THE WALKING DEAD: NÃO ABRA! MORTOS AQUI DENTRO!

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ZUma análise dos primórdios da série e suas semelhanças com os quadrinhos. 

Por Rodrigo Garrit

Imagine acordar de um coma profundo e descobrir que o mundo todo foi pro Inferno. Literalmente, uma vez que os mortos passaram a caminhar pela Terra e devorar tudo o que se move, e ainda; espalhando uma praga que faz que os infectados se tornem parte da doença, aumentando ainda mais a horda de mortos que caminham…

Você já viu isso em vários filmes de zumbi, não? Alguns foram bons, outros péssimos… os fãs do gênero já têm até seus “manuais de sobrevivência”. Lidar com os mortos da ficção há tempos não é nenhuma novidade. Então, vocês me perguntam, que raios tem de diferente na série “The Walking Dead”? Eu respondo…

A velha fórmula continua lá. As velhas regras. Se você for mordido, se tornará um zumbi. Para matá-los, é preciso estourar seus cérebros. Eles não têm mais personalidade própria, não são mais as pessoas que costumavam ser quando estavam vivas. Restaram apenas ínfimas noções de coordenação motora e o instinto de sobrevivência, além de, é claro, a ânsia por se alimentar de humanos vivos.

A série The Walking Dead chegou de mansinho, e pessoalmente, eu assistiria seus primeiros episódios de qualquer forma, pois sou um grande fã do velho gênero de terror. Ou melhor dizendo, prefiro me considerar um grande fã boas histórias, independente do gênero. O fato é que a série me fisgou não apenas pelo seu gênero, mas pela forma competente e bem estruturada pela qual foi e está sendo feita.

O “sortudo” que mencionei no início do artigo, que acorda de um coma e encontra o mundo de ponta cabeça é o policial Rick Grimes, que fora baleado meses antes e estava inconsciente numa cama de hospital. Só que de repente ele acorda, se levanta cambaleante, e não encontra viva alma que possa lhe ajudar. Depois de caminhar um pouco, encontra uma porta lacrada com os dizeres: “NÃO ABRA. MORTOS AQUI DENTRO”. Ao se aproximar do portão, é surpreendido pelas mãos dos “Walkers” – termo usado para se referir aos mortos errantes –  tentando agarrá-lo.

A partir daí começa o pacote básico de Apocalipse Zumbi. Então você, fiel e exigente devoto insiste em dizer que eu ainda não respondi porque The Walking Dead é diferente de outras produções similiares. E eu respondo… e digo que talvez nem seja, em essência. Não se trata de uma revolução, mas talvez seja um divisor de águas, porque a série além de ter uma produção caprichada (apenas seis episódios na primeira temporada, para manter o padrão de qualidade) tem conteúdo, e nos brinda com um roteiro instigante, diálogos afiados e situações bizarras que nos deixam com o coração na mão e sedentos pelo próximo episódio.

Não há nenhuma explicação para o surto zumbi. Ninguém tem a menor ideia de como e porque isso aconteceu. Diferente de outras produções, como “Resident Evil”, em que sabemos exatamente a origem da praga e os personagens principais estão ligados diretamente a isso, em The Walking Dead vemos apenas um punhado de pessoas normais pegas pela tragédia e fazendo das tripas coração para sobreviver. Mais tripas do que coração.

O grande mote da série são as histórias individuais de cada personagem; cada um tem algo a contar, cada tem um passado interessante que o levou até aquele ponto, e permitiu sobreviver até aquele minuto. Os personagens são cativantes e cada um do seu jeito nos mostra um pouco das facetas da humanidade, e do quanto você ainda pode continuar civilizado vivendo uma realidade onde não existe uma autoridade nem ninguém a quem recorrer. Tire do homem seu conforto, tire a policia e a punição. O que sobra além do seu instinto de auto- sobrevivência? Se não houvesse ninguém para te punir, você seria civilizado? Esse e outros temas morais assolam os personagens, como quando encontram um engavetamento de carros numa estrada repleta de famílias inteiras mortas. Pegar o combustível e a comida deles é roubo? Desrespeito? Ou necessidade? Ou como alguns Walkers foram mantidos aprisionados dentro de um celeiro, e alimentados com galinhas vivas, uma vez que eram considerados “seres humanos” pelo dono da fazenda, e por isso achava errado matar os zumbis…

Esses e outros temas enlouquecedores forjam os laços de amor e ódio dos personagens e aquecem as relações entre eles, deixando-os extremamente ligados entre si, ou a ponto de se matarem…

Às vezes, até mesmo os mortos têm histórias para contar. Afinal, antes de serem transformados, foram homens e mulheres como qualquer um, e lutaram também para sobreviver. Explorar o que houve no passado de um zumbi até o momento de sua transformação, ao invés de coloca-lo lá apenas como mero coadjuvante devorador de carne é um dos diferencias de The Walking Dead. Os vivos também não ficam para trás. A série foca o grupo comandado por Rick, e conta como ele se juntou aos outros sobreviventes e como forjaram seus laços involuntários para a sobrevivência mútua.

