Sexta Maldita: Porque a maldade nunca é suficiente!

Mephisto

Ela já foi açoitada, queimada, despedaçada, afogada, Justin Biebernizada, triturada, servida em copinhos com guarda-chuvas coloridos, já dançou com o demônio sob a luz do luar, já fizeram nuggets com ela e já a lançaram do 17º andar. Mas não adianta. Ela SEMPRE volta! O chamado de uma SEXTA FEIRA 13 é sedutor demais, e com ele temos mais uma vez a reunião de alguns dos PIORES VILÕES de todos os tempos. O mal está à solta… mas talvez ele queira apenas ser compreendido. Então, vamos dar uma chance e ouvir o que eles têm a dizer. Mas cuidado… não confiem demais… não lhe dêem as costas… velhos hábitos são difíceis de ser perdidos…

NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA
Pablo Ramos – correspondente de guerra

Já há algum tempo corre o boato de que as empresas Wayne estariam diversificando suas atividades e que o conglomerado estaria pronto pra entrar no ramo do turismo de aventura. OSANTUARIO.COM conseguiu em primeira mão a confirmação desta notícia. Veja aqui, com exclusividade, a primeira peça de divulgação deste novo empreendimento.

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CHARADA

Por Rodrigo Garrit

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Sempre. Esse é o sentido de uma pergunta.

RESPOSTA: Quando a curiosidade precisa ser saciada?

Quando houver a necessidade de uma resposta.

RESPOSTA: Quando a próxima pergunta precisa ser feita?

Porque a mente humana está em constante estado de questionamento e precisa ser levada além da capacidade de se manter saciada.

RESPOSTA: Por que existem perguntas?

Ele é dono de uma mente perturbada que sente compulsão em cometer crimes e deixar pistas que permitam que seja preso devido a um estado inconsciente de culpa?

Ele possui um distúrbio que o obriga a se auto sabotar quando está prestes a conquistar seus objetivos?

Ele antecipa todas as respostas e sempre sabe como as perguntas terminam?

Ele quer nos fazer entrar no enigmático labirinto de sua mente e por puro e sádico prazer nos ver perdidos na escuridão de seus complexos delírios observando-nos do alto e iluminado ponto de onde todas as perguntas estão respondidas?

Ele quer apenas encontrar alguém que lhe dê todas as respostas?

Ele quer apenas encontrar alguém que lhe dê todas as perguntas?

Ele quer resolver a equação?

Ele descobriu no homem vestido de morcego uma forma de aprimorar sua arte?

Ele é um gênio cuja capacidade mental está anos à frente de seu tempo e faz do mundo seu jogo de perguntas e respostas, seu passatempo?

Ele penas finge saber?

Ele quer apenas se divertir?

Quem é Edward Nygma?

Quem é o Charada?

O que é posterior ao que vem depois da quarta anterior ao que sucede o domingo acrescido do oposto da bendita?

Cara de Barro

Por Diogo Oliveira

do site: Cave Beneath The Mansion

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Entre a variada gama de vilões do Batman, meu favorito sempre foi o Cara de Barro. Muitos sempre acharam estranho essa escolha minha tendo uma galeria tão rica contendo personagens como Coringa, Duas Caras, Mulher Gato. Mas para mim,lidando com um personagem e um mundo onde identidade sempre foi um de seus temas centrais, é muito interessante observar um personagem que pode ser qualquer pessoa, menos ele mesmo, pois sua face é a face de um monstro. A justificativa da própria loucura do personagem já começa se apresentando aí, pois o quão insano pode não suportar ver seu próprio rosto, a si próprio como pessoa, sem encarar de certo modo seu pior pesadelo?

Além disso, mora outra questão importante do personagem, que é a vaidade. Ele é realmente um ator muito bom, e se orgulha que seu poder permita mostrar isso aos outros em uma capacidade que antes era limitada pelo seu físico. Seu orgulho muitas vezes é seu Calcanhar de Aquiles, assim também como sua falta de humanidade em muitos momentos. Há não somente o prazer em manipular, mas também em ser o outro, para poder atingir seu inimigo no ponto aonde mais dói.

Um personagem que nasceu baseado nos assassinos de historias pulps e suspenses noir e depois evoluiu para um dos monstros que poderiam estar ao lado de outros feitos pela Universal, sempre, ironicamente, sendo maleável aos tempos e necessidades das histórias, chegando a criar uma própria “família” com o Mudpack. Todos esses motivos me fazem amar o drama e o terror que ele pode proporcionar, tendo assim justificada  a sua posição como um dos grandes vilões icônicos do Batman.

