Novos Titãs na época… Se bem que qualquer desenhista era melhor que os daquela época das Tropas Titãs… Desculpa Tom Grummett… Mas vc desenhava mal pakarái!!! Não vou nem tentar lembrar o nome dos outros.

    Parabéns pela iniciativa de linkar outras matérias do Santuário no seu artigo, Garrit! Já tô relendo eles pra deixar comentários, viu!

    Bração Pertado!!! Tipo UFC!!!

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    1. uff.. ok, me recuperando do abraço… rsrs

      Valeu mesmo, Weber… outro abração pra você, mas sem quebrar as costelas! rs

      Obrigado pela sua participação, divertido e inteligente como sempre. Ah, só pra situar quem não pegou a referência sobre o que você falou sobre “Ativar Dean Winchester Edition now”!, segue o vídeo abaixo:

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  8. Muito legal xará parabens pelo post, grandes parcerias, pra mim de longe o Quarteto do Byrne e inesquecível. Ficou impossivel ver Quarteto depois e nao comparar. Wolfman + Perez +Titas = Inesquecivel, de longe a melhor fase dos tres.

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    1. Valeu xará… Tanto essa fase do Quarteto de Byrne quanto os Titãs de Pérez e Wolfman começaram a ser publicadas pela Panini e não foram concluídas… (Starman também).. tomara que um dia isso tudo venha a ser finalizado um dia, as pessoas querem completar suas coleções!

      Abraços!

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  9. Eu fico muito triste que o Starman não tenha sido publicado por completo por aqui.
    E, agora, com os novos 52, dificilmente a Panini vai qierer publicar algo “fora da cronologia atual”, como se fosse impossível pro leitor ler algo de antes da reformulação…

    Novos Titãs do Wolfman e Perez foram as únicas histórias de supergrupos que eu gostei de ler. Não li tudo, mas gostei bastante do que li.

    Monstro do Pântano do Moore é insuperável. Quando alguém consegue chegar perto, o máximo que consegue é imitá-lo. Tenho a coleção completa pela Abril, nos monte de formatos e revistas diferentes.hahaha

    Grant Morrison com o Homem Animal deu uma lição de como reformular um personagem: nada de modificá-lo, reformulá-lo, ou qualquer mudança ruim. Basta focar em boas histórias, que o personagem faz o resto sozinho, sem precisar de mais nada.

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    1. Ótimas análises, Lexy… eu também gostaria de ler a saga do Starman, assim como a do Monstro Pântano completas… o fato de não estarem alinhadas com os novos 52 não deveria ser empecilho, caso contrário eles não teriam publicado aqueles enormes encadernados de “Crônicas” da Era de Ouro… então, Panini, se você estiver ouvindo: Por favor, publique esse material!

      Abraços!

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      1. Seleção de Ouro, hein Garrit!!!

        Sem dúvidas vc foi muito feliz nas escolhas!!! John Byrne conquistou minha admiração quando eu conheci o Superman na fase pós Crise nas Infinitas Terras. Só depois que tomei conhecimento do trabalho dele com os X-men, Tropa Alfa e o Quarteto Fantástico. Sempre admirei a facilidade com que ele transitava entre momentos de ação (guerras estelares, batalhas alucinantes e o carái diaza) e momentos rotineiros (tipo os diálogos dos heróis numa cozinha ou durante um passeio num ambiente mais rupestre).

        Me lembro até hoje quando comprei uma edição do Starman num sebo aqui em Goiânia. Comprei por curiosidade mesmo… nunca curti muito a SJA e nem conhecia os heróis da Era da Ouro da DC. Honestamente a capa do gibi é que me seduziu (sou dos fácil…qualquer desenho bonito me pega!). Mas ao ler o texto do James Robinson… Pirei! Ele já começa a história matando o Starman (David Knight)… Tipo, do nada! E depois o cara inicia uma briga de gerações levantando questões sobre legado heróico e tal!!! Como não amar??? De cara curti o Jack Knight, o Starman da vez!

        George Pérez, Marv Wolfman e os Novos Titãs dispensam comentários! Por favor, aplausos da platéia: \o/
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        Eu só conheço o Monstro do Pântano do Alan Moore! Depois dele ninguém mais conseguiu me encantar com o terrores do pântano… Se bem que pelas resenhas daqui do Santuário eu percebi que a essência do Moore parece estar sendo (gerundismo fudido) recuperado nessa fase atual… Assim que tiver oportunidade quero ler essas novas histórias.

        Grant Morrison e Homem Animal foram uma parceria perfeita! Realemente surreal! Ainda guardo umas edições da DC 2000 em que ele imperava… o Starman daquela época era um escrotinho… nem lembro o nome dele mais…

        Frank Miller “É” o Batman!!! (Ativar Dean Winchester Edition now!)

        Quando o Flash (Wally West) ficou nas mãos do Mark Waid e do finado Mike Wieringo (Deus o tenha!) eu me encantei pela força da aceleração! O Bart foi uma idéia bizarra… mas que caiu como uma luva nos traços do Wieringo! Bem mais cartoon que os desenhos dos Novos Titãs na época… Se bem que qualquer desenhista era melhor que os daquela época das Tropas Titãs… Desculpa Tom Grummett… Mas vc desenhava mal pakarái!!! Não vou nem tentar lembrar o nome dos outros.

        Parabéns pela iniciativa de linkar outras matérias do Santuário no seu artigo, Garrit! Já tô relendo eles pra deixar comentários, viu!

        Bração Pertado!!! Tipo UFC!!!

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