Rick passa por uma série de acontecimentos dramáticos até descobrir que sua esposa e filho estão vivos; embora ela esteja mantendo um romance com seu melhor “amigo”, que fez todos acreditarem que Rick havia morrido…

Entre idas e vindas, logo percebemos que ninguém está seguro. Não se apegue a nenhum personagem, ele pode ser o próximo a virar um Walker. Ou ser mutilado. Ou desaparecer sem deixar vestígios. Ou simplesmente morrer.

Rick: em carne e osso e nos quadrinhos.

The Walking Dead é baseada na série em quadrinhos em preto e branco publicada pela Image Comics. A história foi criada e escrita por Robert Kirkman e o desenhista Tony Moore, substituído por Charlie Adlard a partir da edição número 7. A revista mensal continua sendo publicada pela Image e deve atingir a marca de 100 edições no final de 2012.

No Brasil, a versão em quadrinhos é publicada pela HQM Editora, com o nome de “Os Mortos Vivos”.

Se você não quer ver sangue, fuja para as montanhas.

Os mortos caminham entre nós.

S_Final

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14 comentários sobre “THE WALKING DEAD: NÃO ABRA! MORTOS AQUI DENTRO!

        1. Pular para o conteúdo5
          O SANTUÁRIOAlternar lateral
          04/12/2013
          THE WALKING DEAD: NÃO ABRA! MORTOS AQUI DENTRO!
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          ZUma análise dos primórdios da série e suas semelhanças com os quadrinhos.

          Por Rodrigo Garrit

          Imagine acordar de um coma profundo e descobrir que o mundo todo foi pro Inferno. Literalmente, uma vez que os mortos passaram a caminhar pela Terra e devorar tudo o que se move, e ainda; espalhando uma praga que faz que os infectados se tornem parte da doença, aumentando ainda mais a horda de mortos que caminham…

          Você já viu isso em vários filmes de zumbi, não? Alguns foram bons, outros péssimos… os fãs do gênero já têm até seus “manuais de sobrevivência”. Lidar com os mortos da ficção há tempos não é nenhuma novidade. Então, vocês me perguntam, que raios tem de diferente na série “The Walking Dead”? Eu respondo…

          A velha fórmula continua lá. As velhas regras. Se você for mordido, se tornará um zumbi. Para matá-los, é preciso estourar seus cérebros. Eles não têm mais personalidade própria, não são mais as pessoas que costumavam ser quando estavam vivas. Restaram apenas ínfimas noções de coordenação motora e o instinto de sobrevivência, além de, é claro, a ânsia por se alimentar de humanos vivos.

          A série The Walking Dead chegou de mansinho, e pessoalmente, eu assistiria seus primeiros episódios de qualquer forma, pois sou um grande fã do velho gênero de terror. Ou melhor dizendo, prefiro me considerar um grande fã boas histórias, independente do gênero. O fato é que a série me fisgou não apenas pelo seu gênero, mas pela forma competente e bem estruturada pela qual foi e está sendo feita.

          O “sortudo” que mencionei no início do artigo, que acorda de um coma e encontra o mundo de ponta cabeça é o policial Rick Grimes, que fora baleado meses antes e estava inconsciente numa cama de hospital. Só que de repente ele acorda, se levanta cambaleante, e não encontra viva alma que possa lhe ajudar. Depois de caminhar um pouco, encontra uma porta lacrada com os dizeres: “NÃO ABRA. MORTOS AQUI DENTRO”. Ao se aproximar do portão, é surpreendido pelas mãos dos “Walkers” – termo usado para se referir aos mortos errantes – tentando agarrá-lo.

          A partir daí começa o pacote básico de Apocalipse Zumbi. Então você, fiel e exigente devoto insiste em dizer que eu ainda não respondi porque The Walking Dead é diferente de outras produções similiares. E eu respondo… e digo que talvez nem seja, em essência. Não se trata de uma revolução, mas talvez seja um divisor de águas, porque a série além de ter uma produção caprichada (apenas seis episódios na primeira temporada, para manter o padrão de qualidade) tem conteúdo, e nos brinda com um roteiro instigante, diálogos afiados e situações bizarras que nos deixam com o coração na mão e sedentos pelo próximo episódio.