Hera Venenosa

 por Rodrigo Broilo

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“É pior do que cobra cascavel, seu veneno é cruel – el –el” (Maria Rita Ora Lee)

E no princípio não havia nada, era só uma pedra gigante vagando em torno de uma estrela. Mas aí Deus criou a natureza, e todo o verde que há nela. Não, péra… Ceres que fez isso. Não? Ou seria Ossaim? Ah, não sabemos… O fato é que as plantas ai estão e tem muita gente que gosta delas. Em especial uma mocinha, levemente perturbada (como todos que nasceram e/ou cresceram em Gotham), que além de gostar muito, usa o que elas tem de melhor… ou seja, o Veneno!

Dizem que há um deus grego pra isso, chamado Dirio, pouquíssimo conhecido, que é responsável pelas plantas venenosas… Mas vamos combinar que Hera Venenosa cuida disso muito melhor e com muito mais, digamos, saúde! Sim, porque mesmo que você não goste, não se pode dizer que Ivy seja nada menos do que, bem nutrida!

E são esses os recursos que ela usa: seu corpo contemporaneamente desejável e seu extenso conhecimento em botânica. E para que? Para conseguir o que quer! Isso faz de Hera uma vilã? Lógico que não (Só pra esclarecer, não estou falando da deusa grega, dessa vez). Ivy poderia ser no máximo classificada como uma mulher decidida, ambiciosa, que não pensa muito nos meios para atingir o que quer. Ela seria uma vilã na idade média. Ou uma bruxa. Mas hoje ela é a rainha do coração dos amantes de Batman. A inspiração para nerds ecologistas. Poison Ivy é… Ai ai…

Seja no alter ego de Ivy Pepper, interpretada por Clare Foley na série Gotham, ou Dra. Pamela Isley, sob as artes de Uma Thurman, Hera é uma das vilãs preferidas do universo do morcego.

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Os sete pecados capitais

por Olavo Lima

do site: HQfan

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Para os estudiosos os sete pecados capitais tratam-se de uma classificação da condição humana conhecida atualmente como vícios que precede o surgimento do cristianismo, mas que foi usada mais tarde pelo catolicismo com o intuito de controlar, educar, e proteger os seguidores para que estes controlem os instintos básicos do ser humano, os pecados são as raízes de outros vícios.

Mal sabem esses estudiosos que esse mal primordial existe até mesmo antes do universo e multiversos serem criados, dês da origem da existente da realidade e antes dela, quem poderia dizer que o primeiro dos caídos não se tomou pela soberba? Os sete pecados são os maiores inimigos de toda a existência, influenciando o mal que existe nela, todo o mal deriva deles, toda a corrupção mesmo que mínima tem sua influencia, o sussurro de suas palavras pode ser ouvido na mente de criminosos.

Nem mesmo o poderoso mago Shazam que aprisionou as encarnações vivias desses vícios na pedra da eternidade pode impedir que sua contaminação se alastrasse por toda a humanidade, mesmo os maiores vilões e deuses caem perante sua influencia, nem mesmo os eternos ou os anjos são imunes ao seu mal, o que dirá nos meros mortais.

Essas entidades apesar de unidas como um só ser tem aspectos distintos de acordo com a corrupção e influencia em outros series, são elas:

Soberba – talvez o mais poderoso e perigoso de todos eles, é a representação do desejo de ser mais importante que os outros.

Preguiça – negligencia e apatia pela vida

Inveja – cobiçar o que é dos outros para si e  roubar aquilo que outra pessoa ama

Irá – descontrole emocional, canalizar sua cólera contra o próximo sem controle, é talvez o grande responsável por todos os conflitos humanos pela historia.

Luxuria – o desejo passional por todo o prazer corporal e material, se deixar dominar por suas paixões e lasciva.

Avareza – o apego excessivo e descontrolado pelos bens materiais

Gula – esse pecado não tem só haver com comida, mas também com o egoísmo humano querendo sempre ter mais e mais sem dividir com os outros.

Alguns dizem ainda que os sete lordes demoníacos adotam os pecados como símbolos de seu poder, alimentando sua influencia sobre a humanidade são eles ou que esses mesmos seres são controlados pelos pecados, são eles:

Soberba –Lúcifer

Preguiça – Belphegor

Inveja – Leviatã

Irá –Azazel

Luxuria –Asmodeus

Avareza – Mammon

Gula – Belzebu

Tendo em vista o seu poder e influencia, sua capacidade de destruição, todo o flagelo que é atribuído a eles em nossa historia e cultura, não é a toa que eles são chamados de os maiores inimigos da humanidade e a encarnação de todo o  mal.

Hugo Strange

por Venerável Victor Vaughan

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Eu sou o homem mais perigoso do mundo!