          Não há nenhuma explicação para o surto zumbi. Ninguém tem a menor ideia de como e porque isso aconteceu. Diferente de outras produções, como “Resident Evil”, em que sabemos exatamente a origem da praga e os personagens principais estão ligados diretamente a isso, em The Walking Dead vemos apenas um punhado de pessoas normais pegas pela tragédia e fazendo das tripas coração para sobreviver. Mais tripas do que coração.

          O grande mote da série são as histórias individuais de cada personagem; cada um tem algo a contar, cada tem um passado interessante que o levou até aquele ponto, e permitiu sobreviver até aquele minuto. Os personagens são cativantes e cada um do seu jeito nos mostra um pouco das facetas da humanidade, e do quanto você ainda pode continuar civilizado vivendo uma realidade onde não existe uma autoridade nem ninguém a quem recorrer. Tire do homem seu conforto, tire a policia e a punição. O que sobra além do seu instinto de auto- sobrevivência? Se não houvesse ninguém para te punir, você seria civilizado? Esse e outros temas morais assolam os personagens, como quando encontram um engavetamento de carros numa estrada repleta de famílias inteiras mortas. Pegar o combustível e a comida deles é roubo? Desrespeito? Ou necessidade? Ou como alguns Walkers foram mantidos aprisionados dentro de um celeiro, e alimentados com galinhas vivas, uma vez que eram considerados “seres humanos” pelo dono da fazenda, e por isso achava errado matar os zumbis…

          Esses e outros temas enlouquecedores forjam os laços de amor e ódio dos personagens e aquecem as relações entre eles, deixando-os extremamente ligados entre si, ou a ponto de se matarem…

          Às vezes, até mesmo os mortos têm histórias para contar. Afinal, antes de serem transformados, foram homens e mulheres como qualquer um, e lutaram também para sobreviver. Explorar o que houve no passado de um zumbi até o momento de sua transformação, ao invés de coloca-lo lá apenas como mero coadjuvante devorador de carne é um dos diferencias de The Walking Dead. Os vivos também não ficam para trás. A série foca o grupo comandado por Rick, e conta como ele se juntou aos outros sobreviventes e como forjaram seus laços involuntários para a sobrevivência mútua.

          Rick passa por uma série de acontecimentos dramáticos até descobrir que sua esposa e filho estão vivos; embora ela esteja mantendo um romance com seu melhor “amigo”, que fez todos acreditarem que Rick havia morrido…

          Entre idas e vindas, logo percebemos que ninguém está seguro. Não se apegue a nenhum personagem, ele pode ser o próximo a virar um Walker. Ou ser mutilado. Ou desaparecer sem deixar vestígios. Ou simplesmente morrer.

          Rick: em carne e osso e nos quadrinhos.
          The Walking Dead é baseada na série em quadrinhos em preto e branco publicada pela Image Comics. A história foi criada e escrita por Robert Kirkman e o desenhista Tony Moore, substituído por Charlie Adlard a partir da edição número 7. A revista mensal continua sendo publicada pela Image e deve atingir a marca de 100 edições no final de 2012.

          No Brasil, a versão em quadrinhos é publicada pela HQM Editora, com o nome de “Os Mortos Vivos”.

          Se você não quer ver sangue, fuja para as montanhas.

          Os mortos caminham entre nós.

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          RESENHA: “I, Zombie: Morri pro Mundo” de Chris Roberson e Mike Allred.
          RESENHA: “I, Zombie: Morri pro Mundo” de Chris Roberson e Mike Allred.
          Em “RESENHAS”
          THE WALKING DEAD:
          THE WALKING DEAD: “After”.
          Em “RESENHAS”
          THE WALKING DEAD – NÃO É UM SANTUÁRIO!
          THE WALKING DEAD – NÃO É UM SANTUÁRIO!
          Em “CINE SANT´S”
          Postado em RESENHAS
          Marcado Garrit, Image comics, Os Mortos Vivos, Rick Grimes, The Walking Dead, Zombies, Zumbis
          por O Santuário
          13 Comentários
          13 COMENTÁRIOS SOBRE “THE WALKING DEAD: NÃO ABRA! MORTOS AQUI DENTRO!”

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          29/12/2016 às 08:20
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          29/12/2016 às 08:21
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          Pingback: THE WALKING DEAD: “After”. |
          JANDERSOM BONFIM L R O
          04/12/2013 às 15:19
          show de mais o post. sou otro grande fã de TWD e pra mim ja etrou pra historias de todas as series. Santuario é de maiis! ADM queria mais algums HQ’s’ TWD, aqui tem pra baixar??

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          RODRIGO GARRIT (@RODRIGOGARRIT)
          06/12/2013 às 19:36
          Valeu amigo… procura aqui ao lado no nossos parceiros que você vai encontrar o que procura. Abs!

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          Pingback: Sexta Feira no Santuário do Bem e do Mal |
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          HENRY GARRIT
          11/12/2011 às 15:18
          TWD é daquelas séries que já começam trazendo os fãs na bagagem; mesmo quem não conhecia as HQs (meu caso) é conquistado logo de cara, e até mesmo quem não curte especificamente esse gênero tem grande chance de ficar cativado pela história. Obrigado pelas informações adicionais, Abração!

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          NILSON ANDRADE
          11/12/2011 às 08:55
          Uma das matérias mais esperadas (pelo menos por mim aqui no Santuário). TWD é sucesso de crítica e público tanto lá fora como aqui no Brasil (e não é pelo fato de eu puxar a sardinha prá brasa dos meus amigos de longa data da HQM editora, pois nem cheguei a ler a série ainda. Só chequei algumas resenhas). Me recordo que no último Festcomix centenas de pessoas ensandecidas iam atrás dos dois modelos de camisetas (que infelizmente eu não levei, mas fiz questão de adquirir o guia de referências e outras coisinhas dos episódios do Glee para minha esposa que é maníaca pelo seriado!), dos encadernados da HQM (e todos estavam lá! Parabéns ao Carlos e todo o povo pelo belo trabalho!!!!), enfim poder saber mais! Como já havia comentado antes o início da segunda temporada foi um tanto mel com açúcar, mas a exploração íntima das personagens foi o ponto forte. E com certeza isso também conseguiu segurar a audiência: “Zumbi também tem coração, bebê!!!!!”

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          THAIS SANTOS
          11/12/2011 às 00:43
          Amo a série e os Hqs, só não concordo que chegou de mansinho. Ela foi ansiosamente esperada até por quem não é fã do gênero terror por ter a direção do Frank Darabont ( que também co-escreveu o primeiro episódio). Infelizmente no Brasil, por razões que nem Deus sabe, a FX exibiu a primeira temporada com cortes (19 ou 21 minutos no primeiro ep!!!) isso fez muita gente desistir de assisti-la.

          Embora ela mantenha os elementos essencias do HQ, a série se distancia bastante dela, desde caráter dos personagens, como rumo da história. Eu diria que o HQ serve mais de guideline para o roteiro da série e, sem sombra de dúvidas, quem é fã de Hqs precisa te-la no “curriculum”.

          Como sou ensandecida pelo tema zumbie converti vários amigos a fãs inexoraveis de TWD, e com eles, aguardo ansiosamente pelo retorno, enquanto isso nao acontece lerei do HQ 79 ao último…

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  1. TWD é daquelas séries que já começam trazendo os fãs na bagagem; mesmo quem não conhecia as HQs (meu caso) é conquistado logo de cara, e até mesmo quem não curte especificamente esse gênero tem grande chance de ficar cativado pela história. Obrigado pelas informações adicionais, Abração!

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  2. Uma das matérias mais esperadas (pelo menos por mim aqui no Santuário). TWD é sucesso de crítica e público tanto lá fora como aqui no Brasil (e não é pelo fato de eu puxar a sardinha prá brasa dos meus amigos de longa data da HQM editora, pois nem cheguei a ler a série ainda. Só chequei algumas resenhas). Me recordo que no último Festcomix centenas de pessoas ensandecidas iam atrás dos dois modelos de camisetas (que infelizmente eu não levei, mas fiz questão de adquirir o guia de referências e outras coisinhas dos episódios do Glee para minha esposa que é maníaca pelo seriado!), dos encadernados da HQM (e todos estavam lá! Parabéns ao Carlos e todo o povo pelo belo trabalho!!!!), enfim poder saber mais! Como já havia comentado antes o início da segunda temporada foi um tanto mel com açúcar, mas a exploração íntima das personagens foi o ponto forte. E com certeza isso também conseguiu segurar a audiência: “Zumbi também tem coração, bebê!!!!!”

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  3. Amo a série e os Hqs, só não concordo que chegou de mansinho. Ela foi ansiosamente esperada até por quem não é fã do gênero terror por ter a direção do Frank Darabont ( que também co-escreveu o primeiro episódio). Infelizmente no Brasil, por razões que nem Deus sabe, a FX exibiu a primeira temporada com cortes (19 ou 21 minutos no primeiro ep!!!) isso fez muita gente desistir de assisti-la.

    Embora ela mantenha os elementos essencias do HQ, a série se distancia bastante dela, desde caráter dos personagens, como rumo da história. Eu diria que o HQ serve mais de guideline para o roteiro da série e, sem sombra de dúvidas, quem é fã de Hqs precisa te-la no “curriculum”.

    Como sou ensandecida pelo tema zumbie converti vários amigos a fãs inexoraveis de TWD, e com eles, aguardo ansiosamente pelo retorno, enquanto isso nao acontece lerei do HQ 79 ao último…

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