E tenho duas únicas obsessões…

O meu diploma de psiquiatria pode ser útil ao leitor agora: A palavra obsessão deriva do termo em latim obsessĭo (“assédio”). Trata-se de uma perturbação anímica produzida por uma ideia fixa que, devido à sua tenaz persistência, se apodera da mente. Este pensamento, sentimento ou tendência aparece em desacordo com o pensamento consciente da pessoa, mas persiste mais além dos esforços por se livrar dele(a)

Aparentemente minha iniciação no crime foi feita de forma simples. Não sou só um brilhante psiquiatra, mas um talentoso químico e geneticista. No início de minha gloriosa carreira como a maior mente criminosa da Terra (morra de inveja Luthor) eu criei uma máquina que produzia uma imensa neblina sobre Gotham e através dela, os capangas sob meu comando, realizaram diversos roubos a bancos, aproveitando a desorientação dos oficiais da lei.

O Batman interveio, neutralizando meus esquemas.

Em seguida fui mandado para Gotham…

Talvez… E só talvez após isso acontecer, eu possa ser colocado no mesmo nível da medíocre galeria de antagonista do Homem Morcego. Pois sim, após essa derrota, assim como os demais, jurei vingança ao Cruzado de Capa… Minha segunda e maior obsessão.

Uma vez livre, meu segundo plano genial foi desenvolver um mutagênico que transformava homens em feras. Alguns pacientes da ala de distúrbios mentais foram “alistados” nesse programa e mais uma vez pude provocar desordem na cidade.

Claro que meu objetivo primário era de capturar o herói soturno da gótica cidade e fazer dele um verdadeiro Homem Morcego… Só que mais uma vez obtive a derrota. Dessa vez fui visto por último caindo em um rio caudaloso de Gotham, mas nenhum corpo jamais foi encontrado.

Quando todos já não mais me viam como ameaça, eis que reapareci! Agora com uma sinistra aliança com as maiores famílias mafiosas de Gotham. Meu novo plano? Não mais tinha a ver com roubo ou acúmulo de riquezas. Mas sim o controle absoluto da metrópole.

Agora munido de um novo engenho de minha autoria – a fumaça do medo – um precursor do gás usado pelo ridículo vilão Espantalho posteriormente eu só viria a dar as caras muitos anos depois.

Mas obtive minha derrota final… Aos moldes dos contos de Sir Arthur Conan Doyle, lutando contra o também auto intitulado maior detetive do mundo,  no alto de um penhasco.

E assim como no caso do Professor Moriarty e seu arqui-inimigo, Sherlock Holmes, eu escorreguei para uma aparente morte e “nunca mais” fui visto.

Cometi todos esses crimes por culpa de minha primeira obsessão.  A de criar uma raça perfeita de homens, para tanto precisava de verbas incessantes – fortunas para aperfeiçoar meus mutagênicos – que nenhum governo estaria disposto a me conceder. Por isso apelava para uma vida de fora da lei. Logo eu, o mais brilhante entre os brilhantes desse mundo…

O mais estranho? Eu mesmo estou longe do ideal humano que persigo, sendo baixo, careca, tendo pernas arqueadas e visão extremamente comprometida. Típico da humanidade sempre perseguir o que não é capaz de alcançar. E nenhum PhD me tornaria imune a sina de meus pares.

Mas eu tenho uma terceira obsessão, e essa é a última…

Eu sei, eu disse que eram apenas duas, mas sou obcecado por sempre estar obcecado.

Eu sei a verdadeira identidade do Homem Morcego!!!

Mas a minha obsessão por esse homem me impede de divulgar tal informação. Para eu deduzir tal “charada” foi algo extremamente primário.

Chamam-me de “estranho”, mas o mais estranho é porque ninguém mais conseguiu juntar as peças que completam esse básico quebra-cabeça: Quem está por baixo do capuz?

Eu tenho uma obsessão por resolver quebra-cabeças. Sim, eu sei que falei que a terceira era a minha última, mas sou um mentiroso obsessivo.

Eu posso acabar com o legado do Morcego!!! Destruir tudo o que ele ama sem precisar ter o controle da máfia, manipular as forças biológicas da flora do planeta, me valer de mutações animalescas que me confiram a força e resistência de um réptil ou impor um reino de terror através de um simples gás do medo… Mas por algum motivo guardo salvo comigo o maior segredo de meu maior inimigo.

Eu sou Hugo Strange

Eu sou o homem mais perigoso do mundo.

Ou pelo menos minha obsessão me faz pensar que sim.

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5 comentários sobre “Sexta Maldita: Porque a maldade nunca é suficiente!

  1. A lógica era comentar sobre vilões de Batman? Não entendi a presença do 7 pecados, que já vi em uma HQ do Capitão Fraudinha, mas tá valendo, maneiro!

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